16/04/2020

Setor

Dois milhões de casos no mundo

O Globo

O número de casos confirmados da Covid-19 ultrapassou, nesta quarta-feira, a marca de 2 milhões no mundo, segundo o levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins com base em informações divulgadas pelos países. Ao todo, mais de 128 mil pessoas morreram ao contrair o novo coronavírus, cuja letalidade chega a ser 10 vez maior do que a do H1N1, segundo informou a Organização Mundial de Saúde (OMS). A marca de um milhão de casos foi batida no dia 2 de abril, mais de quatro meses depois do registro dos primeiros casos, na cidade de Wuhan, na China. Com o crescimento exponencial da Covid-19, que em 11 de março foi declarada uma pandemia global pela OMS, passaram-se apenas 13 dias para que a marca de um milhão dobrasse.

No Brasil, a última contagem do Ministério da Saúde mostra que o país tem 28.320 casos confirmados e o total de mortes chega a 1.736 — porém, cientistas estimam que o número de infectados pode ser 15 vezes maior.

Na última segunda-feira, a universidade americana havia enviado um alerta comunicando que a quantidade de casos confirmados ultrapassara 2 milhões, mas voltou atrás mais tarde, corrigindo o número para 1,9 milhão. A maioria dos infectados está nos Estados Unidos, que também é o país com o maior registro de mortes: ao todo, são 609.685 casos da doença e 26.059 óbitos. Ainda segundo a Johns Hopkins, há 101.615 pessoas hospitalizadas no território americano por causa do novo coronavírus; ao menos, 3,1 milhões de testes foram feitos nos EUA.

O segundo país com maior registro de casos é a Espanha (177.633), seguido da Itália (162.488). Ambas nações europeias também são as que têm maior número de óbitos, atrás apenas dos Estados Unidos: a Espanha tem 18.056 e Itália, 21.067.

As primeiras notificações da doença respiratória começaram a aparecer há pouco mais de quatros meses, na China. Hoje, o gigante asiático, com 83.351 diagnósticos da Covid-19 e 78.282 pessoas que se recuperaram, começa a reabrir o país após a quarentena, mas teme uma segunda onda de infecções trazidas por pessoas que voltam do exterior.

Apesar da grande quantidade de casos confirmados pelo mundo, a universidade americana aponta que alguns países apresentam uma queda na propagação do vírus. Esse é o caso de Itália e da Espanha. Para fazer essa conta, a Johns Hopkins utilizou a média móvel de cinco dias de novos diagnósticos e calculou a taxa de alteração, levando em conta a média dos valores diários e comparando-os com os dois dias anteriores e com os dois seguintes.

Segundo o levantamento, entre os países mais afetados pela Covid-19, a França e o Reino Unido ainda apresentam um aumento no número de infecções. O primeiro registrou 131.362 confirmações da doença e 15.750 mortes; enquanto o segundo, 94.845 casos e 12.129 óbitos.

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