12/01/2019

Setor

Planos de saúde foram o vilão da inflação em 2018

O Estado de S.Paulo

Os reajustes nos planos de saúde puxaram a inflação em 2018. O avanço médio para o consumidor foi de 11,17%, segundo os dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

“O plano de saúde subiu por conta dos reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)”, explicou Fernando Gonçalves, gerente da Coordenação de Índices de Preços do IBGE. Líder no ranking de pressão sobre a inflação oficial do País, o item plano de saúde teve uma contribuição de 0,44 ponto porcentual para a taxa de 3,75% registrada pelo IPCA no ano passado. 

No fim do ano passado, a ANS anunciou mudança no reajuste de planos de saúde individuais para este ano, mas não soube informar se a nova metodologia acarretaria em maior ou menor alta para o consumidor. Em segundo lugar figuraram a energia elétrica, com alta de 8,70% em 2018, e impacto de 0,31 ponto porcentual. 

A gasolina, que subiu 7,24%, contribuiu também com 0,31 ponto porcentual. Os preços de bens e serviços administrados pelo governo subiram 6,20% no ano passado. Também se destacaram no ranking das dez itens que mais pressão fizeram sobre o orçamento das famílias no ano passado: aumento nas mensalidades de cursos regulares; tarifa de ônibus urbano; empregado doméstico; tomate; frutas; refeição consumida fora de casa; e taxa de condomínio.

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