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Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia

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Entrevistas Especiais
País precisa de política pública

Qui, 26 de maio de 2011
Brasil Econômico
Jornalista: CLÁUDIA BREDARIOLI


Por mais que experiências regionais como a de Manaus sejam bem-sucedidas, sem uma política pública de incentivos aos investimentos em inovação não haverá mudança no cenário nacional.

“O Brasil não precisa da inovação porque tem outras atividades, especialmente de extração, que suprem sua economia no curto prazo. Seria preciso haver uma Camex (Câmara de Comércio Exterior) para a inovação deslanchar”, diz Antônio Britto, presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), expondo a necessidade de centralização das atividades relacionadas ao impulso à inovação em um só lugar.


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Manaus organiza polo de incentivo à inovação

Qui, 26 de maio de 2011
Brasil Econômico
Jornalista: CLÁUDIA BREDARIOLI


Pela primeira vez, estado, empresas e instituições de pesquisa começam a atuar juntos


Muitas vezes, os esforços para impulsionar a inovação aparecem em ambientes nos quais outras atividades econômicas têm dificuldade de deslanchar. Por isso, num estado como o Amazonas, que tem no pescado a única autossuficiência na área alimentar eno qual as estradas são rios, a necessidade de buscar iniciativas inovadoras para sustentar a economia
parece ser latente. Porém, até poucos meses atrás, a região de Manaus, capital que concentra metade da população do estado, não dispunha de uma agenda coletiva de incentivo à inovação.

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Medicamento Popular

Qui, 19 de maio de 2011
Folha de São Paulo
Jornalista: Maria Cristina Frias


A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa) enviou nesta semana carta ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em que pede a negociação com os Estados sobre os tributos cobrados sobre medicamentos do programa Farmácia Popular.

Os remédios têm incidência tributária muito grande quando comparados com insumos agrícolas, rações e medicamentos de uso animal na pecuária, de acordo com o documento assinado pelo presidente da Interfarma, Antônio Britto.

"Como brasileiros, estamos felizes com o incentivo do governo à produção local e à popularização dos tablets e esperamos que os medicamentos tenham a mesma atenção e apoio", diz Britto.

 
Guerra biológica

Dom, 01 de maio de 2011
Folha de São Paulo
Jornalista: Iara Biderman


Eles atacam células específicas, Como as de um tumor. Feitos a partir de substâncias vivas, os remédios biológicos são considerados a principal inovação em medicamentos dos últimos anos.


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É hora de inovação

Abril de 2011
Revista ABCFarma
Jornalistas: CELSO ARNALDO ARAÚJO


Inovar para gerar riqueza, desenvolvimento e saúde - esse é o conceito básico por trás da Interfarma, Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, que representa 39 laboratórios, que respondem por 55% do mercado brasileiro de medicamentos e investiram no Brasil, em 2010, 252 milhões de dólares para produzir ou aperfeiçoar medicamentos que salvam vidas ou aumentam o bem-estar. Mas ainda há muito a ser feito para que o Brasil se torne uma potência produtora de patentes farmacêuticas. E é visando apressar esse futuro que a Interfarma estabeleceu um novo canal com o governo, para quebrar barreiras e facilitar pesquisas que gerem novos produtos. Seu presidente executivo, o jornalista Antônio Britto, ex-ministro da Previdência Social e governador do RS, está firmemente empenhado por esse Brasil que cresce guiado pela inovação. Em entrevista exclusiva à Revista ABCFARMA, ele fala dos planos da Interfarma – e de sua extraordinária experiência como irrepreensível assessor de imprensa do presidente Tancredo Neves naqueles dias de 1985 que paralisaram o país.


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Faltam bons candidatos a novos medicamentos

Dom, 27 de março de 2011
O Estado de São Paulo
Jornalistas: ALEXANDRE GONÇALVES e KARINA TOLEDO


O Food and Drug Administration (FDA), agência que controla remédios e alimentos nos EUA, reconhece que há uma crise de inovação no setor farmacêutico. As novas drogas são, normalmente, pequenas variações de moléculas consagradas.


Nelson Mussolini,do Sindusfarma, alega que a indústria farmacêutica é a segunda que mais investe em pesquisa e desenvolvimento, perdendo apenas para a de eletroeletrônicos. Segundo o presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Antônio Britto, cerca de 12% do faturamento das empresas é recolocado em pesquisa.


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Transparência em estudos e na relação com agências é solução

Dom, 27 de março de 2011
O Estado de São Paulo
Jornalistas: ALEXANDRE GONÇALVES e KARINA TOLEDO


Especialistas sugerem que processo de análise e aprovação de remédios sejam custeados com dinheiro público

Uma das saídas apontadas por especialistas para diminuir a pressão dos laboratórios sobre as agências reguladoras é garantir - por meio de mudança na legislação - que todo o processo de análise e aprovação de medicamentos seja custeado com dinheiro público. Atualmente, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, boa parte do orçamento das agências vem das taxas que a indústria paga quando pede avaliação de um produto.

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Práticas de farmacêuticas aumentam riscos de efeito adverso, diz cientista

Dom, 27 de março de 2011
O Estado de São Paulo
Jornalistas: ALEXANDRE GONÇALVES e KARINA TOLEDO

Livro que reúne estudos publicados nos últimos 40 anos aponta que 85% dos medicamentos aprovados no período são pouco inovadores

Usuários de medicamentos estão cada vez mais expostos ao risco de sofrer reações adversas graves por causa de problemas existentes no sistema de pesquisa, aprovação e divulgação de novas drogas. Para piorar, mais de 85% dos remédios lançados pela indústria nos últimos 40 anos oferecem pouca ou nenhuma vantagem terapêutica - quando comparados aos já existentes - que faça esse risco valer a pena.

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Indústria farmacêutica busca novo modelo de negócios

Ter, 22 de março de 2011
Saúde Business Web
Jornalista: VERENA SOUZA, de Boston


Parcerias entre empresas do segmento, terceirização de processos e PPPs são algumas das alternativas para maior sustentabilidade
 
Kaitin (Tufts): todas as farmacêuticas estão implementando novo modelo de desenvolvimento

O cenário, dos últimos dez anos, para a indústria farmacêutica é preocupante. A falta de confiança dos investidores é evidente, as normas regulatórias estão cada vez mais rígidas, o suporte público tem diminuído, o mercado tem ficado cada vez mais competitivo e o problema do tempo e do risco para o desenvolvimento de novas drogas persiste. Soma-se a isso o fato de que dezenas de patentes de remédios vão expirar até 2013. Em 2011, o medicamento Lípitor, que combate o colesterol, por exemplo, já teve sua patente quebrada no Brasil.



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Colesterol e artrite são próximos alvos de programa de remédios gratuitos

Qua, 23 de março de 2011
Valor Econômico
Jornalista: LUCIANO MÁXIMO


Depois de uma avaliação consensual do governo e de empresários de que o primeiro mês de distribuição gratuita de remédios para diabetes e hipertensão foi um sucesso absoluto, o Valor apurou que medicamentos para combater colesterol alto, problemas de tireoide, artrites e doenças infecciosas são candidatos para figurar na próxima lista de gratuidade do programa federal Aqui tem Farmácia Popular.


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