28/09/2016

Interfarma

Bom Dia Brasil faz reportagem sobre judicialização da saúde

Busca por medicamentos é principal motivo para ações judiciais na saúde

Na maioria dos casos, os próprios doentes entram com processo na justiça.

STF discute se Estado é obrigado a oferecer remédios fora da lista do SUS.


Edição do dia 28/09/2016

28/09/2016 08h03 - Atualizado em 28/09/2016 08h19

Busca por medicamentos é principal motivo para ações judiciais na saúde

Na maioria dos casos, os próprios doentes entram com processo na justiça.

STF discute se Estado é obrigado a oferecer remédios fora da lista do SUS.

Uma pesquisa mostra que quase a metade das ações judiciais na área da saúde é proposta por doentes tentando exigir, do governo ou dos planos, o pagamento por tratamentos. A maioria dos pedidos é para conseguir medicamentos, que às vezes nem foram incorporados pelo SUS. São Paulo é o campeão desta judicialização da saúde.

Segundo a pesquisa feita pela Interfarma, das quase 15 mil ações na área da saúde em São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, quase a metade é de judicialização da saúde, quando a ação é para obrigar o poder público ou o plano de saúde a pagar por tratamento, hospitalização e medicamentos.

Os remédios lideram estes pedidos: 64% das ações são para consegui-los. A Justiça concede liminar em pelo menos 87% dos casos. O estudo cita como causas para a judicialização da saúde os cortes no orçamento e a demora para incorporar novas drogas no SUS.

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