24/04/2019

Setor

SUS incorpora remédio contra doença rara

O Estado de S.Paulo

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assina hoje no Senado a portaria de incorporação do medicamento nusinersena (spinraza) na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme o próprio ministério informou em fevereiro, ele deve ser o primeiro a ser comprado na modalidade agora chamada de compartilhamento de risco.

O remédio indicado para atrofia muscular espinhal (AME) tem um tratamento que custa R$ 1,3 milhão por paciente ao ano. A ideia do governo é fazer o compartilhamento de riscos com os laboratórios, de modo que o pagamento pelos medicamentos de alto custo, como é o caso, seja feito mediante o progresso no tratamento do paciente.

Entidades ligadas a pacientes com doenças raras, que necessitam desses medicamentos, defendem a medida. A proposta, segundo a pasta, já é adotada em outros países, como Itália, Inglaterra, Canadá, França, Espanha e Alemanha.

O Ministério da Saúde deu início ao processo de compra do spinraza para atender 13 ações judiciais em dezembro de 2017.

À época, o preço do medicamento oferecido ao Ministério da Saúde para o tratamento da AME era de R$ 420 mil por ampola.

Com a regularização, a expectativa era de chegar a R$ 209 mil por ampola.

Pelo menos 13 milhões de brasileiros têm doenças raras, como a AME. Desde 2014, quando o País adotou a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, 22 medicamentos para doenças raras foram incorporados ao SUS.

Voltar

Abbot
Abbvie
Actelion
Aegerion
Alexion
Allergan
Amgen
Astellas
Astra Zeneca
Bago
Bayer
Besins
Biogen Idec
Biomarin
Biominas
BMS
Boehringer Ingelheim
Celgene
Chiesi
Daiichi Sankyo
Eisai
Ferring Farmaceuticals
Galderma
Ge
Glenmark
Grunenthal
GSK
Ipsen
Janssen
LEO
Lilly
Lundbeck
MSD
Mundipharma
Novartis
Novo Nordisk
Pfizer
Pharma Praxis
PTC Therapeutics
Pierre Fabre
Roche
Sanofi Aventis
Servier
Shire
Takeda
Teva
Theraskin
UCB
Vertex Pharmaceuticals
Zambon