06/11/2019

Setor

Empresários do setor farmacêutico varejista discutem impactos da LGPD

Guia da Farmácia Online

O setor farmacêutico deve ter cuidado na adaptação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), uma vez que utilizam informações dos seus consumidores para programas de fidelização e manipulam dados sobre saúde que são enquadrados numa categoria de sensível pela legislação. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma-SP), reuniu empresários do setor farmacêutico para esclarecer as novas regras da lei. Desse modo, com o objetivo de orientar os empreendedores para que possam se informar sobre todos os detalhes da nova legislação. Assim, evitando complicações e multas que podem variar entre R$ 50 milhões e 2% do faturamento total da empresa.

Lei geral de proteção de dados

O vice-presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP, Rony Vainzof, explicou que as empresas precisam ter cuidado com o desvio de finalidade na coleta e no tratamento desses dados. “O mais importante é ser transparente e pedir permissão para o uso de dados. As empresas precisam ter consciência da contrapartida ao cliente, bem como avaliar a proporcionalidade desse retorno”, esclareceu.

O advogado afirma que a nova lei será muito positiva para o Brasil. “Há muito tempo éramos cobrados por uma legislação como essa, porque é uma lei que traz mais segurança jurídica e harmoniza e atualiza conceitos. Assim, trazendo mais investimentos para o País”, completou.

De acordo com Vainzof, é importante informar o consumidor e registrar que o cliente autoriza a coleta e o uso dos seus dados para uma determinada finalidade. Isso principalmente se for um dado sensível, que necessita de consentimento específico. “De um modo geral, trata-se de uma lei que proporciona equilíbrio e traz maturidade às empresas que efetivamente buscam seriedade em relação ao tratamento de dados pessoais”, finalizou Vainzof.

Voltar

Abbot
Abbvie
Aegerion
Alexion
Allergan
Amgen
Astellas
Astra Zeneca
Bago
Bayer
Besins
Biogen Idec
Biomarin
Biominas
BMS
Boehringer Ingelheim
Celgene
Chiesi
Daiichi Sankyo
Eisai
Ferring Farmaceuticals
Galderma
Ge
Gilead
Glenmark
Grunenthal
GSK
Ipsen
Janssen
LEO
Lilly
Lundbeck
MSD
Mundipharma
Novartis
Novo Nordisk
Pfizer
Pharma Praxis
PTC Therapeutics
Pierre Fabre
Roche
Sanofi Aventis
Servier
Shire
Takeda
Teva
Theraskin
UCB
Vertex Pharmaceuticals
Zambon