| País precisa de política pública |
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Qui, 26 de maio de 2011 Por mais que experiências regionais como a de Manaus sejam bem-sucedidas, sem uma política pública de incentivos aos investimentos em inovação não haverá mudança no cenário nacional. “O Brasil não precisa da inovação porque tem outras atividades, especialmente de extração, que suprem sua economia no curto prazo. Seria preciso haver uma Camex (Câmara de Comércio Exterior) para a inovação deslanchar”, diz Antônio Britto, presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), expondo a necessidade de centralização das atividades relacionadas ao impulso à inovação em um só lugar. Isa Assef, presidente da Abipti. Segundo ela, seria importante, por exemplo, o Brasil conduzir suas políticas de inovação de acordo com as prioridades do país, destacando temas como pré-sal e biodiversidade. “Por que não dar isenção fiscal a quem investe emeducação?”
Em 2009, a participação foi de 1,2% do PIB, e em 2008, de 1,1%. A expectativa do governo era de quem ao fim de 2010, ano que encerrou o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (Pacti), o percentual chegasse a 1,65%, puxado principalmente pelo aumento da participação do setor privado, hoje em 0,5%. A meta não foi cumprida. Procurado, o Ministério da Ciência e Tecnologia não respondeu à solicitação de entrevista. |


