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Maioria dos ministérios reduziu ritmo de alta das despesas em 2011 |
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Sex, 03 de fevereiro de 2012
Valor Econômico Jornalista: Tainara Machado O esforço fiscal da União em 2011 levou os ministérios a diminuir o ritmo de alta das despesas no ano passado. A alta nominal dos gastos primários do Poder Executivo em 2011, em relação ao ano anterior, foi de 10,14%, ou R$ 61,6 bilhões. Em 2010, o aumento dos gastos dos ministérios e das secretarias vinculadas à Presidência da República havia sido de 15,7%.
Se considerada a estimativa do Tesouro Nacional para o avanço nominal do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, de 9,7%, o aumento real no ano passado foi pequeno, de 0,4%. A realidade para cada ministério, no entanto, difere. De 24 ministérios, segundo levantamento feito a pedido do Valor pela Comissão de Orçamento do Senado, apenas três - Agricultura, Cidades e Comunicações - aceleraram o ritmo de alta dos gastos entre 2010 e 2011, na comparação com a passagem 2009/2010.
Outras dez pastas, envolvidas principalmente na condução da política social e de projetos de infraestrutura, gastaram mais em 2011 em relação ao ano anterior, mas diminuíram o ritmo, se feita a comparação com o crescimento observado em 2010. O Ministério da Pesca e da Aquicultura também aumentou gastos em 2011, mas como só foi criado em 2009, não é possível a mesma comparação.
Seis ministérios reduziram despesas em 2011, em termos nominais, entre os quais Integração Nacional, Cultura e Turismo, pastas em que o contingenciamento de verbas discricionárias no início do ano foi significativo. O levantamento tomou como base apenas os gastos primários, com exclusão das despesas financeiras, como juros e amortização da dívida.
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Mercado Aberto: NO LABORATÓRIO |
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Sex, 03 de fevereiro de 2012
Folha de S.Paulo Colunista: Maria Cristina Frias As companhias dos setores manufatureiro e tecnológico são as que mais pretendem investir em pesquisa e desenvolvimento durante este ano, de acordo com estudo da Grant Thornton.
Essa é a estratégia de crescimento de 39% das empresas desses dois segmentos.
Em seguida, aparecem os setores de saúde, hoteleiro e alimentício, com 31%, 24% e 23%, respectivamente.
A média global é de 25%, segundo o levantamento.
Foram entrevistadas 2.800 empresas de capital aberto e fechado entre novembro e dezembro do ano passado.
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Polícia já prendeu 15 pessoas em 2 ações anteriores |
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Sex, 03 de fevereiro de 2012
Folha de S.Paulo Jornalista: Indefinido A operação de ontem foi a terceira contra suspeitos de desviar remédios de hospitais públicos. Em maio de 2010, seis pessoas foram presas sob suspeita de participar de roubos a um posto de distribuição de remédios da rede pública na zona sul de São Paulo. O prejuízo chegou a R$ 8 milhões.
O alvo dos roubos foi o remédio Mabthera, uma droga de alta tecnologia contra o câncer do sistema linfático. Cada caixa custa cerca de R$ 8.000, mas em razão de descontos obrigatórios por lei, a Secretaria da Saúde paga perto de R$ 6.000.
Em setembro de 2009, nove pessoas foram presas na primeira investida contra o desvio. Na ocasião, a polícia informou que o prejuízo chegava a R$ 40 milhões.
A quadrilha usava 13 distribuidoras para vender os remédios para hospitais e clínicas de 20 Estados e o DF -entre eles o Fleury Hospital-Dia, em Higienópolis.
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