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Brasil Introduz Vacina Inativada contra Poliomielite |
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Qua, 18 de janeiro de 2012
Sanofi Aventis
em seu Programa Nacional de Imunizações com a Vacina da Sanofi Pasteur - O fornecimento da vacina inativada contra a pólio (VIP) ao quinto país mais populoso do mundo representa um grande passo, possível graças à parceria entre a Sanofi Pasteur e Bio-Manguinhos, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz -
Sanofi Pasteur, a Divisão de Vacinas da Sanofi (EURONEXT: SAN e NYSE: SNY), anunciou hoje que o Brasil optou por introduzir a vacina inativada contra a pólio (VIP) em seu Programa Nacional de Imunizações com a vacina inativada contra a pólio da Sanofi Pasteur. As doses da vacina VIP serão fornecidas por Bio-Manguinhos, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio de um acordo com a Sanofi Pasteur. A vacina VIP será incluída no Programa Nacional de Imunizações a partir de 2012.
“A vacina inativada contra a pólio é o padrão de vacinação em países livres da doença. A Sanofi Pasteur congratula a decisão tomada pelo Brasil de introduzir esta vacina em seu programa público de imunização,” disse Olivier Charmeil, presidente e diretor-geral da Sanofi Pasteur. “Estamos orgulhosos por contribuir novamente com a história da saúde pública no Brasil por meio da parceria com a Fundação Oswaldo Cruz, para assegurar a disponibilidade da vacina VIP a milhões de crianças brasileiras,” acrescentou.
A região das Américas foi certificada como livre da pólio em 1994(1) pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O Programa Nacional de Imunizações do Brasil incluirá duas doses da vacina VIP, seguidas de duas doses da vacina VOP (vacinal oral contra a pólio).
“Esta iniciativa reafirma a posição da Fiocruz como uma instituição estratégica de Estado da saúde. Estamos muito orgulhosos de acrescentar a VIP, que vai propiciar a imunização de cerca de 3 milhões de crianças por ano, às contribuições já feitas no campo das vacinas", disse dr. Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz.
Mais de 60 países livres da pólio usam a VIP Um número cada vez maior de países livres da pólio adota a vacina VIP em seus programas nacionais de imunização. Atualmente, mais de 800 milhões de doses da VIP da Sanofi Pasteur e de vacinas contendo a VIP são distribuídas em todo o mundo.
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Pfizer analisa venda de ativos |
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Qua, 11 de janeiro de 2012
Brasil Econômico Jornalista: Indefinido O presidente-executivo da Pfizer, Ian Read, afirmou que companhia ainda não decidiu se venderá ou se apenas vai separar suas unidades de nutrição e de saúde animal. A decisão sobre o futuro das duas unidades deve sair até 2013.
O executivo também descartou fazer grandes aquisições neste ano. Nestle, Danone, Abbott Laboratories e Heinz estão entre os potenciais compradores da unidade de nutrição, apontam analistas de mercado.
A reestruturação da Pfizer faz parte dos planos de Read para deixar a maior fabricante de medicamentos mais enxuta e garantir fôlego para focar em novas drogas. A empresa também quer impulsionar as vendas do remédio para redução de colesterol Lipitor.
A unidade de nutrição é responsável por vendas de US$ 1,87 bilhão, entre vitaminas para gestantes e fórmulas de suplementos infantis. A Pfizer já anunciou que vai deixar de investir US$ 3,65 bilhões na unidade de saúde animal.
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GE Healthcare prevê crescer 20% este ano no país |
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Seg, 09 de janeiro de 2011
Valor Econômico Jornalista: Beth Koike Atuando desde janeiro de 2011 como unidade independente, a fabricante americana de equipamentos médicos GE Healthcare América Latina - que tem o Brasil como principal mercado - encerrou o ano passado com crescimento entre 25% e 30%. A previsão para este ano é aumento de 20% na receita.
A unidade brasileira representa cerca de um terço da receita de US$ 1 bilhão da GE Healthcare América Latina. Globalmente, a área de saúde da companhia americana fatura US$ 7 bilhões.
"Agora, temos mais autonomia para desenvolver estratégias específicas para o país. Desenvolvemos equipamentos médicos e formas de pagamento de acordo com a demanda brasileira" disse Rogério Patrus, presidente da GE Healthcare América Latina há um ano.
A aquisição de equipamentos como raio-x, ressonância, mamógrafos, entre outros, pode ser feita com cartão de crédito corporativo e financiamentos. Cerca de 70% das compras são fechadas com financiamentos de bancos privados ou por meio da financeira do grupo GE, a Health Financial Service (HFS). "Um dos nossos esforços é nacionalizar cada vez mais os equipamentos para que os financiamentos possam ser feitos também pelo BNDES", explicou Patrus.
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De olho em novos mercados, suíça Novartis decide investir no Brasil |
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Seg, 09 de janeiro de 2012 Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo Na busca por novos mercados para expandir seus negócios fora do eixo Estados Unidos-Europa, a farmacêutica suíça Novartis decidiu reforçar suas apostas no Brasil. Em entrevista ao Valor, Joe Jimenez, principal executivo global da companhia, disse que o grupo tem grandes planos para o país. "O Brasil é um dos principais países para investimento para a Novartis. A economia está crescendo e vemos o maior acesso da classe média à saúde", afirmou Jimenez, em entrevista por telefone. O executivo contou que assinou, no fim de novembro, uma carta de intenções com o Ministério da Saúde, selando uma importante parceria entre a companhia e governo brasileiro.
Os planos da Novartis para o Brasil incluem a construção de uma fábrica de biotecnologia para a produção de vacinas em Pernambuco, em um aporte estimado entre US$ 400 milhões e US$ 500 milhões, segundo Jimenez. A parceria também prevê a transferência de tecnologia para a produção de medicamentos nas áreas de oncologia, transplantes e neurociência. A Novartis vai reforçar pesquisas no desenvolvimento de produtos para as chamadas doenças tropicais, como dengue e Chagas, além de ampliar seu programa de combate à hanseníase no país.
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Indústria defende segurança dos medicamentos |
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Sex, 23 de dezembro de 2011
Folha de S.Paulo Jornalista: Débora Mismetti A Boehringer Ingelheim, fabricante do Pradaxa, afirmou, por meio de nota, que qualquer remédio anticoagulante pode causar sangramentos. No entanto, diz o laboratório, estudos mostraram que esse risco é menor para pacientes que tomam Pradaxa do que nos tratados com varfarina. "A empresa analisa qualquer evento adverso, fatal ou não, com muita seriedade e monitora de perto a segurança de todos os seus produtos."
A Bayer, que produz o Xarelto, afirma que o benefício de impedir um AVC supera os riscos de efeitos adversos.
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Duas drogas aumentam em meses sobrevida no câncer de mama |
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Sex, 09 de dezembro de 2011 O Globo Jornalista: Andrew Pollack FDA estuda aprovação de medicamentos, apresentados em congresso nos EUA Duas novas drogas podem retardar em vários meses o avanço do câncer de mama, mesmo em estágio avançado, lançando novas opções para tratamento de mulheres com a doença. As drogas são resultado de pesquisas de laboratórios diferentes: pertuzumab, da Genentech, e everolimus, da Novartis. Em ambos os casos, ensaios clínicos comprovaram que os dois medicamentos conseguem prolongar a vida. Os resultados dos dois estudos foram publicados no The New England Journal of Medicine e apresentados, esta semana, no San Antonio Breast Cancer Symposium, nos EUA.
A droga pertuzumab foi concebida para complementar o tratamento com Herceptin, um remédio campeão de vendas do laboratório Genentech. Foi usada em 20 pacientes cujos tumores da mama têm níveis elevados de uma proteína chamado Her2. Ambos os medicamentos bloqueiam a ação da proteína, mas de maneiras diferentes.
Num ensaio clínico em estágio final envolvendo 808 pacientes, mulheres foram aleatoriamente escolhidas para receber pertuzumab, Herceptin e docetaxel nas sessões de quimioterapia. A média de sobrevida das pacientes aumentou, em média para 18,5 meses. Significativamente maior do que a sobrevida de 12,4 meses para aquelas que recebem um placebo, Herceptin e docetaxel.
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Contra perda de patente, aposta em doença rara |
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Sex, 09 de dezembro de 2011 Valor Econômico Jornalista: Simeon Bennett e Bloomberg Businessweek Em 2005, a Shire enfrentou um cenário que hoje é familiar à maioria das companhias farmacêuticas globais. Seu medicamento mais vendido, uma pílula para o tratamento do déficit de atenção chamada Adderall XR, estava para perder a proteção de patente, ameaçando metade de seu faturamento. A resposta da Shire foi pagar US$ 1,6 bilhão pela Transkaryotic Therapies, uma companhia deficitária com mais dívidas que vendas, e um punhado de medicamentos para o tratamento de doenças genéticas raras que afligem o número reduzido de 2.000 pessoas no mundo.
A ação da Shire caiu 11% em dois dias, pois os investidores questionaram os critérios do negócio. Desde então, porém, o preço das ações mais que triplicou, transformando-se no papel de segundo melhor desempenho entre as 30 maiores companhias farmacêuticas do mundo. Os medicamentos que ela conseguiu com a compra da Transkaryotic, alguns com preços superiores a US$ 300 mil ao ano por paciente, estão entre os mais caros do mundo. Os produtos geraram vendas de quase US$ 3 bilhões e o crescimento tem sido de mais de 10% ao ano. "Foi uma aquisição fantástica para a Shire", diz Adrian Howd, analista do Barenberg Bank, que mostrou-se indiferente ao negócio quando ele foi anunciado. "Na época, pareceu um passo bem audacioso longe de sua área de conhecimento. Acho que inicialmente ninguém viu o potencial pleno do negócio."
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O nome do remédio na 'dose certa' |
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Qui, 08 de dezembro de 2011 Valor Econômico
Jornalista: Mônica Scaramuzzo Três anos antes de o Viagra, da Pfizer, perder a patente no Brasil, vários laboratórios brasileiros já se movimentavam nos bastidores para colocar no mercado suas cópias. A estratégia das farmacêuticas não estava focada somente nos genéricos, que têm nos preços mais baixos seu principal apelo, mas também nos produtos similares, conhecidos como medicamentos de marca.
A escolha do nome de um medicamento similar é um processo longo e começa a ser feita meses antes de o remédio de referência perder a patente. Além dos trâmites burocráticos, que incluem os registros no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as farmacêuticas gastam muita pólvora para ter a melhor "sacada" e eleger um nome que se torne atraente para a classe médica.
Tradicionalmente, a escolha da marca de um medicamento é associada ao nome do princípio ativo, à doença, aos benefícios promovidos com a medicação, ou uma combinação de parte ou de todos esses critérios. Nos últimos anos, contudo, a criatividade dos laboratórios tem extrapolado esses critérios, como forma de colocar seus produtos em evidência. No caso dos genéricos, não há problemas, uma vez que o produto é identificado pelo princípio ativo. "A marca é o diferencial da commodity", diz uma fonte do setor.
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Sex, 27 de maio de 2011 Valor Econômico Jornalista: VANESSA DEZEM e IVO RIBEIRO
O novo tratamento da Novo Nordisk para diabetes do tipo 2, o Victoza, será vendido no formato de caneta injetável, contendo doses suficientes para 15 dias. O preço ao consumidor do pacote com duas canetas vai variar de R$ 360 a R$ 390, sem as agulhas, incluindo impostos sobre o produto.
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Novo Nordisk traz o Victoza e prevê elevar venda no país |
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Sex, 27 de maio de 2011 Valor Econômico Jornalista: VANESSA DEZEM e IVO RIBEIRO
Chega ao Brasil a nova grande aposta da farmacêutica multinacional Novo Nordisk. O medicamento para controle do diabetes do tipo 2 Victoza é considerado pela empresa seu novo 'blockbuster': até o fim do ano, as projeções da dinamarquesa apontam vendas de US$ 1 bilhão no mundo. E a companhia conta com seus negócios no Brasil, um dos mercados emergentes com a economia em alta, para esse impulso.
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Sandoz amplia presença no Brasil com genérico biológico |
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Ter, 24 de maio de 2011 Valor Econômico Jornalista: VANESSA DEZEM
A Sandoz, o braço de genéricos do grupo suíço farmacêutico Novartis, está entrando no segmento de medicamentos biológicos como forma de ampliar sua atuação no país. "Essa é uma demanda ainda não atendida no Brasil. Há pouco acesso a esses medicamentos e a Sandoz quer torná-los acessíveis", disse ao Valor o diretor-executivo global da companhia Jeff George.
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Takeda compra suíça Nycomed de olho no mercado dos emergentes |
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Sex, 20 de maio de 2011 Brasil Econômico Jornalista: MARTHA SAN JUAN FRANÇA
Laboratório japonês paga R$ 22,08 bilhões pela fabricante da Neosaldina e Dramin, que possui forte presença em países como Brasil e Rússia. A farmacêutica japonesa Takeda anunciou ontem o acordo de compra da Nycomed, conhecida no Brasil pelas marcas de medicamentos como Neosaldina e Dramin, por € 9,6 bilhões (R$ 22,08 bilhões). Segundo Tobias Cottman, porta-voz da empresa, a transação deve ser concluída até o fimde setembro.
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Takeda Pharma vai comprar suíça Nycomed por US$ 13,6 bi |
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Qui, 19 de maio de 2011 Portal Terra
A Takeda Pharmaceutical, maior companhia farmacêutica do Japão, vai comprar a rival suíça Nycomed por US$ 13,6 bilhões para obter acesso a um novo medicamento aprovado para tratamento de doenças pulmonares, que deve se provar uma importante fonte de crescimento de receita.
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GE Healthcare aposta no setor público |
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Ter, 03 de maio de 2011 Valor Econômico Jornalista: VANESSA DEZEM
"Queremos ganhar força junto ao governo", diz Patrus, o presidente da GE Healthcare para a América LatinaCom nova estrutura organizacional, a GE Healthcare, o braço de saúde da multinacional americana, está se voltando para uma aproximação do poder público. Na América Latina, a empresa quer dobrar sua participação no governo em dois anos. "Estamos aumentando a equipe para ganhar força na atuação junto ao governo", afirmou ao Valor, o presidente da GE Healthcare para a América Latina, Rogério Patrus. Esse é um dos pilares da gestão do executivo, que assumiu o cargo em fevereiro. Segundo ele, a equipe com foco em governo hoje é pequena (formada por menos de dez funcionários), mas crescerá para 25 pessoas, que deverão negociar e apresentar as novas tecnologias da empresa. A GE calcula que cerca de 40% dos investimentos em saúde da região vêm do poder público.
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Merck muda comando e foca pesquisa |
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Sex, 29 de março de 2011 Valor Econômico Jornalista: Tom Randall, da Bloomberg Businessweek
No começo de janeiro, menos de duas semanas depois de assumir como presidente-executivo da Merck, Kenneth C. Frazier ficou sabendo que uma comissão de segurança havia bloqueado um estudo quase concluído sobre um medicamento experimental envolvendo 13.000 pacientes. Tratava-se do vorapaxar, um anticoagulante que vinha sendo tratado como a joia da coroa da fila de lançamentos planejados pela Merck. Alguns analistas previam que as vendas poderiam chegar a US$ 5 bilhões por ano.
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Sanofi constrói na França fábrica para vacina contra dengue |
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Qui, 31 de março de 2011 Brasil Econômico Jornalista: CLAUDIA BREDARIOLI
Primeira indústria farmacêutica a chegar à fase final de testes para o desenvolvimento de uma vacina contra a dengue, a francesa Sanofi Pasteur, divisão de vacinas do Grupo Sanofi-Aventis, investe €300 milhões (R$ 699 mi) na finalização da construção de uma fábrica em Neuville, na França, para produção da nova vacina.
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Genzyme ganha força no Brasil após venda para a Sanofi-aventis. |
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Ter, 29 de março de 2011 Brasil Econômico Jornalistas: CLAUDIA BREDARIOLI
Farmacêutica americana deve permanecer em divisão separada dos franceses e aquisição vai impulsionar os negócios da companhia em mercados emergentes
Um dos líderes globais da farmacêutica Genzyme, o brasileiro Rogério Vivaldi, vice-presidente global da companhia e presidente da área renal e de endocrinologia, é um dos executivos envolvidos no processo de integração com a francesa Sanofi-aventis que, no mês passado, adquiriu a indústria americana por US$ 20,1 bilhões. Segundo ele, os acertos sobre a consolidação da compra devem ser finalizados nas próximas seis semanas, mas já está certo que a Genzyme deverá se estabelecer como uma divisão isolada, com manutenção de sua marca, e deve ampliar sua atuação em mercados emergentes — com destaque para China e Basil — em razão do posicionamento que a Sanofi tem nesses países.
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Pfizer vai perder US$ 29 bilhões com fim de patentes até 2013 |
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Seg, 28 de março de 2011 O Globo online Jornalistas: JACQUELINE FALCÃO
A Pfizer lidera o ranking das farmacêuticas mais afetadas com o fim das patentes de remédios. A previsão são cerca de US$ 29,2 bilhões até 2013. Em segundo lugar, vem a Lilly com US$ 12,9 bilhões. A terceira é a Bristol-Meyers Squibb, com US$ 11,3 bilhões. A patente do Liptor, medicamento para colesterol mais vendido no mundo, termina em novembro. Só o Liptor, representa receita de US$ 12, 9 bilhões para a Pfizer. |
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Johnson & Johnson investe US$ 5 bilhões P&D por ano |
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Seg, 28 de março de 2011 Saúde Business Web
Além de buscar competir no mercado de vacinas, a companhia aposta em três novos medicamentos; para hepatite C, câncer de próstata e psoríase
Com um faturamento de US$ 61,6 bilhões em 2010, a gigante Johnson & Johnson aposta, em 2011, no mercado de vacinas e em três novos medicamentos.
Depois da aquisição da biofarmacêutica Crucell por US$ 2,41 bilhões no final de 2010, a empresa americana planeja impulsionar os negócios no desenvolvimento, produção e comercialização de vacinas em todo o mundo. As áreas foco serão: doenças infecciosas, metabólicas, neurológicas e imunológicas. |
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Dom, 27 de março de 2011 Isto É Dinheiro Jornalista: CARLOS EDUARDO VALIM
Para a Pfizer, a maior empresa farmacêutica do mundo, 2011 será um ano de término e ressurreição. Em novembro deste ano, a fabricante do Lipitor, medicamento para colesterol responsável por US$ 12,5 bilhões de vendas anuais, vai perder a sua patente, nos Estados Unidos – no Brasil, isso já aconteceu.
No meio de uma onda que varre os direitos de exploração comercial exclusiva de muitas das drogas mais valiosas do mundo, nenhuma outra farmacêutica deverá sofrer tanto.
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Capacidade será ampliada em 30% neste ano |
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Qui, 24 de março de 2011 Brasil Econômico Jornalista: FRANÇOISE TERZIAN
No início do próximo ano a empresa deve passar a produzir o sabonete Dettol no país
Com ajustes mensais, a Reckitt Benckiser deve chegar ao final de 2011 com uma capacidade instalada e um sistema logístico 30% superiores aos registrados por sua unidade industrial da Raposo Tavares no ano passado. “As vendas de produtos de limpeza avançam no Brasil e nós estamos crescendo além do país. Se o Brasil continuar a crescer neste ritmo, nós teremos que acompanhá-lo. Há, hoje, mais de 100 mil metros quadrados de área livre emnosso terreno a serem ocupados, o que significa que não será necessário ter uma segunda fábrica no Brasil”, afirma Frederic Larmuseau, vice-presidente sênior da Reckitt Benckiser para a América Latina.
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Reckitt muda estratégia para garantir 30% da receita com remédios |
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Qui, 24 de março de 2011 Brasil Econômico Jornalista: FRANÇOISE TERZIAN
O ano de 2011 mal começou e a subsidiaria brasileira da inglesa Reckitt Benckiser, fabricante de produtos de limpeza detentora das marcas Veja, Vanish, Harpic, SBP, AirWick e Lysol, ja trabalha em ritmo frenético de crescimento. As vendas saltaram 20% neste primeiro trimestre e a sua única unidade industrial instalada no Brasil passa por ampliações mensais da capacidade produtiva.
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Novartis toma conta das vendas de OTC da Bristol |
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Ter, 15 de março de 2011 Valor Econômico Jornalista: VANESSA DEZEM
Para se fortalecerem em um mercado altamente competitivo, cada vez mais marcado pela presença dos genéricos, a Bristol-Myers Squibb (BMS), dos EUA, e a suíça Novartis assinaram um acordo por meio do qual o laboratório europeu passa a ser a responsável pelas vendas dos medicamentos sem prescrição médica (OTC) da americana no Brasil.
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Nycomed quer ampliar vendas para classe C |
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Qui, 03 de março de 2011 Brasil Econômico Jornalista: MARTHA SAN JUAN FRANÇA
A farmacêutica Nycomed, com sede na Suíça, está decidida a aumentar sua participação nos mercados emergentes, especialmente no Brasil, onde está de olho no aumento do poder aquisitivo da classe C. Nos três últimos meses, a empresa recrutou e treinou mais 130 funcionários para expandir as vendas de seus medicamentos para hospitais e clínicos gerais. “Atualmente somos o segundo mercado da Nycomed no mundo, atrás da Rússia, e queremos ser o primeiro”, afirma Luiz Eduardo Violland, principal executivo do grupo no país.
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Bayer lança cinco medicamentos e planeja aporte de € 8 milhões |
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Qua, 23 de fevereiro de 2011 Brasil Econômico Jornalistas: Martha San Juan França
O Brasil está na rota de crescimento da Bayer Health Care neste ano. A divisão farmacêutica da multinacional alemã pretende lançar cinco novos produtos em 2011, entre eles, o contraceptivo oral Qlaria, que acaba de receber autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para comercialização no país.
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Sanofi-Aventis compra Genzyme por US$ 20,1 bi |
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Qui, 17 de fevereiro de 2011 Valor Econômico
A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis SA concordou em comprar a Genzyme Corp., em uma transação em dinheiro avaliada em US$ 20,1 bilhões pela companhia americana de biotecnologia, encerrando meses de discussões empresariais.
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Shire chega ao Brasil para brigar com Novartis e J&J |
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Ter, 15 de fevereiro de 2011 Brasil Econômico Jornalistas: Françoise Terzian
Cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um problema neurobiológico que surge na infância e costuma acompanhar o indivíduo por toda a vida. Os principais transtornos são desatenção, inquietude e impulsividade e podem ser tratados com medicamentos. Hoje, a venda de drogas nesse mercado movimenta por volta de US$ 30 milhões no Brasil e está concentrada nas mãos de duas gigantes do ramo farmacêutico: a suíça Novartis e a americana Janssen-Cilag, da Johnson&Johnson.
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Sanofi e Genzyme perto de anúncio |
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Seg, 07 de fevereiro de 2011 Valor Econômico Jornalistas: Gina Chon e Anupreeta Das, The Wall Street Journal
A Sanofi-Aventis SA está demorando mais do que se previa para analisar a Genzyme Corp., que ela planeja comprar, mas as duas empresas estão confiantes de que podem selar um acordo no começo desta semana, disseram pessoas a par da questão.
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Câncer deve atingir neste ano 500 mil brasileiros |
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Sab, 05 de fevereiro de 2011 O Estado de São Paulo Jornalistas: BRUNO BOGHOSSIAN O Brasil deve registrar neste ano 500 mil novos casos de câncer,segundoestimativa divulgada ontem pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). O dado indica um leve aumento em relação à previsão feita no ano passado pela entidade, de 489 mil casos. A aceleração da ocorrência de casos no País seria reflexo de uma tendência mundial, mas passou as erregistrada mais recentemene no Brasil por causa do envelhecimento da população e dos avanços no tratamento de doenças infecciosas,antigas causas mais frequentes de morte. Segundo o Inca, os gastos do Ministério da Saúdecomo atendimento de pacientes com câncer cresceu 20% entre 2000 e 2007, atingindo R$ 1,4 bilhão. São custos que cobrem a internação de 500 mil pessoas por ano, 235 mil sessões de quimioterapia e 100 mil de radioterapia por mês. “Estamos diante de um cenário provocado por progressos que permitiram o envelhecimento da população, mas que também proporcionaram hábitos como a alimentação inadequada e a falta de atividades físicas”,alertou o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini.
Durante evento que marcou o Dia Mundial do Câncer na sede do Inca, o ministro da Saúde,Alexandre Padilha, anunciou que o novo governo pretende ampliar o acesso ao tratamento de câncer na rede pública e intensificar o controle de qualidade de exames preventivos, como objetivo dei mpedir erros de diagnóstico. Além do estabelecimento de convênios com a indústria farmacêutica para reduzir os preços de medicamentos, como alguns remédios indicados para o combate à leucemia,Padilha destacou que há um esforço para proporcionar a detecção precoce de alguns tipos da doença. Para evitar diagnósticos falhos, o ministério quer criar uma rede de monitoramento de 1,3 mil equipamentos usados para identificação do câncer de mama. “Nós vamos criar um grande programa nacional d avaliação da qualidade dos exames de mamografia, para que as análises realizadas no Brasil tenham a qualidade necessária”, afirmou. Em parceria com o Inca, a pasta que ravaliara qualidade de exames que detectam o câncer de colo uterino para ajudar municípios onde o índice de diagnóstios falhos chega a 50%, por causa de equipamentos degradados ou material inadequado. Doenças crônicas. O Inca e o ministério lançaram um alerta para a necessidade de prevenir outras doenças crônicas, como diabete, doenças cardiovasculares e respiratórias. Um documento apresentado ontem aponta que, ao lado do câncer, elas consomem mais de 70% dos gastos com atendimento e tratamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e são responsáveis por 67% das mortes no País. Em setembro, o governo deve apresentar na Assembleia Geral da ONU uma agenda estratégica de ações para reduzir o número de casos e o impacto do câncer e outras doenças crônicas no sistema público de saúde.O tema foi incluído na pauta do evento por decisão das Nações Unidas.
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Daiichi Sankyo amplia fábrica e foca AL |
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Sex, 04 de fevereiro de 2011 Valor Econômico Jornalistas: MÔNICA SCARAMUZZO
O laboratório japonês Daiichi Sankyo está dobrando sua capacidade de produção de medicamentos no Brasil. Única farmacêutica de origem nipônica com fábrica instalada no país, a companhia está investindo na ampliação de sua unidade, de olho no potencial de crescimento do mercado nacional e também na América Latina. |
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Roche estuda fazer pesquisa em oncologia no Brasil |
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Qui, 03 de fevereiro de 2011 Brasil Econômico Jornalista: CLAUDIA BREDARIOLI
Brasil e China foram, em 2010, os países que apresentaram os maiores crescimentos porcentuais em desempenho de vendas globais do grupo farmacêutico suíço Roche. Apesar da potência e do volume do mercado chinês, está no país líder da América Latina o melhor resultado quando se trata da comercialização de tecnologia de ponta para a indústria farmacêutica.
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STJ contraria a Sanofi e nega extensão de patente |
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Ter, 18 de janeiro de 2011 DCI Jornalista: ANDRÉIA HENRIQUES
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu mais uma decisão desfavorável para as grandes empresas multinacionais do setor farmacêutico e disse que as extensões da validade das patentes não são devidas. A 3ª Turma negou pedido do laboratório Sanofi-Synthelabo para estender o prazo de proteção à patente do medicamento Plavix, indicado para casos de infarto, acidente vascular e doença arterial.
A patente desse medicamento é do tipo pipeline, criada com a Lei de Propriedade Industrial em 1996 para proteger invenções farmacêuticas e químicas. O mecanismo previu a revalidação das patentes registradas no exterior. Os laboratórios tiveram um ano para requerer a patente ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e a validade foi fixada considerando o primeiro depósito no exterior.
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Sanofi-Aventis negocia um acordo com a Minancora |
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Sex, 14 de janeiro de 2011
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis negocia acordo de distribuição dos produtos da companhia Minancora no Brasil, apurou o Valor. Com quase 100 anos e de capital nacional, a Minancora é uma das marcas mais tradicionais do país. As negociações entre as duas empresas estão em curso e deverão ser concluídas em fevereiro. Procuradas, a Minancora e a Sanofi confirmaram as negociações, mas não detalharam como será a operação. As companhias negam, contudo, que esse acordo possa incluir aquisição futura do grupo brasileiro pela multinacional.
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Novartis faz parceria para estudar doença tropical no Brasil |
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Qui, 13 de janeiro de 2011
Brasil Econômico Cláudia Bredarioli
Companhia planeja incluir o país para receber incentivos ao desenvolvimento de pesquisas ligadas a dengue e outros males.
Na contramão das ações desenvolvidas pela maioria das indústrias farmacêuticas globais, a Novartis investe anualmente cerca de US$ 40 milhões em pesquisas para o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para doenças tropicais por meio de seus institutos.
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Remédio para parar de fumar é ligado a suicídios nos EUA |
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Sab, 08 de janeiro de 2011
Folha de São Paulo O laboratório Pfizer é alvo de mais de mil ações na Justiça dos EUA, sob a acusação de que o Champix, remédio para parar de fumar, pode causar depressão e tendências suicidas.
O medicamento é autorizado em quase 90 países, incluindo o Brasil, e é usado por cerca de 7 milhões de pessoas nos Estados Unidos.
Um juiz do Estado de Alabama analisa o grande número de ações apresentadas por familiares ou antigos usuários do Champix.
O promotor Ernest Cory acusa a Pfizer de negligência por ter introduzido o medicamento no mercado, em 2006.
Cory compila queixas de usuários sobre "problemas neuropsicológicos", incluindo "suicídios, tentativas de suicídio, crises convulsivas e desmaios". |
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Publicados no The New England Journal of Medicine resultados positivos do estudo de Fase II sobre o BSI-201 (Iniparib) no tratamento do câncer de mama metastático triplo negativo |
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Qua, 05 de janeiro de 2011
The New England Journal of Medicine
Paris (França) – A sanofi-aventis (EURONEXT: SAN e NYSE: SNY) e a BiPar Sciences, sua filial integralmente adquirida, anunciam hoje que o The New England Journal of Medicine (NEJM) publicou os resultados finais do estudo de Fase II sobre o medicamento experimental BSI-201 (iniparib1). Os resultados demonstram importante benefício clínico em mulheres com câncer de mama metastático triplo negativo (CMTN), tratadas com o BSI-201 (iniparib), associado aos agentes quimioterápicos gencitabina e carboplatina. Embora não seja um critério de avaliação pré-definido do estudo, a sobrevida global também apresentou aumento significativo em mulheres tratadas com o BSI-201 (iniparib). O estudo “Iniparib plus Chemotherapy in Metastatic Triple-Negative Breast Cancer” (“Iniparib mais Quimioterapia no Câncer de Mama Metastático Triplo Negativo”) foi publicado em 5 de janeiro de 2011 na versão online do New England Journal of Medicine e será publicado em edição impressa em 20 de janeiro de 2011. Os resultados do estudo foram apresentados no 35º Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) em Milão, Itália. “Estes resultados publicados demonstram que a associação de gencitabina e carboplatina oferece melhora significativa no benefício clínico em mulheres com câncer de mama metastático triplo negativo, uma forma agressiva de câncer de mama, para a qual não há atualmente tratamentos padrões específicos aprovados”, disse o dra. Joyce O’Shaughnessy, principal pesquisadora do estudo e copresidente do Programa de Pesquisa do Câncer de Mama do Centro de Câncer Baylor-Charles A. Sammons, em Dallas, Texas. |
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Eurofarma e Cristália costuram acordo |
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Qua, 15 de dezembro de 2010
Valor economico
Mônica Scaramuzzo
As farmacêuticas nacionais Eurofarma e Cristália estão costurando um acordo para o desenvolvimento de medicamentos. O anúncio deverá ser feito nas próximas semanas.
Com tradição em inovação e pipeline (produtos em fase de desenvolvimento), a Cristália tem um portfólio com forte potencial de apelo no mercado, sobretudo na área de anestésicos, que interessa à Eurofarma.
Procurada, a Cristália informou que esse possível acordo ainda está em fase embrionária. Maria Del Pilar Munoz, diretora de sustentabilidade e novos negócios da Eurofarma, afirmou que "as companhias estudam um modelo de negociação sinérgico para as duas empresas". A executiva descartou fazer fusão entre os dois laboratórios ou adquirir uma participação na Cristália.
As duas farmacêuticas nacionais estão conversando há alguns meses sobre esse novo modelo de negócios. Com expertise em inovação, a Cristália está desenvolvendo novos medicamentos, com possibilidade de serem aprovados no mercado nacional. A Eurofarma, com maior escala em território nacional, tem condições de fazer a distribuição e promoção desses produtos no mercado interno.
Na semana passada, a Eurofarma anunciou a compra do laboratório Segmenta, com sede em Ribeirão Preto (SP). Essa transação foi a porta da entrada da a companhia no mercado de soro hospitalar, área onde o laboratório paulista ainda não tinha participação. A empresa já atua no segmento hospitalar, com fornecimento de medicamentos injetáveis. O valor do negócio não foi divulgado. Fontes do setor afirmam, contudo, que a compra saiu por volta de R$ 400 milhões. A executiva não confirmou esses valores, mas afirmou que foi a maior aquisição da história do grupo farmacêutico.
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Novartis compra fatia remanescente na Alcon por US$ 12,9 bilhões |
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Qua, 15 de dezembro de 2010
Valor econômico Associated Press
GENEBRA - A empresa farmacêutica suíça Novartis alcançou um acordo com acionistas minoritários da Alcon para completar a compra de US$ 51 bilhões da empresa de produtos oftalmológicos, o maior acerto desta natureza na história corporativa suíça.
A Novartis disse que o custo de adquirir a fatia minoritária remanescente na Alcon de 23% é de US$ 12,9 bilhões, ou cerca de US$ 1 bilhão a mais do que tinha oferecido inicialmente.
Analistas do Zuercher Kantonalbank disseram que o acordo afasta incertezas que o mercado poderia ter com relação à Novartis e vai ajudar a companhia a aproveitar melhor o amplo portfólio da Alcon em medicamentos oftalmológicos, soluções de lentes de contato e produtos cirúrgicos oftalmológicos.
A Novarits vai pagar aos acionistas minoritários da Alcon o equivalente a US$ 168 por ação, um aumento de 9% em relação à primeira oferta, de US$ 154 o papel. O desembolso será formado por 2,8 ações da Novartis mais a diferença em dinheiro. Se as 2,8 ações da Novartis valerem mais de US$ 168, a companhia vai diminuir o número de ações que vão ser transferidas.
Os acionistas minoritários da Alcon tinham rejeitado a proposta anterior da Novartis e ameaçavam com uma ação jurídica alegando que eles receberiam menos por ação do que o principal acionista da Alcon, a Nestlé.
A oferta melhorada de US$ 168 por ação é equivalente ao preço médio da Novartis pago à Nestlé por sua participação de 77%, que foi adquirida em duas etapas começando em 2008.
A Novartis notou que a combinação da Alcon com sua divisão de cuidados oftalmológicos vai produzir uma economia de custo anual de US$ 300 milhões.
"Com este passo, a Novartis assume o controle, tornando-se a líder global em cuidados com os olhos", sustentou o presidente da Novartis, Daniel Vasella, em nota.
No ano passado, a Alcon registrou vendas anuais de US$ 6,5 bilhões e lucro líquido de US$ 2 bilhões. Possui mais de 15 mil empregados em 75 países.
A nova divisão de cuidados oftalmológicos, que vai ser dirigida pelo atual executivo-chefe da Alcon, Kevin Buehler, vai incorporar a CIBA Vision da Novartis e uma série de medicamentos.
A Novartis espera que a fusão seja concluída em 1 de abril de 2011.
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Sanofi deverá persistir por Genzyme |
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Seg, 13 de dezembro de 2010
Valor Econômico Jornalista: Ben Hirschler
A oferta de US$ 18,5 bilhões em dinheiro da farmacêutica Sanofi-Aventis pela Genzyme deve ser estendida à medida que se aproxima o prazo final sem nenhum sinal de vitória, sinalizando para uma batalha de aquisição que deve prosseguir até o próximo ano. As ações da Genzyme ainda estão sendo negociadas acima dos US$ 69 por papel propostos pela francesa.
A prorrogação da oferta da Sanofi, nas mesmas condições de preço, daria tempo extra para a busca de compromissos de que o negócio seja fechado.
A ideia de adicionar um montante variável a depender do desempenho dos negócios futuros da Genzyme é bem aceita pela empresa-alvo. Markus Manns, gestor de recursos da Union Investment em Frankfurt e que está entre os 20 maiores investidores da Sanofi, disse acreditar que essa seria uma solução possível para o impasse.
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EUA relatam abusos da Pfizer e da Shell na Nigéria |
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Sex, 10 de dezembro de 2010 Valor Econômico
O maior laboratório farmacêutico do mundo, a Pfizer, contratou detetives para levantar evidências de corrupção contra o procurador-geral da Nigéria como forma de pressioná-lo a arquivar um processo contra a empresa.
A informação foi veiculada ontem pelo site do jornal britânico "The Guardian" e se baseia em despachos secretos da embaixada americana em Abuja obtidos pelo WikiLeaks. O jornal também divulgou comunicados que afirmam que a Shell tinha acesso a informações privilegiadas do governo nigeriano.
A Pfizer estava sendo processada por autoridades nigerianas que acusavam a empresa de ter usado indevidamente uma droga experimental, o Trovan, contra meningite em um grupo de crianças durante um surto da doença em 1996.
Num comunicado, diplomatas americanos relatam o que ouviram após uma conversa com o representante da empresa na Nigéria: "Segundo [Enrico] Liggeri, a Pfizer tinha contratado investigadores para descobrir ligações com corrupção do procurador-geral da União, Michael Aondoakaa, para expô-lo e pressioná-lo e desistir dos processos federais. Ele disse que os investigadores da Pfizer estavam repassando as informações para a imprensa local".
A empresa afirmou que chegou a um acordo em 2009 e que o conteúdos dos despachos vazados são "completamente falsos".
No caso da Shell, diplomatas americanos relatam que a executiva-chefe da empresa, Ann Pickard, disse à Embaixada que havia infiltrado funcionários em todos os ministérios do país e que isso dava à petroleira "acesso a tudo o que estava sendo feito naqueles ministérios". A empresa não se pronunciou ontem sobre o episódio.
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Leo Pharma desembarca em 2011 |
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Qui, 2 de dezembro de 2010
Valor Econômico Adriana Mattos
O laboratório dinamarquês Leo Pharma, fabricante de dermocosméticos, decidiu entrar no mercado brasileiro. A empresa finaliza neste mês o contrato de distribuição de produtos com a Roche no Brasil e se prepara para começar a atuar no país por meio da importação e da distribuição de sua linha a partir de 2011. A Leo Pharma concorre no mundo com empresas como os laboratórios Stiefel e a Johnson & Johnson. Com previsão de receita bruta no mundo de cerca de €1 bilhão neste ano e 3,2 mil empregados em 50 países, a companhia cresce a uma média anual de 5% desde 2005, segundo os últimos balanços financeiros, e uma entrada mais forte no Brasil pode acelerar esse ritmo de crescimento, na avaliação da empresa.
Ainda há outro fator que pesou na decisão da matriz. Foi dado o aval para o projeto no Brasil depois que a empresa decidiu consolidar a aquisição de uma companhia nos EUA, a Peplin, comprada em 2009. "A ideia foi focar em um projeto principal de cada vez. O novo negócio nos Estados Unidos já está dando resultados e agora, acreditamos que é a vez do Brasil", diz Heloisa Simão, diretora geral da Leopharma no Brasil desde novembro do ano passado.
De acordo com a executiva, a multinacional planeja atingir um faturamento anual de US$ 20 milhões a US$ 30 milhões em três anos de operação no Brasil. Não está descartada a abertura de uma fábrica no país. Existem cinco unidades fabris da Leo Pharma no mundo. "É algo que vamos tratar no futuro e seria uma fábrica para atender apenas o mercado brasileiro", disse Heloisa
Concorrente de grupos como Stiefel, Johnson & Johnson e Sanofi-Aventis, a Leo Pharma é uma das poucas companhias desse segmento de dermatologia que não possui divisão de consumo, com a venda de mercadorias sem prescrição médica. Esses segmentos têm crescido de forma acelerada, principalmente em mercados emergentes, o que tem ajudado a turbinar os ganhos das rivais. A atuação da Leo Pharma é focada em produtos para doenças de pele, como psoríase e eczemas. Segundo Heloisa, o plano da empresa no Brasil é iniciar a venda com uma linha de quatro produtos em 2011 - o pedido de comercialização já foi feito à Anvisa, agência reguladora do setor. No ano seguinte serão mais quatro novos itens. |
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Genzyme planeja expansão no Brasil |
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Sex, 26 de novembro de 2010
Guia da Farmácia
Independentemente do futuro da Genzyme, que recebeu oferta da francesa sanofi-aventis para obter o seu controle, o laboratório americano mantém firme seus planos de expandir seus negócios no Brasil. Segundo reportagem do Valor Econômico, embora haja intenção de ter uma fábrica própria no País, a expansão, nesse primeiro momento, ainda deverá ser por meio de parcerias. Especializada em doenças genéticas raras, a Genzyme não está entre as maiores em receita dentro de seu segmento, mas segue no topo em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em tratamentos. Quarta maior em biotecnologia no mundo, a empresa tem expertise em combater doenças raras, como Gaucher e Fabry, por exemplo -, além de atuar nas áreas renais, ortopedia, oncologia e endócrino.
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Tratamento contra lupus recebe aprovação nos EUA |
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Qui, 18 de novembro de 2010
R7
Um comitê de assessores da agência de controle de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) recomendou a comercialização do primeiro tratamento contra o lupus em 52 anos. Por 13 votos a dois, um painel de especialistas recomendou à FDA autorizar o lançamento do Benlysta, um tratamento experimental para o lupus desenvolvido pelos laboratórios Human Genome Sciences e GlaxoSmithKline, revelou a porta-voz do órgão Erica Jefferson, nesta terça-feira (16). A FDA segue geralmente as recomendações do comitê.
O lupus é provocado pelo ataque do sistema imunológico contra órgãos do próprio corpo, ocorrendo com mais frequência em mulheres em idade fértil. Normalmente se manifesta por dor articular intensa, lesões na pele e problemas renais, podendo, inclusive, afetar órgãos como cérebro e coração. A Lupus Foundation of America saudou a decisão, qualificando-a como "histórica", segundo Sandra Raymond, presidente e diretora da fundação. - Todos trabalhamos há décadas para superar muitos desafios e desenvolver novas terapias para tratar esta enfermidade difícil. Ao menos 1,5 milhão de pessoas nos Estados Unidos sofrem de lupus, e 5% enfrentam uma forma potencialmente letal da doença, que resiste ao tratamento padrão.
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Cristália e Actelion fazem parceria para lançar medicamento |
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Qui, 18/11/2010
Valor Econômico Heloisa Magalhães, Chico Santos e Mônica Scaramuzzo
A farmacêutica nacional Cristália, um dos poucos laboratórios brasileiros que investem em inovação, e a suíça Actelion fecharam parceria, na qual as duas empresas passam a desenvolver e promover no Brasil um medicamento pesquisado pela Cristália para o combate de hipertensão pulmonar. Essa doença, que provoca pressão nas artérias pulmonares, é considerada rara e muitas vezes fatal. O desenvolvimento desse medicamento começou há três anos, quando a Cristália lançou no mercado o Helleva, concorrente do Viagra (da americana Pfizer), para combater a disfunção erétil. Esse remédio mantém o mesmo princípio ativo, o carbonato de lodenasil, mas em concentração menor, explicou ao Valor Ogari Pacheco, presidente da companhia nacional.
Segundo Pacheco, a suíça Actelion, que já possui no mercado um medicamento para combater essa doença, o Tracleer, que terá sua patente expirada nos próximos meses, se interessou pela pesquisa da Cristália e sugeriu a coparceria. Esse remédio já está em fase de ensaios clínicos. "Foram consumidos investimentos entre R$ 15 milhões a R$ 20 milhões [aportes adicionais ao desenvolvimento do Helleva]." O presidente da Actelion do Brasil, Thomas Garlach, disse que, embora a parceria da farmacêutica suíça com o laboratório Cristália tenha como alvo específico um trabalho qualitativo, "é natural que haja um aumento do número de diagnósticos e também da venda de remédios" no mercado brasileiro.
Para Garlach, a indústria farmacêutica mundial está convencida de que o crescimento do mercado nos próximos anos será sustentado pelos chamados países emergentes, em decorrência do aumento da renda média da população dessas nações. Garlach disse que a parceria com o laboratório brasileiro, no formato que lhe foi dado, é uma novidade no setor, ressaltando que as duas empresas têm perfis diferentes, o que favorece o aprendizado mútuo dentro desse acordo.
A Actelion Pharmaceuticals, com sede em Basileia, na Suíça, tem apenas 12 anos de existência e é produto da conjugação de esforços de quatro fundos de "venture capital" que decidiram, em 1998, investir na proposta de um grupo de pesquisadores. Dois anos depois, a companhia fez, com sucesso, uma oferta pública de ações para abrir seu capital, mantendo como carro-chefe do projeto os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e o foco em inovação.
Com esse perfil, a empresa já atua em 25 países e no ano passado faturou 1,7 bilhão de francos suíços (ou aproximadamente US$ 1,71 bilhão). No terceiro trimestre deste ano, a empresa registrou receita de US$ 446 milhões, dos quais US$ 113 milhões, ou um quarto de toda a venda, foram investidos em P&D. Garlach disse que o futuro do Actelion está totalmente atrelado ao seu portfólio de projetos, embora os dirigentes da empresa tenham consciência dos riscos inerentes a uma empresa focada em inovação.
Atualmente, o principal produto do laboratório suíço é o Tracleer, cujo princípio ativo é bosentana, um bloqueador e receptor de endotelina utilizado no tratamento da hipertensão arterial pulmonar (HAP). Doença até agora incurável, a HAP é uma restrição no fluxo de sangue do coração para os pulmões provocada por uma disfunção nas artérias que conduzem esse sangue em decorrência de vários fatores. Um deles é o estreitamento do canal de passagem do líquido provocada por um aumento de tamanho ou do número de células daquele vaso sanguíneo. Pessoas com doenças como Aids e lúpus são mais suscetíveis a desenvolver HAP.
Estima-se que no Brasil existam hoje entre 2.000 e 3.000 pacientes com diagnóstico de HAP, mas o presidente da Actelion avalia que o número seja muito maior, em decorrência do pouco conhecimento que ainda se tem sobre a doença. O principal concorrente da droga produzida pelo laboratório suíço é o Revatio, cujo princípio ativo é sildenafil, produzido pelo laboratório Pfizer. "Os medicamentos existentes aumentam a sobrevida dos pacientes", disse Pacheco. |
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Remédio experimental é promissor na redução do colesterol ruim |
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Qui, 18 de novembro de 2010
Folha Online
Um medicamento experimental, o anacetrapib, do laboratório farmacêutico americano Merck, demonstrou ser promissor na redução do colesterol ruim e na elevação do bom, segundo resultados de um teste clínico publicados na revista médica New England Journal of Medicine. O teste, feito com 1.623 pessoas que sofriam de doenças coronarianas e já faziam tratamento com estatinas --medicamentos anticolesterol como o Lipitor-- demonstrou que, depois de 24 semanas, o anacetrapib produziu uma redução de 40% do colesterol ruim (de 81 a 45 miligramas/decilitro), contra a redução de 6% (82 a 77 mg/dl) entre os pacientes que ingeriram um placebo.
O anacetrapib também aumentou em 138% o colesterol bom destes doentes (de 41 a 101 mg/dl) com relação a 15% (40 a 46 mg/dl) no grupo de controle. "Estes resultados são promissores e nos levam à decisão de prosseguir com o desenvolvimento deste medicamento", informou em um comunicado Michael Mendelsohn, encarregado da divisão cardiovascular do laboratório Merck.
O laboratório fará um amplo teste clínico com 30.000 pacientes durante vários anos para confirmar estes resultados com uma população maior e estudar se o anacetrapib permite reduzir ataques cardíacos, AVCs (acidentes vasculares cerebrais) e mortalidade causada por doenças cardiovasculares. Durante as 76 semanas de duração deste teste clínico divulgado na quarta-feira (17), foram registradas 16 mortes (2%) por infarto ou AVC nos pacientes tratados com anacetrapib, com relação a 21 (2,6%) no grupo que tomou o placebo, informou o laboratório Merck. |
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Nycomed prevê dobrar receita no país |
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Ter, 16 de novembro de 2010
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
Contagiada pelo boom de investimentos que ronda o mercado farmacêutico nacional nos últimos meses, a Nycomed, com sede na Suíça, planeja dobrar de tamanho no Brasil. O modus operandi da companhia não fugirá à regra da estratégia de grandes multinacionais que fazem suas apostas no país: será calcado em aquisições, novos negócios e compra de medicamentos de marca. A farmacêutica prevê investir cerca de US$ 300 milhões para garantir sua expansão no país entre 2014 e 2015. "Já analisamos alguns ativos este ano, mas o mercado está inflacionado. Enquanto não fechamos aquisição, vamos negociar a compra de produtos de marca e reforçar as apostas na divisão de área respiratória", diz Luiz Eduardo Violland, principal executivo do grupo no Brasil.
A última aquisição relevante de medicamento de marca do grupo foi em 2003, com a compra do Neosaldina - o quarto medicamento mais vendido no Brasil -, que pertencia ao Abbott, por US$ 33 milhões. Além desse produto, um dos carros-chefes da companhia, a empresa comercializa o Dramin, Nebacetin e Eparema, entre outros.
Neste ano, a empresa começou a focar seus negócios também na área respiratória no Brasil. No fim de 2009, a companhia lançou no país o Omnaris (combate a renite). Para 2011, aguarda aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para comercializar o Daxas, lançado na Alemanha este ano, que trata a chamada doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), diz Rodrigo Reis, gerente de marketing da linha respiratória. O mercado de asma e DPOC movimenta globalmente US$ 18 bilhões por ano.
Atualmente a divisão de OTC do grupo (Over the Counter, ou vendas atrás do balcão) representa 40% do faturamento da companhia. A área de medicamentos sob prescrição médica outros 50% e a área hospitalar, 10%. Segundo Giles Platford, vice-presidente de operações comerciais do grupo, a área hospitalar deverá dobrar de participação nos próximos cinco anos. Platford, que está na subsidiária brasileira desde o ano passado, ajudou a coordenar a criação da área hospitalar no país e está pensando as estratégias para a divisão de área respiratória. No Brasil, a linha respiratória representa 8% do faturamento do grupo e deve chegar a 15% em 2015, segundo Platford.
A farmacêutica deverá crescer organicamente com atual portfólio e por meio de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos já em pipeline (em desenvolvimento), segundo Platford. Com faturamento líquido de R$ 447 milhões em 2009 (a receita global da companhia ficou em torno de € 3,2 bilhões), a farmacêutica deverá crescer 15% este ano, ultrapassando a marca de meio bilhão de reais, e deverá manter essa taxa nos próximos anos, diz Violland. "Queremos dobrar de tamanho no Brasil, país que a matriz considera estratégico para seus negócios, assim como Rússia, China e Índia (os Bric)."
Com uma unidade produtora no Brasil, em operação desde 1992 em Jaguariúna (SP), a Nycomed conta com 19 fábricas no mundo. Na contramão das grandes multinacionais, a Nycomed não está interessada, ainda, no mercado de medicamentos genéricos. "Não é o nosso foco", afirma Violland. Mas a empresa não descarta esse mercado totalmente. |
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Futuro para diabético está na tecnologia |
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Seg, 08 de novembro de 2010
Brasil Econômico Fabiana Parajara
A Roche está lançando no Brasil o Accu-Chek Combo, aparelho do tamanho de um celular que controla e armazena dados de pacientes diabéticos. O equipamentomede o nível de glicemia e o cruza com dados como alimentação e prática de exercícios, levados em consideração pelo sistema no cálculo da dose de insulina indicada. Basta pressionar um botão para que o controle se comunique via Bluetooth com o sistema de infusão, que aplica a dose. O sistema é bastante usado na Europa e uma promessa de bons resultados para a empresa no Brasil, segundo Eberhard Bauer, diretor internacional da Roche Diagnóstica. No Brasil, a área de diabetes representa 35% do faturamento da Roche Diagnóstica, de R$ 408 milhões em 2009. “Em 2010, enquanto o crescimento mundial deve estar entre 5% e 8%, acreditamos ser possível alcançar entre 12% e 14% nomercado latino-americano”, diz Bauer.
Qual a importância do Brasil dentro do mercado global de produtos voltados a diabéticos da Roche? Hoje o Brasil representa 3% desse total. O país tem 40% de participação neste mercado na América Latina e é o principal mercado entre os países da região em que a Roche está presente. Nos próximos três anos, o mercado brasileiro de produtos de diabetes deve crescer, em volume, mais do que três vezes, se comparado ao dos EUA e de países da Europa. O diabetes está ganhando status de epidemia mundial.
O que podemos esperar, termos de tratamento e diagnóstico, para os próximos anos? O que podemos esperar em termos de futuro é o surgimento de novas tecnologias que facilitem a vida do paciente. Temos que criar soluções que se aproximem de um pâncreas artificial. Ou seja,mecanismos que realizemo que um pâncreas normalmente faria pelo organismo, facilitando a rotina da pessoa com diabetes.
Quais as dificuldades que a Roche enfrenta no mercado brasileiro, especificamente na área de diabetes? Por quê? No Brasil, a terapia via sistema de infusão contínua de insulina ainda é muito pouco difundida: menos de 1% dos pacientes usam esse sistema. Com esse tipo de tratamento, não é preciso utilizar diversas injeções de insulina ao longo do dia. Evitase cerca de 1,4 mil injeções por ano. Na Europa, o uso é de 15 a 25 vezes maior que no Brasil, dependendo do país. |
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Seg, 08 de novembro de 2010
Valor Econômico
A Bayer Brasil anunciou mudanças no seu comando partir de janeiro de 2011. O atual presidente, Horstfried Laepple, se aposentará após 31 anos de dedicação ao grupo, dos quais os últimos quatro anos no país. Em seu lugar, assumirá o brasileiro Theo Van Der Loo, atual responsável pela divisão Bayer Schering Pharma na Espanha. Van Der Loo já atuou no Brasil entre 1988 e 1995 e de 2002 a 2006 na empresa Schering.
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Abbott entre as empresas mais verdes da América |
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A Abbott está entre as primeiras empresas na lista “As Empresas Mais Verdes da América”, da revista Newsweek e no Índice de Inovação Climática da Maplecroft. Além disso, está posicionada entre as primeiras da lista da Lundquist pelo Relatório Online de Responsabilidade Social. Os esforços de cidadania corporativa da Abbott, em desempenho ambiental e responsabilidade social, são reconhecidos por três importantes rankings:
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A Abbott está posicionada entre as primeiras empresas no ranking “As companhias mais verdes da América” ("Greenest Companies in America”), preparado pela revista NEWSWEEK. A Abbott ficou na 42ª. primeira posição, entre as 500 maiores empresas dos Estados Unidos. A lista da NEWSWEEK, realizada em parceria com importantes organizações ambientalistas e de pesquisa, mede a emissão de gases efeito estufa da empresa, suas normas ambientais e credibilidade.
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A Abbott foi incluída no Índice de Inovação Climática da Maplecroft, uma lista que reúne as principais empresas dos EUA em excelência por inovação relacionada ao clima e controle de emissões de carbono. A Abbott ficou na 38ª. posição, entre as 100 maiores empresas avaliadas pela Maplecroft, uma organização global de análise de risco. Este índice analisa cada empresa em 100 diferentes critérios, incluindo redução de emissões de carbono, redução de emissões de gases de efeito estufa, sustentabilidade de processos e controle ambiental.
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A Abbott também ficou entre as principais empresas (18ª. posição) segundo o ranking "Lundquist CSR Online Awards Global Leaders 2010”, que destaca as principais empresas em informação online de cidadania corporativa. O ranking Lundquist avalia como as empresas mais sustentáveis do mundo (segundo o Índice de Sustentabilidade Dow Jones) reportam, online, seus programas de Cidadania Corporativa e seus resultados
A cidadania faz parte da missão da Abbott para contribuir com a melhoria da vida das pessoas, com foco em quatro pilares: inovar para o futuro, proteger pacientes e consumidores, aumentar o acesso e proteger o meio ambiente. Trabalhando em parceria com terceiros, a Abbott aproveita sua experiência e recursos para criar soluções sustentáveis em países ao redor do mundo. Além do recente reconhecimento pela revista NEWSWEEK e organizações Lundquist e Maplecroft, a Abbott é incluída no Índice Dow Jones de Sustentabilidade por seis anos consecutivos e é a sexta, entre as “100 Melhores Cidadãs Corporativas de 2010”, na lista copilada pela revista Corporate Responsibility; ficou também entre as três primeiras empresas no ranking "2010 Best in Class", no seu segmento industrial, preparado pela Storebrand Investments, uma das principais empresas de investimento socialmente responsável. A revista FORTUNE também considerou a Abbott como a Empresa Mais Admirada em Seu Segmento em 2010, em parte pelo forte desempenho da empresa em responsabilidade social. Além destes destaques globais, a Abbott foi reconhecida por seus esforços de sustentabilidade em vários países ao redor do mundo, incluindo Brasil, China, Cingapura, Coréia, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, México, Tanzânia e Estados Unidos.
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Pfizer deve recolher frascos do Lipitor |
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Qua, 03 de novembro de 2010
DCI
A Pfizer informou que planeja recolher 38 mil frascos do medicamento Lipitor, usado no tratamento do colesterol alto, o medicamento mais vendido no mundo, devido a relatos de clientes sobre odor de mofo em alguns produtos.
O odor é compatível com a presença de um produto químico chamado TBA e que está vinculado a um conservante de madeira, disse a companhia sediada em Nova York, num comunicado por e-mail. A Pfizer disse que proíbe o uso de madeira tratada com o conservante nas remessas dos seus produtos. É a terceira vez que o Lipitor é objeto de recall desde agosto, em função de queixas de um odor atípico, elevando o número de frascos para 369 mil. O primeiro recall, de 140 mil embalagens, ocorreu em agosto. O segundo, de mais 191 mil, foi realizado no começo deste mês.
O mesmo produto químico foi mencionado nos recalls do Tylenol, da Johnson & Johnson, e de outros remédios de venda livre no começo do ano. A J&J recebeu uma carta de advertência do órgão regulador federal americano (FDA), em janeiro, que afirmou que a farmacêutica esperou mais de um ano para notificar os organismos reguladores depois de ter recebido reclamações sobre o produto.A Pfizer informou que planeja recolher 38 mil frascos de Lipitor, devido a relatos de clientes sobre odor de mofo em algumas unidades. |
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Nycomed amplia presença na China |
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Qua, 03 de novembro de 2010
Valor Econômico Andrew Jack
A Nycomed, companhia farmacêutica suíça voltada principalmente para os mercados emergentes, vai adquirir o controle majoritário de uma empresa farmacêutica de Guangdong, num negócio cujo objetivo é explorar as vendas mundiais de medicamentos desenvolvidos na China. A Nycomed, uma empresa de capital fechado com presença na Rússia e no Brasil, vai crescer na China com a aquisição de 51,3% da Guangdong Techpool Bio-Pharma por US$ 214 milhões. O negócio é um sinal da importância crescente da China como mercado para as companhias farmacêuticas ocidentais e, cada vez mais, como local de produção e pesquisas e desenvolvimento internacional de produtos.
A operação permitirá à Nycomed dobrar suas vendas na China para cerca de € 110 milhões (US$ 153 milhões) por ano, proporcionando ao mesmo tempo um meio de reforço das exportações de produtos chineses de cuidados com a saúde para outros mercados emergentes e desenvolvidos nos próximos anos. A Techpool tem 17 patentes aprovadas incluindo seu principal medicamento, o Ulinastatin. Trata-se de um antibiótico que também atua contra disfunções de múltiplos órgãos, derivado da urina humana, que está sendo exportado para o Japão e a Coreia do Sul. A Techpool também requereu patentes para novas aplicações, como o tratamento de síndrome respiratória aguda severa (Sars).
Hakan, Björklund, executivo-chefe da Nycomed, disse que novos estudos clínicos do Ulinastatin serão necessários para as aprovações internacionais, mas acrescentou: "Há um potencial enorme nos mercados emergentes e eu não excluiria a venda nos países desenvolvidos". Um segundo medicamento para a prevenção de derrames, o Kallikrein, também poderá ser exportado. A Techpool tem os direitos exclusivos sobre o ingrediente ativo do Ulinastatin até 2026. Para produzir o Ulinastatin, grandes volumes de urina humana são coletados em escolas e bases do exército no norte da China, para depois serem congelados e purificados.
No ano passado, a Nycomed anunciou um lucro antes dos impostos, juros e depreciação de € 1,1 bilhão, sobre vendas que atingiram € 3,2 bilhões. Do total das vendas, 30% foram originadas nos mercados emergentes, uma proporção que ela espera aumentar para 45% em 2011. Os medicamentos próprios cujas vendas ela espera aumentar na China com a Techpool incluem o Pantoloc, para azia. |
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Pfizer reforça aposta na América Latina |
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Sex, 29 de outubro de 2010
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
A Pfizer busca ampliar sua presença na América Latina, como forma de compensar as taxas de crescimento menores em mercados mais maduros e também para ampliar espaço no segmento de medicamentos genéricos, cuja expansão tem sido maior em países emergentes. Em 2010, o Brasil tornou-se alvo de investimentos da companhia - o mais recente, de R$ 400 milhões, com a compra de 40% do laboratório Teuto, de Goiás, com a possibilidade de adquirir o controle a partir de 2014. Além da aquisição, o laboratório americano fez aportes de R$ 78 milhões no país, recursos que foram aplicados nas fábricas em operação e pesquisas. Para 2011, a expectativa da companhia é investir aproximadamente R$ 85 milhões para manter suas atuais estruturas no pais, o que inclui a intensificação de pesquisas clínicas e manutenção das unidades.
Os países latinos-americanos tornaram-se alvo de grandes multinacionais e com a Pfizer não foi diferente. A estratégia da companhia é promover aquisições, caso o crescimento orgânico não seja suficiente. A farmacêutica não descarta fazer compras, a exemplo da Teuto, em outros países latinos-americanos ou mesmo parcerias para produção de medicamentos, caso julgue a estratégia interessante, afirmou Victor Mezei, principal executivo da empresa no Brasil, em recente entrevista ao Valor. Com importantes medicamentos de seu portfólio, a múlti tem enfrentado um grande desafio, uma vez que a patente de alguns deles expirou ou está em vias de vencer. A companhia tem criado em alguns países, entre eles os emergentes, divisões para negociar produtos já maduros - o que permite trabalhar marcas tradicionais, mas ainda com boa aceitação do consumidor. No Brasil, essa área foi criada no início deste segundo semestre.
Atualmente o Lipitor (utilizado no combate ao colesterol elevado) é o principal produto campeão de venda da companhia ("blockbuster"), com receita global de US$ 13 bilhões anuais. No Brasil, esse medicamento perdeu a patente no segundo semestre e empresas como a nacional EMS já começaram a produzir a versão genérica. O Viagra, com receita mundial de cerca de US$ 1,5 bilhão, também tem as versões genérica e similar negociadas no país pela EMS. A compra da Teuto pela Pfizer é uma estratégia da companhia para produzir genéricos de seus próprios medicamentos e de seus concorrentes.
Com faturamento de R$ 3,3 bilhões no Brasil em 2009, dos quais R$ 2,5 bilhões são da divisão farmacêutica e R$ 800 milhões da área de saúde animal, a companhia prevê crescer 10% este ano, sobretudo no segmento fármaco, segundo Mezei. Nos últimos anos, as aquisições foram a principal estratégia de expansão da companhia, o que permitiu combinar portfólio para se manter forte no mercado. Com a compra da Wyeth por US$ 68 bilhões no ano passado, a Pfizer passou a comercializar o Enbrel (para artrite rematoide e psoríase), segundo principal medicamento em vendas do grupo, atrás do Lipitor e à frente do Viagra, segundo Adam Woodrow, vice-presidente da área de negócios de especialidades (inflamação). O Enbrel tem faturamento global de cerca de US$ 6 bilhões. Segundo Woodrow, sua patente deverá vencer em 2013 nos EUA e 2015, na Europa. A empresa trabalha contra o relógio para colocar no mercado novos medicamentos nessa área nos próximos anos.
Se considerar os três principais medicamentos globais em receita da Pfizer - Lipitor, Enbrel e Viagra, que juntos somam vendas anuais de cerca de US$ 20 bilhões - a perda da patente desses produtos representa queda expressiva de vendas.A pressão da multinacional por novos "blockbusters" cresce e as aquisições que fazem sentido, tanto para aumento de portfólio como para avançar em genéricos, tornaram-se um caminho sem volta para as grandes multinacionais que não querem abrir mão de sua posição no ranking global. |
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Cresce investimento global em vacinas |
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Sex, 29 de outubro de 2010
Valor Econômico
Na falta de grandes medicamentos "blockbusters" (campeões de vendas), companhias farmacêuticas globais estão investindo bilhões de dólares em pesquisas, todos os anos, para colocar produtos com forte apelo no mercado e, como alternativa, investem em genéricos para não perder espaço. Com um "pipeline" (produtos em fase de desenvolvimento) de 118 medicamentos, a Pfizer mantém suas apostas em inovação e está estudando a possibilidade de produzir uma vacina antifumo. "Ainda não começamos pesquisas sobre isso, mas estamos analisando a possibilidade para darmos início a esses estudos", disse Gail Rodgers, diretora sênior de assuntos científicos em vacinas da Pfizer.
Já há pesquisas globais nesse sentido, mas nada ainda em fase comercial. Cerca de 3 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por conta de doenças provocadas pelo consumo do tabaco. Neste momento, o laboratório americano está jogando suas fichas em pesquisas para vacina voltada para o mal de Alzheimer. "São pesquisas que estão na fase 2 (tradicionalmente são quatro fases antes de o produto chegar ao mercado, após a aprovação dos órgãos reguladores)", disse Gail.
A Pfizer é especializada em vacinas para combate de doenças infecciosas. Esses tipos de doenças têm incidência maior em países africanos, asiáticos e latino-americanos. Seu grande trunfo neste momento é a Prevenar 13, vacina pneumocócica conjugada, indicada para a prevenção de doença pneumocócica invasiva, pneumonia e otite média aguda, causadas por 13 sorotipos de Streptococcus pneumoniae em lactentes e crianças de 6 semanas a 5 anos. O produto está em fase de aprovação no Brasil. O medicamento foi desenvolvido pela farmacêutica Wyeth, adquirida pela Pfizer há um ano. As doenças pneumocócicas acometem tanto crianças como adultos e podem causar casos graves de meningite, pneumonia, otite média, bacteremia e septicemia. A divisão de vacinas tem receita anual global de US$ 3 bilhões. (MS) |
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Roche quer ir além de medicamento especializado |
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Ter, 26 de Outubro de 2010 Valor Econômico Jornalista: Andrew Jack
A Roche está planejando uma grande iniciativa para expandir seus negócios para além do seu enfoque histórico em remédios para câncer, se os resultados dos tratamentos experimentais para uma gama mais ampla de doenças se mostrarem favoráveis, diz Severin Schwan, executivo-chefe. O principal executivo da farmacêutica suíça manifestou disposição de prover recursos dispendiosos para experimentos clínicos de estágio final para uma gama de novas drogas para o tratamento de inflamações, sistema nervoso central e distúrbios do metabolismo.
Ele rejeita o conceito de seguir a guinada promovida por seus rivais, para além dos medicamentos prescritos e diagnósticos patenteados, penetrando no campo dos genéricos, dos produtos de consumo para a saúde e outras atividades menos arriscadas. "Um grande número de pessoas chama isso de diversificação", diz. "Eu defino isso como render-se. Pode me chamar de parcial, mas realmente acredito que temos um dos melhores fluxos de gestação de produto do setor." Ele prefere dar destaque à manutenção do sólido comprometimento da Roche em novos investimentos na pesquisa e desenvolvimento de novas drogas, que consomem cerca de 21% da receita da companhia.
A passagem para novas áreas de terapia poderia marcar uma mudança em relação ao consagrado enfoque estratégico da Roche, em medicamentos de combate ao câncer, que responderam por 57% das vendas no primeiro semestre do ano. Schwan afirma, porém, que os tratamentos oncológicos continuarão constituindo a espinha dorsal do grupo.
A mudança para novas áreas exigirá que a companhia encontre parceiros ou crie um contingente de vendas maior para distribuir os remédios, para além de um pequeno grupo de especialistas em câncer, que permitiu à Roche limitar os elevados custos de marketing e táticas agressivas, pelas quais os seus pares têm sido criticados.
A expansão ocorre num momento que a Roche sofreu revezes nos últimos meses com os usos do seu principal medicamento contra câncer, o Avastin, abatendo o preço da ação. Esse fato, aliado à agressiva pressão de políticas de preço nos EUA e especialmente na Europa, levaram a companhia a lançar um programa de redução de custos.
Schwan, um advogado que se tornou executivo-chefe em 2008, estava animado com os resultados iniciais obtidos com experimentos de novos remédios para tratamento da esclerose múltipla, artrite reumatoide e esquizofrenia. "Vamos aonde a ciência nos levar." Ele alerta que os órgãos reguladores precisam se atualizar com as práticas clínicas em evolução, manifestando frustração com a experiência recente da companhia com o FDA (órgão regulador americano) em torno do uso de testes genéricos para direcionar melhor o uso do Tarceva, seu medicamento de combate ao câncer.
A agência dos EUA exigiu novos testes para respaldar o uso de um diagnóstico da Roche que acompanha o Tarceva, pois os experimentos originais não usaram o teste. "Se os obstáculos do FDA para testes concomitantes de fabricantes como a Roche são elevados demais, esses testes serão oferecidos por serviços de laboratório que não são regulamentados pelo FDA."
Ele saúda os apelos recentes feitos por Margaret Hamburg, a comissária do FDA, para reexaminar os dados exigidos para aprovação de remédios, e adverte sobre o que acredita ser uma maior influência política, na comparação com a European Medicines Agency (Agência Europeia de Medicamentos). "Os políticos pedem efeitos colaterais nulos quando se trata de fármacos. Os clínicos sabem que se trata da relação risco/benefício."
Estudos nos próximos meses mostrarão se Schwan poderá cumprir a sua visão de uma Roche mais diversificada. Por enquanto, o autoproclamado "otimista realista" deposita fé na inovação, à medida que cientistas procuram explorar a medicina genética. Ele cita como inspiração Max Planck, o físico que se recusou a dar ouvidos aos alertas dos seus pares, de estudar outra disciplina porque eles alegavam que o campo estava morto, e que prosseguiu, desenvolvendo a teoria quântica. "Estamos apenas começando a entender o que está acontecendo com as doenças."
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Novartis anuncia lucro líquido 10% maior e alta de 13% nas vendas no terceiro trimestre |
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sex, 22 de outubro de 2010
Brasil Econômico
A farmacêutica suíça registrou lucro líquido de US$ 2,3 bilhões entre julho e setembro deste ano, beneficiando-se da reavaliação da participação de 25%na Alcon. As vendas líquidas cresceram para US$ 12,578 bilhões. No acumulado do ano, a alta é de 16%, com vendas somando US$ 36,425 bilhões. Os recentes lançamentos da companhia contribuíram em 20% com esse resultado e com 42% do crescimento sobre 2009.
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Pfizer contra-ataca e vai produzir genéricos de seus concorrentes |
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Qui, 21 de outubro de 2010
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
Depois de ter a patente de dois importantes medicamentos expirada no Brasil - Lipitor e Viagra - um prato cheio para seus concorrentes, a multinacional Pfizer decidiu contra-atacar. A farmacêutica vai começar a produzir genéricos de seus próprios produtos e de outros laboratórios, como forma de compensar o buraco aberto com a perda de receita de dois importantes "blockbusters" (campeões de venda).
Quase um ano depois de deixar escapar a Neo Química, de Goiás, para a Hypermarcas, a Pfizer anunciou a compra de 40% do laboratório goiano Teuto, após oito meses de negociações. A aquisição reforça a estratégia da companhia em avançar em genéricos no país, mesmo caminho trilhado por outras multinacionais, como a francesa Sanofi-Aventis, que adquiriu a Medley. O valor do negócio foi de R$ 400 milhões. Em 2011, poderá ser feito um novo aporte, de acordo com o desempenho da Teuto. A partir de janeiro de 2014, a americana terá a opção, de nos próximos três anos, de adquirir os 60% restantes da companhia.
"O segmento de genéricos teve um rápido crescimento no Brasil. A estratégia da Pfizer é de complementar o portfólio em países emergentes", afirmou Victor Mezei, principal executivo no Brasil. Em 2013, a companhia terá patente de seu anti-inflamatório Celebra expirada, o que limitará sua atuação com medicamentos inovadores. Segundo Mezei, a Pfizer pretende produzir princípios ativos de seus próprios medicamentos que perderam a patente e também de seus concorrentes, que julgar conveniente.
Com faturamento de R$ 300 milhões em 2009 e endividamento em torno de R$ 70 milhões, a Teuto deverá ser o braço de genéricos da companhia americana no Brasil. A Pfizer já atua timidamente nesse segmento nos EUA, com a aquisição do laboratório Greenstone. Neste ano, a Pfizer também fechou acordo com a farmacêutica nacional Eurofarma para produzir o atorvastatina (princípio ativo do Lipitor). Segundo Marcelo Leite Henriques, presidente da Teuto, a empresa é especializada em genéricos e OTCs (over the counter, em inglês, os chamados produtos vendidos fora do balcão).
Nos próximos dias, a Pfizer deverá anunciar o nome dos diretores financeiro e médico, que deverão ingressar na Teuto - cargos que serão criados pelo laboratório nacional. "As gestões das duas companhias serão independentes", disse Leite. A estratégia da múlti é avançar em países emergentes. Na terça-feira, a americana fechou aliança com a farmacêutica indiana Biocon para a comercialização de insulinas. Na semana passada, a empresa fechou a compra do laboratório americano King Pharmaceuticals para intensificar atuação no segmento de analgésicos. Há um ano, a Pfizer incorporou a Wyeth, em um negócio de US$ 68 bilhões. "Nossa meta é nos tornarmos a a maior companhia farmacêutica do Brasil [atualmente é a terceira]", disse Mezei. No ano passado, a empresa registrou faturamento de R$ 3,3 bilhões, dos quais R$ 2,5 bilhões na divisão fármaca. Este ano a expectativa é de que a farmacêutica tenha um crescimento de 10%. |
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Eli Lilly tem novo diretor médico |
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Quar, 20 de outubro de 2010
Eli Lilly
Bernardo Garcia de Oliveira Soares, psiquiatra, 35 anos, acaba de assumir a diretoria médica da indústria farmacêutica Eli Lilly do Brasil. Ele substitui Mariano Janiszewski, que ocupou a posição por três anos.
Soares, formado em medicina pela Universidade Federal de Pelotas, em 1997, tem mestrado e doutorado em psiquiatria pela Universidade Federal de São Paulo, mesma instituição em que trabalha como professor da pós-graduação. Suas áreas de trabalho acadêmico concentram-se em revisões sistemáticas e metanálises de ensaios clínicos randomizados e diretrizes clínicas baseadas em evidências, algumas sendo referência para o Ministério da Saúde do Brasil.
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Farmacêuticas disputam na Justiça por licitação em PE |
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Ter, 19 de outubro de 2010
Folha de S.Paulo / Mercado Aberto Maria Cristina Frias
As farmacêuticas AstraZeneca e Cristália estão em disputa na Justiça de Pernambuco devido a uma licitação realizada pelo Lafepe (laboratório do Estado) para transferência de tecnologia e fornecimento de três medicamentos para saúde mental. O processo licitatório realizado no primeiro semestre, vencido pela Cristália, é questionado pela AstraZeneca. A empresa diz que houve irregularidades na elaboração do edital para que a Cristália fosse a única capaz de atingir os requisitos.
"Nenhuma empresa isoladamente produzia, comercializava ou possuía registro sanitário das três moléculas (clozapina, olanzapina e quetiapina). Porém, para superar a exigência, a Cristália, pouco antes, se tornou a única capaz de atender ao edital, solicitando à Anvisa os registros", diz a AstraZeneca. A farmacêutica diz que só após o pregão soube da existência do procedimento licitatório. A AstraZeneca conseguiu liminar para suspender os atos da licitação em maio. Em resposta, o Lafepe conseguiu suspensão da liminar em setembro pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco.
A AstraZeneca recorreu e aguarda a decisão. O presidente do Cristália, Ogari Pacheco, e o Lafepe negam as acusações e dizem que os atuais entraves na Justiça não atrasarão o fornecimento dos produtos. "Temos um parque instalado no Brasil e todas as condições de participar de licitação. Agora só estamos aguardando a grade para a distribuição", diz Pacheco. |
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AstraZeneca barra na Justiça brasileira genérico indiano para controle de colesterol |
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Ter, 19 de outubro de 2010
Brasil Econômico
Decisão da 7ª Vara Cível de Cotia, na grande São Paulo, impede que a empresa de capital indiano Torrent fabrique ou comercialize medicamento similar e genéricos dos medicamentos Crestor e Vivacor da AstraZeneca. A Torrent produz o similar Rosucor. A empresa indiana terá um prazo de 10 dias para realizar a retirada de todos os produtos que eventualmente foram colocados no mercado.
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Pfizer mantém negociação com Teuto |
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Ter, 19 de outubro de 2010
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
As negociações entre a multinacional americana Pfizer com o laboratório nacional Teuto, de Anápolis (GO), seguem firmes e o fechamento da aquisição da farmacêutica de Goiás poderá ser anunciada a qualquer momento. Ontem, o "Portal Exame", da Editoria Abril, informou que as negociações estavam praticamente fechadas. As conversas se arrastam há meses, conforme já antecipou o Valor. Uma fonte da Teuto ouvida por este jornal afirmou que as negociações continuavam, mas ainda não estavam concluídas.
Procurada, a Pfizer informou que não fechou nem anunciou qualquer acordo no Brasil. "A companhia tem como uma de suas metas a expansão do portfólio de produtos estabelecidos nos mercados emergentes e continua a buscar oportunidades comerciais para expansão do acesso aos medicamentos para a população. O Brasil é um mercado estratégico entre os mercados emergentes por seu potencial de crescimento."A aquisição da Teuto é considerada estratégica, uma vez que a Pfizer quer avançar em genéricos de seus próprios remédios.
Na semana passada, a Pfizer anunciou acordo para comprar a King Pharmaceuticals Inc., com sede nos EUA, por US$ 3,6 bilhões, um negócio que pode amenizar o impacto da perda de exclusividade de mercado do campeão de vendas Lipitor, prevista para 2011. No Brasil, a patente desse medicamento já expirou. Quase há um ano, a americana adquiriu a Wyeth por US$ 68 bilhões. Esse negócio diversificou os negócios da Pfizer e gerou economia de custos. |
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Pfizer faz nova aquisição e leva a King Pharmaceuticals por US$ 3,6 bilhões |
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Qua, 13 de outubro de 2010
DCI
WASHINGTON - A norte-americana Pfizer, principal farmacêutica do mundo, anunciou ontem que fechou um acordo definitivo com o laboratório King Pharmaceuticals para adquiri-lo por US$ 3,6 bilhões, o que equivale a US$ 14,25 por ação. A transação foi aprovada pelos conselhos de administração das duas empresas e, segundo o comunicado divulgado, vai "proporcionar à Pfizer um suplemento imediato e diversificado de cifra de negócios". "Nós estamos impressionados pela inovação e tecnologia da área de analgésicos da King Pharmaceuticals(...). A combinação de nossos portfólios vai permitir que nós ofereçamos uma gama maior de tratamentos para pacientes ao redor do mundo que precisam desse tipo de medicamento", disse Jeffrey Kindler, presidente do conselho de administração e chefe executivo da Pfizer, no comunicado divulgado ontem.
A aquisição anunciada ontem pode significar um paliativo para o resultado esperado para o ano que vem, quando a Pfizer perderá a exclusividade de mercado para o campeão de vendas Lipitor, usado para o controle do colesterol, além do Viagra, remédio mais conhecido do mundo para tratamento de disfunção erétil. No segundo trimestre, o laboratório Pfizer anunciou ter registrado lucro líquido de US$ 2,47 bilhões, o equivalente a US$ 0,31 por ação. O resultado representa alta de 9,3% sobre o lucro líquido de US$ 2,26 bilhões (US$ 0,34 por ação) obtido entre abril e junho do ano passado. A receita global da empresa no segundo trimestre foi de US$ 17,3 bilhões, o que representa um salto de 58% ante o resultado de US$ 11 bilhões apresentado há um ano.
O resultado foi impactado pela aquisição do laboratório Wyeth pela Pfizer, concretizada em outubro do ano passado, e a variação do câmbio internacional, informou a empresa por meio de comunicado ao mercado. A compra da Wyeth foi no valor de aproximadamente US$ 68 bilhões e foi comunicada pelas companhias em janeiro deste ano. Segundo a Pfizer informou na ocasião, a fusão entre as empresas formou a maior companhia biofarmacêutica do mundo e a líder de mercado em produtos para saúde humana e animal. No Brasil, o principal alvo da Pfizer seria o laboratório goiano Teuto, que daria impulso à companhia norte-americana no disputado segmento de medicamentos genéricos. |
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Sanofi-Aventis lança oferta hostil de US$ 18,5 bilhões pela Genzyme |
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Ter, 5 de outubro de 2010
Brasil Econômico
A farmacêutica francesa lançou ontem uma oferta hostil de US$ 69 por ação da Genzyme, levando sua proposta direto para apreciação dos acionistas. A decisão ocorreu depois que a Genzyme recusou, há um mês, a mesma oferta feita pela Sanofi-Aventis. Desde então, a companhia francesa tem procurado investidores da Genzyme, afirmando que estão frustrados pela intransigência da companhia.
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Qua, 29 de setembro de 2010
Valor Econômico
Wolfgang Von
A Bayer pode investir cerca de € 17 bilhões em aquisições para ampliar os negócios do grupo em saúde e sementes, afirmou o próximo presidente-executivo da companhia ontem, poucos dias antes de assumir a direção do grupo alemão. Acordos na escala da aquisição da rival Schering, por € 17 bilhões em 2006, podem ser financiados, afirmou Marijn Dekkers, segundo a Reuters. Ele vai substituir Werner Wenning na sexta-feira. O executivo reafirmou seu objetivo de buscar aquisições para fortalecer a divisão de saúde da Bayer bem como a área de sementes geneticamente modificadas. Mas ele excluiu a possibilidade de ingressar em novas áreas da medicina onde a companhia não é especialista.
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Bayer é marca com maior reputação na Indústria Farmacêutica |
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Qua, 22 de setembro de 2010
RCM Pharma (Portugal)
Ao nível da Indústria Farmacêutica (IF), a Bayer é a marca com maior reputação em Portugal, seguida da Roche, Pfizer, Novartis e MSD, segundo um estudo da Marktest apresentado esta terça-feira, avança a agência Lusa. As 20 marcas com maior reputação em Portugal estão ligadas a sectores como a internet, o ramo automóvel, a alimentação, a higiene pessoal e do lar e a distribuição e comércio. Abaixo da 20.ª posição estão sectores como a Indústria Farmacêutica, media, serviços Financeiros, telecomunicações, transportes e energia.
A análise criada este ano pela Marktest, e que a empresa pretende tornar num barómetro anual, visa determinar a reputação de 100 marcas para que os gestores, decisores e marketeers redefinam estratégias.O estudo apresenta um índex de reputação (MRI) onde nos primeiros vinte lugares além de estimar e quantificar valores e dimensões dessa reputação (MRM). Por um lado o MRI permite apresentar os índices de reputação dos 100 maiores anunciantes, de reputação marca a marca e junto dos consumidores enquanto o MRM é explicado por nove variáveis: publicidade, comunicação, visão e liderança, sustentabilidade, produtos e serviços, emocional, atractividade, desempenho e confiança.
Nos sectores que não aparecem no top20 da reputação o estudo revela, por exemplo, que ao nível da indústria farmacêutica a Bayer é dominante, seguida da Roche, Pfizer, Novartis e MSD. O estudo foi realizado este ano pela primeira vez e teve como base entrevistas feitas em Junho a 1400 pessoas entre os 15 e os 64 nos e residentes em Portugal continental.
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Brasil é centro dos planos da Glaxo para dermocosméticos |
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Seg, 20 de setembro de 2010
Valor Econômico
Adriana Mattos
Quando o grupo britânico GlaxoSmithKline (GSK) comprou o laboratório alemão Stiefel em 2009, havia um objetivo muito claro com o negócio: tornar-se personagem de peso no mercado de dermocosméticos no mundo. Com R$ 79,5 bilhões em vendas anuais, a Glaxo é uma das maiores fabricantes de medicamentos do mundo, mas a sua atuação era discreta na área de produtos para pele. Nada se sabia, no entanto, sobre a participação da Stiefel do Brasil no plano de negócios criado com a união dos ativos. Agora, já está decidido que o país será o centro das decisões da Stiefel na América Latina.
Leia mais: http://migre.me/1m7X6 |
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Roche busca liderança no país no combate a diabetes |
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Seg, 20 de setembro de 2010
Valor Econômico
Carlos Prieto
Em busca da liderança total em um mercado que movimenta R$ 400 milhões por ano no Brasil, a Roche Diabete Care está ampliando sua presença no seguimento de infusão de insulina. A divisão do grupo suíço Roche especializada no tratamento da diabete responde atualmente por 35% da receita da área de diagnóstico no país, que no ano passado foi de R$ 408 milhões. A área farmacêutica do laboratório faturou, no mesmo período, R$ 1,6 bilhão no Brasil.
A divisão de diabete care já atua nas duas áreas de tratamento. Segundo Paulo Barbosa, diretor responsável pela área do grupo no Brasil, o laboratório é líder na monitorização de glicemia, onde detém aproximadamente 70% do mercado, disputado ainda por Abbott, Bayer e Johnson&Johnson. E agora busca a liderança também na área de infusão de insulina. "Atualmente temos 25% desse segmento e vamos trabalhar para atingir a liderança até o fim de 2011", diz Barbosa. A liderança na infusão, segundo o executivo da Roche, está nas mãos da americana Medtronic.
Para alcançar esse objetivo em um prazo relativamente curto, a Roche planeja investir R$ 8 milhões na divulgação de um novo equipamento, que reúne o controle de glicemia com a infusão de insulina comandado por tecnologia bluetooth, chamado Accu-Chek Combo. O foco do investimento é a classe médica e entidades que trabalham com diabéticos, em um trabalho que Barbosa chama de "barreira cultural". "Nosso objetivo final é encontrar um pâncreas artificial. Ainda estamos distante disso, mas o Combo permite um controle do nível de glicemia durante os vários momentos do dia, com muito mais conforto. A praticidade e a comodidade que oferecemos é nosso diferencial", diz o executivo.
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Abbott entra no Índice Dow Jones de Sustentabilidade |
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Sex, 17 de setembro de 2010
Pelo sexto ano consecutivo, a Abbott, associada Interfarma, está incluída nos Índices Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) – Mundo e América do Norte, que reconhecem as principais empresas, de cada segmento, pelo seu desempenho responsável nos âmbitos econômico, ambiental e social. A Abbott foi escolhida como líder em seu segmento em várias categorias, tendo também obtido 100% de pontuação em controle ambiental e estratégia para o clima, áreas chave dentro do amplo esforço da empresa em salvaguardar o ambiente. A Abbott também liderou o índice de práticas responsáveis de marketing, padrões para fornecedores, filantropia inovadora e saúde e segurança do colaborador .
A Abbott é uma das duas únicas empresas sediadas nos Estados Unidos, em seu segmento, a fazer parte dos dois índices, Mundo e América do Norte. A pontuação geral da empresa foi de 84%, bem maior do que a média de 53% das outras companhias do mesmo setor. Em relação a 2009, a pontuação da companhia cresceu em 19 das 23 categorias analisadas.
"Os ambientes nos quais operamos – natural, social, econômico e político – são particularmente sensíveis e desafiadores, exigindo que empresas como a Abbott sejam mais transparentes do que nunca sobre a forma como operam o seus negócios”, afirmou Miles D. White, CEO da Abbott. "Nós acreditamos que a Abbott tem vencido este desafio, em todo o espectro de suas áreas de negócios”. Para mais informações sobre as iniciativas de sustentabilidade da Abbott e para ler o relatório global de cidadania 2009, acesse www.abbott.com/citizenship.
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Roche monta estratégia da Bioimagene para o Brasil |
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Qui, 16 de setembro de 2010
Brasil Econômico Domingos Zaparolli
Farmacêutica investe em tecnologia de diagnósticos e impulsiona área de oncologia. Na última semana de agosto a indústria farmacêutica suíça Roche acertou a aquisição da americana Bioimagene, especializada em telepatologia, diagnósticos digitais de tecidos humanos, técnica utilizada para detectar doenças como o câncer. A conclusão do negócio estipulado em US$ 100 milhões é esperada para os próximos dias. Há dois anos, a Roche adquiriu a também americana Ventana, produtora de equipamentos automáticos para estes mesmos exames, posicionandose assim como uma das principais fornecedoras globais de tecnologia para laboratórios de patologia.
A equipe brasileira da Roche já traça os planos para a América Latina desta nova área de negócios da companhia. Liliana Perez, diretora da Roche Tissue Diagnostics, divisão criada no ano passado para atuar no segmento, relata que existem na América Latina um total de 250 laboratórios de patologia, sendo que 110 são brasileiros. “A meta é instalar nossos equipamentos em aproximadamente 50% destes laboratórios até 2015”, diz a executiva. O universo apontado por Liliana corresponde a laboratórios que realizam acima de dez exames diários.
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Pfizer entra no mercado de marcadores genéticos para a pecuária de corte |
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Qua, 15 de setembro de 2010
Valor Econômico Alexandre Inacio
O mercado de marcadores genéticos para a pecuária brasileira ganhou mais um concorrente. Depois da Merial, que iniciou suas atividades no segmento em 2007, e da Intervet, que em maio deste ano apresentou seus marcadores em parceria em parceria com a brasileira Genoa, foi a fez da Pfizer colocar no mercado sua linha de produtos. Depois de dois anos e meio de pesquisas, a empresa apresentou ontem para clientes um painel com os 12 primeiros marcadores, identificados e desenvolvidos exclusivamente para animais da raça nelore. No Brasil, a espécie representa aproximadamente 80% do rebanho nacional.
Os marcadores genéticos - sequências de genes que determinam uma característica do animal - da Pfizer avaliam a idade ao primeiro parto, a probabilidade de parto precoce, o stayability (tempo que uma fêmea permanece no rebanho), produtividade acumulada, peso aos 120 dias de idade, aos 365 e 450 dias, habilidade materna aos 120 dias, circunferência escrotal aos 365 e aos 450 dias, área de olho de lombo (medida de rendimento da carcaça) e espessura de gordura. |
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Genzyme vende unidade de genética à LabCorp por US$ 925 milhões |
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Ter, 14 de setembro de 2010
Brasil Econômico
O acordo para a venda da unidade de testes genéticos para a Laboratory Corp of America tem valor de US$ 925 milhões em dinheiro. A Genzyme, que recusou uma oferta de aquisição da Sanofi-Aventis, informou que seu plano de vender duas outras unidades - diagnósticos e intermediários farmacêuticos - está em andamento. A LabCorp comprará a Genzyme Genetics, incluindo direitos de propriedade intelectual e laboratórios. |
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Cialis ganha versão que deve ser tomada todo dia |
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Seg, 13 de setembro de 2010
Portal R7 Felipe Maia
O Cialis, remédio para disfunção erétil que mais fatura, vai ganhar uma versão que deve ser tomada diariamente, em vez de apenas na proximidade de uma relação sexual – os modelos atuais do medicamento agem no corpo por cerca de 36 horas e a do principal concorrente, o Viagra, por quatro a seis horas (a ereção ocorre no momento de estímulo sexual, e não o tempo todo). De acordo com o laboratório Eli Lilly, que fabrica o Cialis, a ideia é que o paciente “esqueça” que tem disfunção erétil, já que estará sempre sob o efeito do remédio, que terá o mesmo princípio ativo (tadalafil), mas com uma dosagem diferente. A dose máxima do produto convencional é de 20 mg, enquanto a diária será de 5 mg.
Quem optar pelo nova versão, que vai custar R$ 230 a caixa com oito comprimidos e chega às farmácias na quarta-feira (15), terá de ser disciplinado, já que é preciso tomar a dose todos os dias no mesmo horário, diz Luciano Finardi, diretor de marketing da empresa. – Existe uma desvinculação entre a tomada do comprimido e o ato sexual, já que a pessoa está habilitada para ter uma relação sexual 24 horas por dia. Mas é preciso ter disciplina. Em caso de esquecimento, deve-se tomar a dose imediatamente e lembrar de tomar a pílula no mesmo horário do dia seguinte. O Cialis Diário, que recebeu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em janeiro deste ano, é comercializado em cerca de 20 países.
Finardi nega que o lançamento da nova versão esteja relacionado às mudanças recentes nesse mercado, com a chegada dos genéricos – a Eli Lilly não baixou os preços do remédio, ao contrário do que aconteceu com o Viagra, que teve o valor reduzido pela metade. Ele diz que há apenas uma "incrível coincidência de calendário". De acordo com o gerente médico da Eli Lilly, Luiz André Magno, a opção pela versão diária não está relacionada necessariamente à frequência sexual ou a idade do paciente. A escolha deve ser feita pelo paciente com o aconselhamento de um médico. Assim como acontece com outros remédios para disfunção erétil, pacientes que usam remédios à base de nitrato, muito comuns em tratamentos de infarto ou angina, não devem usar o Cialis. A combinação entre os produtos pode gerar complicações graves. |
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Sex,10 de setembro de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis disse ontem que vai manter a oferta original de US$ 69 por ação da empresa americana Genzyme, de acordo com a AP. A informação foi divulgada em meio a rumores de que a Sanofi-Aventis teria elevado usa oferta em US$ 2 por ação, dois meses após sua primeira investida junto à Genzyme. A companhia sediada em Cambridge, no Estado americano de Massachusetts, rejeitou a oferta da Sanofi-Aventis, no fim de agosto, em negócio avaliado em US$ 18,5 bilhões, argumentando que a soma subestimava a Genzyme. Uma porta-voz da Sanofi declarou que o valor proposto não foi alterado e que há, em andamento, reuniões fechadas com acionistas da Genzyme.
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Qui, 9 de setembro de 2010
The Wall Street Journal Américas/ Valor Econômico
A farmacêutica Roche, da Suíça, está aumentando seus investimentos na China para se acomodar à crescente demanda no país, disse o diretor-presidente Severin Schwan, sem especificar valores. O plano é expandir contratações, operações de diagnóstico e pesquisa e desenvolvimento de farmacêuticos no país.
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Sanofi eleva oferta por Genzyme |
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Qui, 9 de setembro de 2010
O Estado de S. Paulo
Grupo francês oferece US$ 71 por ação e quer acesso aos dados da empresa dos EUA A farmacêutica Sanofi-Aventis fez uma nova oferta de aquisição da companhia de biotecnologia americana Genzyme de US$ 71 por ação, em troca da possibilidade de fazer uma "due diligence" (análise de dados) parcial da companhia, segundo informou o serviço de notícias financeiras DealReporter, citando fonte próxima à negociação.
O serviço, que é ligado ao grupo Financial Times, afirmou que a oferta maior deve ser a última proposta informal da Sanofi enquanto não obtiver mais informações sobre as finanças da empresa americana. Uma porta-voz da Sanofi não quis comentar a notícia, e não foi possível contatar a Genzyme. A Sanofi fez uma oferta formal de US$ 69 por ação da Genzyme, depois de tentar um acordo com os dirigentes da empresa de biotecnologia.
O conselho de administração da Genzyme já se posicionou contra a oferta, considerando-a baixa. Mesmo assim, esse aumento da oferta, considerado modesto, provavelmente não dará acesso para a Sanofi aos dados da Genzyme, afirmaram duas fontes ao DealReporter. A gigante farmacêutica francesa comunicou à Genzyme que não deve aumentar sua oferta para entre US$ 74 e US$ 75 por ação, considerado o valor mínimo para a Genzyme divulgar seus dados financeiros, disse a primeira fonte e um acionista majoritário da Genzyme ao DealReporter. |
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Roche entra em acordo para desenvolver fármacos para Parkinson e Alzheimer |
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Qua, 8 de setembro de 2010
Portal RCM Pharma (Portugal)
A Roche entrou num acordo com a belga reMYND para desenvolver compostos para o tratamento da doença de Parkinson e da doença de Alzheimer, num negócio que pode valer mais de 500 milhões de euros (637 milhões de dólares), anunciaram as companhias na terça-feira, citadas pelo site FirstWord.
Sob os termos do acordo, que pode render à reMYND mais de 500 milhões de euros em marcos e pagamentos de royalties, se os fármacos experimentais chegarem ao mercado, as empresas irão trabalhar em conjunto no desenvolvimento das moléculas através de estudos clínicos. Além disso, a Roche será responsável por todo o desenvolvimento clínico e comercialização em todo o mundo.
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Eli Lilly põe no mercado 'novo' Cialis |
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Qua, 8 de setembro de 2010
Valor Econômico Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Cartela do medicamento para disfunção erétil terá preço acima de R$ 230,00
A farmacêutica americana Eli Lilly colocará no mercado nacional, a partir do dia 15 deste mês, o Cialis para uso diário, medicamento indicado para combater a disfunção erétil. O produto será comercializado em uma cartela com 28 comprimidos de 5 mg (a mesma apresentação dos anticoncepcionais) e custará entre R$ 230 a R$ 250 a caixa.
Ao Valor, Luciano Finardi, diretor de marketing da companhia, afirmou que a Lilly não quer entrar na "guerra de preços" travada desde o fim do primeiro semestre, quando o produto da Pfizer, o Viagra, a famosa pílula azul, perdeu a patente, provocando uma corrida dos laboratórios para lançar a versão genérica do comprimido.
O laboratório nacional EMS saiu na frente nessa disputa e a Pfizer contra-atacou, fechando parceria com a Eurofarma para produzir e comercializar genéricos de seu próprio remédio.Segundo Finardi, a Lilly teve a aprovação da Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) no início do ano para lançar a versão diária do Cialis no país. Nesses últimos meses, a farmacêutica fez um trabalho junto aos médicos e às redes de varejo para a distribuição do medicamento. O Cialis é aprovado para o tratamento da disfunção erétil em mais de 100 países. Já a pílula diária, também vendido sob prescrição médica, está presente em 20 países, dentre eles os Estados Unidos, Austrália, África do Sul e muitos da Europa. Ainda neste mês o produto será lançado no Chile e México.
A indicação é de que o paciente ingira o comprimido diariamente, de preferência no mesmo horário. Não é preciso fazer intervalo entre uma cartela e outra, explicou Finardi. Estudos feitos pela Lilly, segundo a empresa, mostram que os efeitos colaterais decorrentes do Cialis de uso diário (de cor amarelo claro) e o consumido de maneira esporádica (de cor amarelo em forma de gota) são praticamente os mesmos, como dores de cabeça, nas costas, indigestão, por exemplo. Contudo, as reações adversas são transitórias e, geralmente, leves ou moderadas. "Mas esses efeitos só foram observados em apenas 2% da população pesquisada", afirmou o executivo.
Apesar de menos conhecido que seu principal concorrente (Viagra, da Pfizer), o Cialis é líder de mercado no país. O produto de uso esporádico é vendido a R$ 28 a unidade. Cada embalagem do Cialis vem com dois comprimidos. Segundo Finardi, o diferencial é a eficácia do produto: de 36 horas, ante de quatro a seis horas, garantidos pelo Viagra e suas cópias. O laboratório EMS vende cada pílula genérica, em média, a R$ 10, com embalagens para um, dois, quatro ou oito comprimidos. A Pfizer também tem venda por unidade, a R$ 15.
A disfunção erétil é a incapacidade do homem em obter ou manter uma ereção satisfatória para uma relação sexual. Estima-se que esse problema afete 44% dos homens brasileiros acima de 40 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Cerca de 60% dos homens a partir de 60 anos apresentam algum grau de dificuldade de ereção, que aumenta progressivamente nos anos seguintes. Especialistas acreditam que 80% a 90% dos casos estão relacionadas a doenças como diabetes, cardiovasculares, e tratamento de câncer de próstata, enquanto de 10% a 20% são, predominantemente, devido a causas psicológicas.
Sediada em Indianápolis, Indiana, a americana Eli Lilly está presente no Brasil há 66 anos. A empresa também atua nas áreas de saúde mental, diabetes, oncologia e saúde da mulher. Pfizer, dona do Viagra, a brasileira EMS, que faz genérico, e Lilly travam uma "guerra de preços" desde o fim de junho.
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Cientistas desenvolvem novo medicamento para tratar malária |
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Sex, 3 de setembro de 2010
Portal R7
Uma única dose do remédio curou todas as cobaias infectadasCientistas descobriram um novo remédio promissor contra a malária que tem o potencial detratar, com uma única dose, cepas mais resistentes da doença. O estudo foi publicadonesta quinta-feira (2) na revista científica Science. O fármaco parece ser mais potente do que os medicamentos usados atualmente contra a doença e deve estar disponível para testes clínicos ainda este ano.
Os métodos de tratamento atuais exigem que os pacientes tomem o medicamento de uma a quatro vezes por dia durante um período de três a sete dias. Segundo Elizabeth Winzeler, autora do estudo e membro do Instituto de Genômica da Fundação de Pesquisa Novartis, reduzir o tratamento a uma dose única faz com que o parasita tenha dificuldade para desenvolver resistência ao remédio.
- Tem muitas características encorajadoras, inclusive um perfil de segurança atraente e potencial de tratamento em uma única dose oral. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), em 2008 houve aproximadamente 247 milhões de casos de malária, doença que causou naquele ano quase um milhão de mortes, a maioria entre crianças pequenas na África.
A malária é contraída quando pessoas são picadas por mosquitos infectados com o parasita Plasmodium. A doença causa febre e vômitos e pode tornar-se rapidamente perigosa ao interromper o fluxo sanguíneo para órgãos vitais.
Os parasitas da doença já desenvolveram resistência a uma série de medicamentos antimalária em muitas partes do mundo e, há mais de uma década, uma nova classe de medicamentos para tratar a doença começou a ser amplamente usada. De acordo com Mark Fishman, presidente do Instituto de Pesquisa Biomédica da Novartis, a malária permanece um flagelo. - O parasita demonstrou ter uma habilidade frustrante de neutralizar novos medicamentos. Estamos felizes que nossos cientistas possam fornecer esta nova terapia potencial para a malária, baseados em uma estrutura química sem precedentes e direcionada para um novo alvo.
O estudo
O medicamento foi testado em camundongos infectados com uma cepa de malária que costuma matar no prazo de uma semana. Uma única e elevada dose do medicamento mostrou-se capaz de curar todas as cobaias infectadas. Três dos seis ratos que receberam uma dose menor foram curados, e a taxa de sucesso chegou a 90% entre aqueles que tomaram três vezes a droga de menor dosagem.
Tem havido pouco incentivo econômico para o desenvolvimento de novos medicamentos antimalária porque a doença ataca, sobretudo, os países mais pobres do mundo.
O composto, denominado NITD609, foi desenvolvido em parceria com a gigante farmacêutica Novartis, algumas organizações sem fins lucrativos, agências governamentais americanas e cingapurianas, além de cientistas de universidades dos Estados Unidos, da Suíça, da Tailândia e da Grã-Bretanha.
Estudos mais amplos em animais estão em andamento e os cientistas agora trabalham para obter a aprovação para testes de fase 1 em humanos.
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Qui, 2 de setembro de 2010
Folha de S.Paulo - coluna Mercado Aberto
Maria Cristina Frias
A farmacêutica Merck Millipore, da alemã Merck KGaA, acaba de inaugurar o LACT (Centro Tecnológico Latino Americano) em Alphaville (SP), que recebeu investimentos de US$ 500 mil em infraestrutura e aquisição de equipamentos. O centro atenderá laboratórios de vacinas farmacêuticas da região.
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Pfizer vai comprar a FoldRx Pharmaceuticals |
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Qui, 2 de setembro de 2010
Portal RCM Pharma (Portugal)
A Pfizer vai adquirir a FoldRx Pharmaceuticals, uma empresa norte-americana de descoberta de fármacos e desenvolvimento clínico, com o objectivo de expandir o seu pipeline de potenciais produtos, avança a Associated Press.
O valor desta transacção não foi divulgado. A empresa norte-americana encontra-se a desenvolver potenciais tratamentos paradoenças relacionadas com proteínas defeituosas que são cada vez mais reconhecidas como uma causa para as doenças degenerativas crónicas.
O principal produto da companhia, o tafamidis meglumine, destina-se ao tratamento da olineuropatia amilóide, uma doença neurodegenerativa genética potencialmente fatal, cuja única opção de tratamento actual são os transplantes de fígado. O fármaco está neste momento à espera de autorização da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e da FDA. A Pfizer revelou que espera que o negócio esteja concretizado até ao final do ano.
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Conselho da Sanofi se divide sobre oferta pela Genzyme |
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Qua, 1º de setembro de 2010
Valor Econômico Jornalista: Jeanne Whalen e Dana Cimilluca
Para conseguir fechar a maior transação de sua carreira - a proposta aquisição da Genzyme Corp. por US$ 18,5 bilhões -, o diretor-presidente da Sanofi-Aventis SA, Chris Viehbacher, terá de convencer não apenas o relutante conselho de administração da Genzyme de que o negócio realmente vale a pena, mas também alguns dos próprios conselheiros da Sanofi.
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Farmacêutica americana acha que vale mais |
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Qua, 1º de setembro de 2010
Valor Econômico Jornalista: Gina Chon e Anupreeta Das
Henri Termeer, diretor-presidente da Genzyme, desafia Sanofi-Aventis SA a aumentar oferta pela empresa.Confira detalhes do assunto na matéria do Valor Econômico de hoje.
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Ter, 31 de agosto de 2010
Valor Econômico
O laboratório inglês Shire anunciou a aprovação no Emea (agência regulatória europeia) para a comercialização da VPRIV (velaglucerase alfa), terapia de reposição enzimática (TRE), para o tratamento da doença de Gaucher tipo 1 (síndrome rara). O produto da Shire ainda aguarda aprovação da Anvisa (agência regulatória brasileira) para sua comercialização no Brasil.
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Conselho da Genzyme rejeita oferta de compra de US$ 18,5 bilhões da Sanofi |
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Ter, 31 de agosto de 2010
Brasil Econômico
Em uma carta divulgada ontem, o chefe-executivo da Genzyme, Henri Termeer, afirmou que a oferta é idêntica à primeira proposta apresentada, sem nenhuma nova informação. A carta reitera a visão do conselho de administração da companhia de que “não é o momento certo para vender a empresa”, destacando a linha de produtos e os esforços para corrigir os problemas de produção que têm a prejudicado significativamente.
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Novartis investe em inovação para crescer |
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Seg, 30 de agosto de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Quais os novos desafios das indústrias farmacêuticas? Essa é uma das principais perguntas feitas por muitos laboratórios, em meio a um cenário global de altos custos e baixo retorno das pesquisas. A resposta não foge muito à regra. As grandes companhias do setor, se quiserem continuar relevantes nesse segmento, devem manter suas apostas em inovação.
A suíça Novartis faz parte do grupo de farmacêuticas que mantém o foco em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Com um pipeline (produtos em desenvolvimento) de 145 novos projetos, a multinacional teve 20 medicamentos aprovados nos últimos 10 anos.
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Sanofi oferece US$ 18,5 bi pela Genzyme |
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Seg, 30 de agosto de 2010
Brasil Econômico
O grupo farmacêutico francês Sanofi-Aventis anunciou ontem uma oferta pública hostil de compra do Genzyme, laboratório de biotecnologia especializado em doenças raras, por US$ 18,5 bilhões, depois que a companhia americana se recusou várias vezes a negociar a transação.
A Sanofi-Aventis,que há mais de um mês estaria interessada na companhia dos EUA, ofereceu US$ 69 por ação aos acionistas do Genzyme e se propôs a fazer o pagamento em dinheiro. A oferta representa um prêmio de 38% sobre o preço de US$ 49,86 por ação sugerido em primeiro de julho. De acordo com estimativas de analistas, a oferta totaliza 36 vezes os lucros por ação do Genzyme em 2010 e 20
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TRF quebra patente de remédio para colesterol |
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Sex, 27 de agosto de 2010
Valor Econômico
Uma decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2 ªRegião fez a patente do medicamento Lipitor - campeão de vendas do laboratório Pfizer - cair em domínio público quatro meses antes do previsto pela empresa. O entendimento foi proferido em uma ação rescisória - que tem a finalidade de modificar decisões que transitaram em julgado - proposta pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Nela, o órgão argumenta que a patente seria válida apenas até julho de 2009. A Pfizer havia obtido na Justiça a extensão da validade até dezembro deste ano. O Lipitor, usado para combater o colesterol, é o medicamento mais vendido no mundo, e movimenta R$ 300 milhões por ano no Brasil.
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Pfizer e Eurofarma vão lançar genérico do Lípitor |
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Sex, 27 de agosto de 2010
Brasil Econômico
A Pfizer fechou parceria com a Eurofarma para a produção e venda no Brasil de um genérico do medicamento para colesterol Lípitor. Pelo acordo, a Pfizer produzirá e fornecerá o genérico para a Eurofarma, que promoverá, distribuirá e comercializará o produto no país. As empresas aguardam a aprovação do genérico pela Anvisa para colocá-lo no mercado em setembro
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Qui, 26 de agosto de 2010
Valor Econômico
O Glivec, remédio para câncer da farmacêutica suíça Novartis, não será recomendado no Reino Unido como tratamento de recuperação para pacientes de câncer de estômago que tiveram removido um tumor estromal gástrico. A autoridade britânica do setor afirmou que a decisão se baseia em razões de custo-benefício. O Glivec é o segundo remédio mais vendido da Novartis, com quase US$ 4 bilhões no ano passado.
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Novartis define fábrica de US$ 500 mi |
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Qui, 26 de agosto de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Companhia suíça produzirá vacinas em PE, primeira unidade na América Latina
A farmacêutica suíça Novartis bateu o martelo e vai construir na cidade de Goiana, na Grande Recife (PE), sua fábrica de vacinas. Os investimentos nesse complexo ficarão entre US$ 300 milhões e US$ 500 milhões, com operações previstas para o início de 2014. O principal executivo da companhia no país, Alexander Triebnigg, afirmou que essa unidade deverá ter uma infraestrutura para atender aos mercados interno e externo.
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Governo prepara manual sobre nova droga para Gaucher |
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Qua, 25 de agosto de 2010
O Estado de S.Paulo Jornalista: Lígia Formenti
Remédio ainda não aprovado nos EUA foi comprado em caráter de emergência, por falta do medicamento tradicional
O Ministério da Saúde prepara um manual e um cronograma de visitas para combater uma eventual resistência de médicos e pacientes ao novo remédio comprado para tratar a doença de Gaucher.
O remédio taliglucerase alfa, produzido pelo laboratório Pfizer, foi adquirido por R$52,47 milhões,em caráter de urgência, para evitar a interrupção brusca de tratamento dos 610 portadores assistidos pelo governo. Pacientes com a doença apresentam deficiência no metabolismo de gorduras.
Quando não tratado, o problema pode levar à morte. Apesar da ameaça de desabastecimento, portadores da doença dizem estar inseguros por não haver informações suficientes sobre a nova droga e pelo fato de ela não ser registrada no FDA, o órgão que libera a comercialização de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos.
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Roche firma acordo de cooperação com a Aileron |
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Ter, 24 de agosto de 2010
Portal Terra
A farmacêutica suíça Roche firmou um acordo de cooperação com a Aileron Therapeutics que pode chegar a US$ 1,1 bilhão, dando acesso a uma nova forma de identificar doenças.
A Aileron, que fabrica tubos clínicos com foco em câncer, doenças infecciosas, metabólicas e inflamatórias, deve receber um aporte de US$ 25 milhões.
Ela receberá até US$ 1,1 bilhão em pagamento se os medicamentos indicados tiverem resultados satisfatórios em cinco testes, bem como royalties em futuras venadas.
As empresas não revelaram as metas, mas a Roche disse nesta terça-feira que selecionará áreas terapêuticas.
O trabalho está em estágios iniciais e os testes clínicos devem começar em cerca de três anos, segundo a porta-voz da Roche Claudia Schmitt.
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Pfizer sofre derrota na Justiça de São Paulo |
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Sab, 21 de agosto de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI
Disputa é em torno de droga anticolesterol
A multinacional farmacêutica Pfizer sofreu ontem a primeira derrota no Estado de São Paulo na tentativa de manter a validade da patente da atorvastatina, princípio ativo do Lípitor. A droga contra colesterol é uma das mais vendidas no mundo.
Há uma batalha judicial em torno do remédio, cuja patente o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) entende já ter vencido em 2009. Uma decisão judicial garantiu à Pfizer o direito de prorrogá-la até dezembro.
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Pfizer sofre derrota na Justiça de São Paulo |
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Sab, 21 de agosto de 2010 Folha de S.Paulo Jornalista: Cláudia Colllucci
Disputa é em torno de droga anticolesterol
A multinacional farmacêutica Pfizer sofreu ontem a primeira derrota no Estado de São Paulo na tentativa de manter a validade da patente da atorvastatina, princípio ativo do Lípitor. A droga contra colesterol é uma das mais vendidas no mundo. Há uma batalha judicial em torno do remédio, cuja patente o Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) entende já ter vencido em 2009. Uma decisão judicial garantiu à Pfizer o direito de prorrogá-la até dezembro. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (Rio de Janeiro), neste mês, julgou que a prorrogação não era válida. Assim, a EMS, maior fabricante nacional de medicamentos, ganhou o direito de produzir e comercializar a versão genérica do remédio, que já foi posto à venda nas farmácias nesta semana. O preço do genérico é 35% menor do que o do Lípitor, que custa R$ 100 a caixa. A Pfizer alegou à Justiça paulista que a decisão do Rio não permitia a venda da atorvastatina. O juiz Sidney da Silva Braga indeferiu o pedido de liminar da multinacional alegando que o recurso deveria ter sido impetrado no Rio, e não em SP. A Folha apurou que a disputa agora é em torno de licitação a ser realizada pela Secretaria da Saúde de SP no dia 24. O negócio envolve a compra de 7 milhões de unidades de atorvastatina.
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Pfizer sofre derrota na Justiça Federal |
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Qua, 18 de agosto de 2010
O Estado de S.Paulo Jornalista: CLAYTON NETZ
A Pfizer sofreu um revés em sua intenção de revogar na Justiça a permissão dada ao laboratório nacional EMS para a produção do genérico Lipitor, campeão de vendas da empresa americana no mundo. O pleito foi indeferido pela desembargadora federal Vera Lúcia Lima, vice-presidente do Tribunal Federal de Recursos da 2.ª Região, no Rio de Janeiro, na última segunda feira.
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Roche flagra doenças antes de aparecerem |
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Qua, 18 de agosto de 2010
Brasil Econômico Jornalista: Martha San Juan França
Farmacêutica aposta na área de diagnósticos moleculares e lança testes para infecções, câncer e pré-eclâmpsia
A Roche, uma das líderes mundiais em medicamentos diferenciados para câncer e pioneira no tratamento de diabetes, está de olho no que o mercado farmacêutico considera ser a tecnologia do futuro. Não se trata de ferramentas capazes de produzir drogas certeiras contra doenças complicadas ou vacinas contra vírus que podem se espalhar perigosamente. A aposta do grupo suíço chama-se diagnóstico molecular e envolve o estudo das mudanças celulares que ocorrem no corpo antes mesmo do aparecimento dos sintomas de uma doença.
Hoje, esses testes baseados nos genes, são uma pequena parte das receitas que a Roche obtém com o desenvolvimento, fabricação e venda de material de apoio médico e laboratorial, incluindo sistemas de diagnósticos para laboratórios, hospitais, clínicas e diretamente para pacientes, como testes de índice de glicemia para diabetes. Mas as perspectivas são enormes.
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Seg, 16 de agosto de 2010
O Estado de S.Paulo
Ao determinar no final de abril a derrubada da patente do Viagra, garantir o domínio público de sua fórmula e autorizar os laboratórios a fabricar genéricos com base nela, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estimulou o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) a pedir-lhe que julgue em bloco as ações judiciais relativas a 37 outros medicamentos - a maioria utilizada em transplantes e tratamentos de câncer, diabetes, depressão, leucemia, úlcera gastrointestinal, dores musculares e doenças cardíacas.
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Remédio mais potente contra hepatite C deve chegar ao Brasil e EUA em 2011 |
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Sex, 13 de agosto de 2010
Portal R7 Jornalista: Camila Neumam
Boceprevir quase dobra as chances de cura da doença quando usado como coquetel
O laboratório MSD vai submeter o antiviral boceprevir, novo medicamento indicado para o tratamento da hepatite C, à aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no início de 2011. A informação foi confirmada ao R7 pela matriz brasileira do laboratório.
Estudos realizados com pacientes nos Estados Unidos, Canadá e Europa mostraram que o medicamento, acrescido ao tratamento padrão da hepatite C, com peginterferon alfa 2-b e ribavirina, quase dobrou as chances de cura, por zerar a carga viral da doença.
Os resultados de dois estudos coordenados pelo professor Paul Kwo, da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana (EUA), mostraram que os pacientes que tomaram o coquetel com os três medicamentos por 48 semanas tiveram 66% de resposta imunológica sustentada detectada (ausência do vírus no organismo 24 semanas após o fim do tratamento, considerada como a cura para a hepatite C), ante os 38% dos que receberam os remédios padrão e um placebo (dose de “mentira”).
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Sex, 13 de agosto de 2010
Valor Econômico
O Lamictal, remédio usado para tratar convulsões em crianças, pode causar meningite asséptica, uma inflamação das membranas protetoras que cobrem o cérebro e a espinha, afirmou a agência sanitária americana, conhecida como FDA. O Lamictal, vendido pela britânica GlaxoSmithKline, também é usado para tratar desordem bipolar em adultos.
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Pfizer reage na Justiça a genérico da EMS |
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Sex, 13 de agosto de 2010
O Estado de S.Paulo Jornalista: Clayton Netz
A gigante farmacêutica Pfizer deu entrada em dois pedidos judiciais na tarde de ontem contra a brasileira EMS, que atualmente tem permissão para vender o genérico do Lipitor, medicamento para controle do colesterol comercializado pela americana. Trata-se da droga mais vendida do mundo. Segundo apurou a repórter Melina Costa, o primeiro foi um mandado de segurança protocolado no Tribunal Regional Federal da 2ª Região do Rio de Janeiro. O segundo é um "agravo interno" que significa, na prática, um pedido de reconsideração da Justiça.
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Novartis cresce no país e projeta mais avanços |
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Sex, 13 de agosto de 2010
Valor Econômico Jornalista: Alexandre Inacio
A Novartis Saúde Animal prepara uma expansão no mercado brasileiro para os próximos três anos. A meta é estar entre as cinco maiores empresas com atuação no país, depois de ter subido dois degraus em 2009 e passar a ocupar a sétima colocação no ranking nacional de saúde animal.
O grupo não revela valores sobre os investimentos que serão feitos, mas segundo o diretor da Novartis Saúde Animal no Brasil, Gustavo Tesolin, o crescimento acontecerá com base no lançamento de novos produtos e em possíveis aquisições de empresas que poderão ocorrer.
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Ações genéricas de marketing |
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Qui, 12 de agosto de 2010
Brasil Econômico Jornalista: FÁBIO SUZUKI
Novas quebras de patentes de remédios elevam investimentos de fabricantes em mídia
A quebra de patentes de medicamentos nos últimos meses, encabeçada pela marca Viagra, da Pfizer, levou as fabricantes de genéricos à mídia para ressaltar suas atuações nesse segmento.
Mesmo com os limites impostos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a comunicação de produtos dessa área, as empresas têm apostado alto em ações de marketing para levar vantagens nas vendas de produtos que são em média 35% mais baratos que os originais.
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Virbac cresce com a compra de linhas de produtos da Intervet |
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Qua, 11 de agosto de 2010
Valor Econômico Jornalista: Alexandre Inacio
A multinacional veterinária francesa Virbac acertou a compra de seis linhas de produtos, sendo dois para suínos e quatro para bovinos, da americana Intervet/Schering-Plough. Em março deste ano, a Merial (controlada pela francesa Sanofi-Aventis) fundiu suas operações com a Intervet (controlada pela americana Merck), criando a maior indústria veterinária do mundo, com faturamento estimado em cerca de US$ 16,5 bilhões.
A compra das seis linhas da Intervet/Schering-Plough pela Virbac não tem relação com a união de março, já que os órgãos de defesa da concorrência ainda não deram seu parecer sobre a fusão entre Intervet e Merial e, por enquanto, não exigiram que as empresas façam "desinvestimentos".
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Brasil pode ter genérico de remédio contra colesterol |
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Ter, 10 de agosto de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI
Laboratório nacional obteve liminar que autoriza a produção, mas multinacional detentora da patente afirma que vai recorrer
A farmacêutica EMS, maior fabricante nacional de remédios, promete lançar até o fim da próxima semana a versão genérica do Lípitor (atorvastatina), a droga para colesterol mais vendida do mundo, da multinacional norte-americana Pfizer.
Na última sexta, a EMS conseguiu liminar que a autoriza a produzir e a vender um genérico no mínimo 35% mais barato que Lípitor, que chega a custar R$ 200, dependendo da concentração.
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Pfizer baixou preço do Viagra após perder patente |
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Seg, 09 de agosto de 2010
O Estado de S.Paulo
Há dois meses, diante do fim da vigência da patente do Viagra, a americana Pfizer decidiu reduzir pela metade o preço do medicamento, um de seus produtos mais vendidos. O valor médio de cada comprimido passou de R$ 30 para R$ 15. O laboratório concorrente EMS foi o primeiro a colocar no mercado um genérico da droga para disfunção erétil. O comprimido chegou às farmácias custando cerca de R$ 10. Em 2009, esse tipo de medicamento movimentou R$ 513 milhões - e o Viagra respondeu por 34% desse total.
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Brasil sedia nova diretoria para Lilly crescer nos mercados emergentes latino-americanos |
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Sex, 06 de agosto de 2010
Eli Lilly
Allan Finkel assumirá a recém-criada diretoria de Alianças Estratégicas na América Latina Está nos planos da Eli Lilly duplicar as vendas nos mercados emergentes nos próximos cinco anos, por meio do aumento da promoção dos seus fármacos e de possíveis aquisições estratégicas. Uma das medidas para que tal objetivo seja alcançado foi a recente criação da diretoria de Alianças Estratégicas na América Latina, com base no Brasil. Allan Finkel, 37 anos, que era diretor de Assuntos Corporativos da subsidiária brasileira, assumiu a nova posição. O executivo é formado em engenharia, tem MBA pela UNC Kenan Flagler Business School, nos Estados Unidos, e iniciou sua carreira na Lilly Brasil em 2004. Na função recém-criada, conduzirá a identificação e execução das alianças estratégicas e esforços de desenvolvimento de negócios em toda a América Latina a partir do nosso país.
De acordo com Finkel, apesar da nova diretoria responder por toda a América Latina, o foco é o Brasil, que figura entre os mercados farma-emergentes globais, ao lado de China, Coréia, México, Rússia e Turquia. “Queremos aumentar o crescimento da Lilly de 9% para 12% em volume. Para isso, buscaremos identificar prioridades e desenvolver soluções farmacêuticas que atendam às necessidades dos mercados emergentes, tais como, o fechamento de acordos de desenvolvimento de negócios através de parcerias estratégicas, além de eventuais aquisições pontuais e estratégias de preço que possam atingir diretamente a classe C emergente no Brasil”, reforçou ele.
Para ocupar o lugar de Finkel, foi promovida a executiva Regiane Salateo, 46 anos, que passa a responder pela diretoria de Assuntos Corporativos. Regiane, pediatra oncologista, iniciou na Lilly Brasil também há seis anos como gerente médica e, desde então, tem ocupado diversas posições de liderança em vendas e marketing na empresa. Até sua promoção, era gerente das unidades de negócios oncologia e Reopro (medicamento cardiovascular que previne a formação de coágulos depois de determinados procedimentos).
A Lilly é uma das grandes farmacêuticas na corrida aos mercados emergentes, como China, Índia e Brasil, países que ganharam melhor acesso aos cuidados de saúde e mudanças no estilo de vida, devido à expansão das classes médias. A concorrência dos genéricos e das seguradoras públicas e privadas na Europa e EUA também contribuem para tornar os mercados emergentes mais atraentes como fonte de crescimento.
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Fabricação de remédio para leucemia é suspensa no país |
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Qui, 05 de agosto de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI
Droga essencial no tratamento do câncer infantil mais comum já está em falta e terá distribuição racionada
O principal medicamento para tratar a leucemia linfoide aguda, o câncer infantil mais frequente, teve a fabricação suspensa temporariamente no país.
O remédio Elspar (asparaginase) é único no mercado e, segundo os médicos, a falta dele pode comprometer o tratamento de crianças.
Em documento obtido pela Folha, o laboratório Bagó, que faz a droga, justificou a suspensão da produção alegando que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não aprovou a mudança do local de fabricação do medicamento.
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EUA apertam o cerco a remédios |
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Qui, 05 de agosto de 2010
O Globo
Parar de fumar é difícil e, se uma das drogas mais receitadas para acabar com o vício pode ter efeitos colaterais graves, como causar ataques de violência, talvez seja melhor pensar duas vezes antes de optar pelo tratamento. Devido a vários episódios agressivos associados ao uso de Chantix (no Brasil é Champix, a vareniclina), indicada contra o fumo, o órgão que controla drogas e alimentos nos Estados Unidos, a FDA, alertou os pacientes sobre possíveis danos psiquiátricos. O Champix, porém, não é único. Com mais poderes para fiscalizar, a FDA já determinou estudos para 132 fármacos no mercado, alguns deles muito vendidos, como o Avandia, usado por diabéticos.
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Pfizer encerra o trimestre com ganho líquido de US$ 2,48 bi |
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Qua, 04 de agosto de 2010
DCI
O lucro da Pfizer no 2º trimestre cresceu 9,5% em comparação ao obtido no mesmo período de 2009, e os resultados ajustados passaram as estimativas dos analistas. A receita, que subiu 58% na mesma base de comparação, foi impulsionada pela aquisição da Wyeth e por vendas mais fortes de seus principais medicamentos. A Pfizer teve lucro de US$ 2,48 bilhões, ou de US$ 0,31 por ação, no segundo trimestre, comparado a US$ 2,26 bilhões no mesmo período de 2009. Excluindo encargos relacionados a aquisições e reestruturação, os ganhos subiram para US$ 0,62 por ação, ante US$ 0,48 por ação.
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Merck registra lucro no trimestre |
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Seg, 02 de agosto de 2010
DCI
A Merck & Co. apresentou resultados para o segundo trimestre acima do esperado pelo mercado, favorecida por fortes vendas de medicamentos para tratamento de diabetes, artrite e HIV. A farmacêutica norte-americana, que em novembro concluiu a aquisição da Schering-Plough por US$ 41 bilhões, teve lucro de US$ 752 milhões no período.
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Alemã Merck sobe lucro semestral em 127% |
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Sex, 30 de julho 2010
Portal RCM Pharma
A Merck KgaA fechou o primeiro semestre deste ano com 374,8 milhões de euros de lucro, uma melhoria de 127% face a igual período de 2009, anunciou esta quinta-feira a empresa química alemã, de acordo com o site Dinheiro Digital.
A facturação aumentou 14,3%, cifrando-se em 4.306,9 milhões de euros.
A empresa justificou o bom desempenho com a recuperação do negócio na área dos químicos.
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Lucro antes de impostos da AstraZeneca cresce 3% no 2º trimestre |
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Sex, 30 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
A farmacêutica AstraZeneca anunciou quinta-feira que o lucro antes de impostos cresceu 3% no segundo trimestre do ano, para 6,3 mil milhões de euros, face a igual período do ano anterior, avança o jornal económico OJE.
A AstraZeneca atribui a melhoria do seu resultado ao aumento em 16% das suas vendas nos mercados emergentes, sobretudo da China e da região da Ásia Pacífico, embora não tenha quantificado a parcela dos resultados que irá para impostos.
A farmacêutica anglo-sueca refere ainda que o resultado operacional cresceu 6% no primeiro trimestre do ano, para 2,3 mil milhões de euros, quando comparado com idêntico período do ano passado.
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Sanofi-Aventis anuncia lucro de 1,7 bilhão no 2º trimestre |
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Sex, 30 de julho de 2010
Portal Terra
A farmacêutica Sanofi-Aventis reportou nesta quinta-feira um lucro líquido de 1,776 bilhão de euros (1,31 euro por ação) no segundo trimestre de 2010, com incremento de 51% em relação a igual época do ano anterior, que registrara ganhos de 1,170 bilhão de euros (0,81 euro por ação).
As vendas líquidas da companhia foram contabilizadas em 7,783 bilhões de euros entre abril e junho deste ano, frente aos 7,438 bilhões de euros apontados nos mesmos meses de 2009.
"Estou muito satisfeito com a performance trimestral do grupo em um ambiente impactado pela reforma do sistema de saúde americano, cortes de preço na Europa e contínua concorrência com os genéricos", afirmou Christopher A. Viehbacher, CEO da Sanofi-Aventis.
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AstraZeneca e Bristol aliam-se em pesquisa |
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Sex, 30 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Companhias unem forças para desenvolver medicamentos voltados para combater diabetes
As companhias farmacêuticas anglo-sueca AstraZeneca e a americana Bristol-Myers Squibb uniram forças para pesquisar medicamentos voltados para diabetes. Os dois laboratórios, que firmaram acordo de cooperação em 2007 para investir no desenvolvimento de remédios nessa área, como forma de dividir os custos e os lucros, começam a colocar no mercado os resultados dessa parceria. Esse tipo de associação entre empresas fármacas tornou-se uma tendência global.
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Especialistas elegem 5 construções verdes dos últimos 30 anos |
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Sex, 30 de julho de 2010
Site Terra
Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis (AJCES), localizado no campus da Universidade de Oberlin, nos Estados Unidos
Para edição do mês de agosto de 2010, a revista Americana Vanity Fair perguntou a 90 especialistas quais seria as "maiores obras arquitetônicas dos últimos 30 anos". Com 28 votos, o Museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, foi o grande vencedor, seguido pelo Menil Collection, de Renzo Piano. A lista contou ainda com outras XIX construções tidas como as mais importantes ou memoráveis da arquitetura moderna.
Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. "Até as obra selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura", opina.
Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das "cinco construções verdes mais importantes desde 1980".
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Astellas e Regeneron prorrogam acordo para descoberta de anticorpos |
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Qui, 29 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
A Astellas concordou em pagar até 295 milhões de dólares para continuar a usar a tecnologia VelocImmune® da Regeneron para descobrir candidatos a anticorpos monoclonais até 2023, anunciou a empresa norte-americana na quarta-feira, de acordo com o site FirstWord.
Em 2007, a Astellas assinou um acordo de seis anos com a Regeneron, de acordo com o qual a farmacêutica japonesa fez pagamentos anuais de 20 milhões de dólares para usar a tecnologia da Regeneron no desenvolvimento de medicamentos. No âmbito da revisão do acordo, a Astellas pagará à Regeneron 165 milhões de dólares iniciais, com mais 130 milhões de dólares a pagar em Junho de 2018.
A empresa norte-americana também poderá receber royalties de todos os produtos lançados pela Astellas que foram descobertos utilizando a sua tecnologia.
A Astellas está actualmente a desenvolver cerca de 20 anticorpos que utilizam a tecnologia da Regeneron.
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Sanofi-aventis e Genzyme estarão em negociações |
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Qui, 29 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
As acções da Genzyme subiram com a informação de que a farmacêutica francesa sanofi-aventis está interessada na empresa de biotecnologia americana. A notícia foi publicada pelo The Wall Street Journal, avança a Associated Press.
De acordo com a notícia, a sanofi fez uma abordagem de aquisição informal pela Genzyme, e que "pessoas familiarizadas com o tema" dizem que as negociações estariam no estágio inicial, mas que os executivos da empresa de biotecnologia estão a tentar descobrir quanto a sanofi estaria disposta a pagar pela aquisição.
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Momenta responde a acção judicial interposta pela sanofi-aventis |
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Qua, 28 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
A Momenta Pharmaceuticals respondeu na terça-feira a uma acção federal apresentada pela sanofi-aventis, que visa bloquear o lançamento de uma versão genérica do medicamento Lovenox® desenvolvida pela Momenta e pela sua parceira Novartis, dizendo que "acredita que as alegações da sanofi-aventis não têm mérito" e "opondo-se vigorosamente oa processo". A Momenta acrescentou que o tribunal não coloca quaisquer restrições sobre a venda do fármaco, que começou a ser distribuído, avança o site FirstWord.
A farmacêutica francesa solicitou que o Tribunal Distrital de Columbia colocasse uma ordem de restrição temporária à versão genérica do fármaco desenvolvida pela Novartis e pela Momenta, e entrou com uma liminar que exigirá que a FDA retire a sua aprovação.
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Justiça proíbe venda de milho transgênico da Bayer |
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Qua, 28 de julho de 2010
O Estado de S.Paulo Jornalista: Lígia Formenti
A Justiça Federal proibiu a venda do milho transgênico Liberty Link, produzido pela Bayer. A decisão, da juíza federal Pepita Durski Tramontine, da Vara Ambiental de Curitiba, na segunda-feira, afirma que o produto só pode retornar ao mercado após a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovar o plano de monitoramento do produto no mercado.
A juíza também ordenou a proibição do uso do milho, resistente ao herbicida glufosinato de amônio, no Norte e Nordeste até que sejam realizados estudos ambientais do produto nas regiões. "Nesses locais, não basta a aprovação do plano de monitoramento pela CTNBio. É preciso que estudos anteriores, relacionados à segurança, sejam realizados", explicou a advogada e consultora do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Andrea Lazzarini Salazar.
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Qua, 28 de julho de 2010
Valor Econômico
A Genzyme, maior fabricante de medicamentos para doenças genéticas do mundo, recusou a aproximação da francesa Sanofi-Aventis com o intuito de lançar uma oferta de aquisição, informaram agências de notícias. Fontes próximas às negociações disseram que a Sanofi tentou negociar uma possível fusão, mas o principal-executivo da companhia americana, Henri Termeer, já tinha afirmado que a Genzyme não está à venda.
A compra da Genzyme é estratégica para o futuro da empresa francesa. Na segunda-feira, a Sanofi informou que seus lucros poderão cair este ano depois que as autoridades reguladoras dos Estados Unidos aprovaram a comercialização de um concorrente genérico do seu anticoagulante Lovenox. A decisão acabou com uma espera de cinco anos de desafio a um produto que rende US$ 3,9 bilhões por ano
A francesa fez a aproximação com a Genzyme há cerca de suas semanas, segundo disseram na sexta-feira duas pessoas a par do assunto. Jean-Marc Podvin, um porta-voz da Sanofi, não quis comentar o assunto ontem. Recentemente, a GSK também sondou a Genzyme. A GSK não comentou o assunto.
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Boehringer foca oncologia e mira Brasil |
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Qua, 28 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Alemã cultiva planta medicinal em fazenda no país para extrair o princípio ativo do Buscopan
Muito antes de se tornar o "queridinho" entre os países emergentes para as indústrias farmacêuticas, o Brasil já estava na rota da companhia alemã Boehringer Ingelheim. O país sedia uma fazenda na qual o grupo extrai uma das matérias-primas que compõem o princípio ativo do Buscopan, um dos carros-chefes da companhia.
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Parceria entre Lilly e Biolab |
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Qua, 28 de julho de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica americana Eli Lilly, líder em medicamento para disfunção erétil, o Cialis, e o laboratório nacional Biolab firmaram uma parceria, no qual a Biolab passa a promover e distribuir o remédio Evista (para osteosporose) no mercado privado, apurou o Valor . A Lilly manterá a distribuição do medicamento no país, mas para o governo, informou Allan Finkel, diretor da divisão de alianças estratégicas para a América Latina da companhia.
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Fármaco contra obesidade sem efeitos secundários é eficaz em ratos |
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Ter, 27 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
Um fármaco semelhante ao Acomplia®, medicamento da farmacêutica sanofi-aventis tida como promessa na redução de peso, ajudou ratos obesos a perder peso e diminuir o açúcar e as gorduras no sangue, sem causar efeitos colaterais psicológicos, avançaram investigadores norte-americanos esta segunda-feira, de acordo com a agência Reuters.
Tal como o Acomplia®, o fármaco tem como alvo os receptores canabinóides, activados após o consumo de substâncias como o haxixe, mas a equipa fez com que o composto atravessasse o cérebro dos ratos, reduzindo o risco de depressão, ansiedade e outros problemas neurológicos observados no Acomplia®.
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Genzyme recusa sanofi-aventis |
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Ter, 27 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
A Genzyme, maior fabricante de medicamentos para doenças genéticas, recusou uma aproximação da sanofi-aventis com o intuito de lançar uma oferta de aquisição, avança o jornal económico OJE.
Fontes próximas das negociações avançaram à agência Bloomberg que a sanofi convidou a empresa a negociar uma possível fusão, mas o CEO da companhia norte-americana, Henri Termeer, já tinha afirmado que a Genzyme não está à venda.
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Sanofi-aventis reduz previsões de lucro para o ano |
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Ter, 27 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
A sanofi-aventis reduziu as suas previsões de lucro para o ano após a aprovação pela FDA de uma versão genérica do Lovenox® (enoxaparina). A farmacêutica indicou que o lucro por acção em relação a 2009 pode ser estável ou diminuir em até 4%, contra uma estimativa anterior de aumento de 2 a 5%, avança o site FirstWord.
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Sanofi-aventis interessada na aquisição da Genzyme |
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Seg, 26 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
Segundo duas fontes próximas do assunto, a sanofi-aventis terá apresentado uma proposta para comprar a Genzyme há duas semanas, avança a agência Bloomberg.
A companhia aguarda por uma resposta e, segundo as mesmas fontes, que quiseram manter o anonimato, não entrou em negociações significativas, acrescentando que a oferta é inferior a 20 mil milhões de dólares.
A aquisição da Genzyme, a maior empresa de medicamentos para doenças genéticas, ajudaria a sanofi-aventis a expandir-se na área da biotecnologia.
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Lucro líquido da Roche registra expansão de 37% no primeiro semestre |
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Sex, 23 de julho de 2010
Brasil Econômico
O lucro chegou a 5,6 bilhões de francos suíços (R$ 9,47 bilhões) e atingiu 22,6%da receita com vendas. As vendas subiram 3% sobre o primeiro semestre de 2009, totalizando 24,6 bilhões de francos suíços. “Excluindo o Tamiflu, as vendas de medicamentos cresceram mais que os concorrentes, e o setor de diagnósticos continuou a crescer significativamente acima da taxa do mercado”, disse o CEO, Severin Schwan.
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Estudos de remédio polêmico são restritos |
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Qua, 22 de julho 2010
O Estado de S.Paulo
MEDICAMENTOS
Nos EUA, autoridades barraram a participação de novos pacientes em estudos sobre o medicamento Avandia, usado contra a diabetes tipo 2 e sob risco de ser banido do mercado americano por associação a ataques cardíacos.
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Nova fábrica da GE no Brasil vai responder por 20% da receita na região |
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Qui, 22 de julho 2010
Valor Econômico Jornalista: Vanessa Dezem
Anunciada em meio à crise financeira internacional, em abril de 2008, a primeira fábrica da área de saúde da General Electric (GE) no Brasil resistiu às dificuldades do mercado e foi inaugurada ontem. Na cidade de Contagem, em Minas Gerais, a fábrica de equipamentos para exames de imagem da companhia marcará também o início da produção no segmento de healthcare na região latino-americana. Segundo as projeções da multinacional, em três anos a unidade de Contagem representará de 15% a 20% do faturamento da GE HealthCare para a América Latina.
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Sanofi-Aventis brasileira exporta sistema de controle de produção |
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Qua, 21 de julho de 2010
Brasil Econômico Jornalista: Domingos Zaparolli
Modelo desenvolvido na fábrica de Suzano elimina 300 mil folhas de papéis e melhora processo produtivo
Do limão à limonada. Não há gestor que não sonhe coma possibilidade de transformar problemas em doces ganhos econômicos. Esta oportunidade surgiu para Marcos Ravanini, diretor industrial da Sanofi-Aventis no Brasil, no final de 2008, apresentada por dois gerentes, Tercio Ghizellini e Frederico Bassini. O problema, comum a todas as indústrias farmacêuticas, é a obrigatoriedade de manter por 10 anos um controle detalhado de cada etapa da produção e embalagem dos lotes de medicamentos produzidos, um documento contendo mais de 50 folhas. Na fábrica da companhia em Suzano (SP), a maior do grupo no mundo com produção de 200 milhões de unidades, são geradas 300 mil folhas por ano, que pesam 1,4 tonelada e ocupam uma área de 150 m².
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Busca por teste para Alzheimer atrai GE, Bayer e novata Avid |
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Qua, 21 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Elizabeth Lopatto e Kanoko Matsuyama
General Electric (GE), Bayer e Avid Radiopharmaceuticals estão correndo para dar aos médicos uma ferramenta que procuram há 100 anos: um teste inicial para o mal de Alzheimer. Um diagnóstico rápido e definitivo permitiria aos pacientes iniciar mais cedo o tratamento com medicamentos, participar de testes clínicos com medicamentos experimentais e planejar o futuro. Se um teste der negativo, o médico poderá buscar outras causas dos lapsos de memória, como pequenos derrames cerebrais.
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Roche pode perder mil milhões de dólares devido ao Avastin® |
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Qua, 21 de julho 2010
Portal RCM Pharma
A Roche pode perder mil milhões de dólares em receitas anuais a entidade que regula o medicamento nos EUA - a FDA - seguir uma recomendação do comité de revogar a aprovação do medicamento Avastin® para uso no tratamento do cancro da mama, avança a agência Bloomberg.
Um comité de especialistas norte-americanos recomendou à agência federal de alimentação e medicamentos (FDA) que retire do mercado o produto Avastin® (bevacizumad), usado no tratamento do cancro da mama, avança a agência Lusa.
Doze dos 13 especialistas que compõem o comité pronunciaram-se contra o medicamento, considerando que não causa melhorias às pacientes que tenham metástases de cancro da mama, provocando vários efeitos secundários.
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EUA: tribunal rejeita invalidar patente do Protonix® da Pfizer |
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Seg, 19 de julho de 2010
Portal RCM Pharma
Um tribunal distrital dos EUA rejeitou as moções de Teva e da Sun Pharmaceutical para anular uma decisão anterior que defendia a validade de uma patente do Protonix® (pantoprazol) da Pfizer. As duas farmacêuticas queriam invalidar a patente, que expira em Janeiro de 2011, avança o site FirstWord.
As empresas israelita e indiana referiram que o júri também negou um pedido da unidade da Pfizer Wyeth e da detentora da patente, a Nycomed, pedindo à FDA para redefinir a data de aprovação de versões genéricas do fármaco até Janeiro de 2011. Como tal, a Teva e a Sun não estão proibidas de continuar a vender o produto, que lançaram em Dezembro de 2007 e Janeiro de 2008, respectivamente, antes dessa data.
Ambas a Teva e a Sun Pharmaceutical disseram que continuam a acreditar que a patente é inválida e ineficaz, e "levarão a cabo todos os recursos legais disponíveis, incluindo recursos".
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Roche muda cultura interna para adaptar-se à Genentech |
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Seg, 19 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Dermot Doherty e Rob Waters
Quando executivos da Roche se reuniram com investidores em Nova York em março, Andrew Baum, um analista do Morgan Stanley, fez uma pergunta que não tinha nada a ver com medicamentos. "A equipe da Genentech escondeu as gravatas dos executivos da Roche", perguntou ele. Richard H. Scheller, um cientista veterano da Genentech, a potência de biotecnologia do Vale do Silício que a Roche comprou no ano passado por US$ 46,8 bilhões, disse em tom de brincadeira que não tem gravata. Como seus colegas da Roche que estavam no palco, liderados pelo executivo-chefe Severin Schwan, não queriam que ele ficasse deslocado, acabaram tirando as suas.
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Seg, 19 de julho de 2010
DCI
A Novartis anunciou estar retomando a oferta para adquirir a participação minoritária na empresa de produtos oftalmológicos Alcon e elevou sua meta de crescimento das vendas deste ano para entre 5% e 9%. Investidores aguardam os números da GlaxoSmithKline e da Roche para avaliar o setor.
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Qui, 15 de julho de 2010
Valor Econômico
A GlaxoSmithKline poderá continuar vendendo o remédio contra diabetes Avandia nos EUA, apesar dos indícios de efeitos colaterais sérios, decidiu uma comissão da agência americana de fiscalização de alimentos e remédios, a FDA, numa vitória para a farmacêutica britânica, que faturou US$ 1,2 bilhão com o remédio ano passado.
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Qua, 14 de julho de 2010
Valor Econômico
A GlaxoSmithKline, farmacêutica britânica, teria ocultado das autoridades dados sobre efeitos colaterais sérios de seu remédio contra diabetes Avandia, disse uma pessoa a par da situação, o que complica a perspectiva da farmacêutica britânica de conseguir manter a droga no mercado americano após o surgimento de vários efeitos colaterais nos últimos anos.
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Qua, 14 de julho de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica Eli Lilly, anunciou o executivo Allan Finkel para comandar, no Brasil, a recém-criada diretoria de alianças estratégicas na América Latina.
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Laboratório ocultou os riscos de medicamento para diabetes |
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Qua, 14 de julho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: GARDINER HARRIS
Agência reguladora dos EUA pode proibir a venda do remédio
Em 1999, a farmacêutica SmithKline Beecham lançou, em segredo, um estudo para descobrir se seu remédio Avandia, para diabetes, era mais seguro para o coração que o rival Actos, da Takeda.
Os resultados do estudo, completado no mesmo ano, foram desastrosos. O Avandia não era melhor que o Actos e, pior, provocava ainda mais riscos cardíacos.
Em vez de publicar os resultados, contudo, a empresa passou os 11 anos seguintes tentando acobertá-los, segundo revelam documentos aos quais o "New York Times" teve acesso.
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Avandia vence round em reunião da FDA sobre risco de vida |
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Qua, 14 de julho de 2010
Portal Estadão
Votação final sobre retirada do mercado americano desse remédio para diabete é esperada para breve
GAITHERSBURG - A maioria dos conselheiros de saúde americanos chegou à conclusão de que o remédio contra diabete Avandia, do laboratório britânico GlaxoSmithKline, não levanta preocupação sobre risco de vida quando comparado com outras drogas contra a doença.
Dezenove dos 33 membros do painel de peritos da FDA (Food and Drug Administration), agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, disseram que os dados disponíveis sobre o medicamento não suscitam preocupações sobre o risco de vida associado ao uso contínuo de Avandia.
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Ter, 13 de julho de 2010
Valor Econômico
A Nycomed, com sede na Suíça, anunciou a aprovação da comercialização de Daxas (roflumilaste) na União Europeia. Trata-se do primeiro medicamento de uma nova classe terapêutica para tratamento de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), cujo principal fator de risco é o tabagismo. Roflumilaste é o primeiro tratamento anti-inflamatório oral para portadores de DPOC, indicado para casos graves da doença associados à bronquite crônica (tosse com catarro).
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Bayer oferece bolsa de US$ 2,5 milhões para pesquisa sobre hemofilia |
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Ter, 13 de julho de 2010
Portal Estadão
Ao todo, 19 pessoas foram selecionadas em dez países por meio de um programa que premia pesquisas
SÃO PAULO - A Bayer HealthCare oferece uma bolsa de mais de US$ 2,5 milhões para 19 pessoas selecionadas em dez países por meio do Bayer Hemophilia Awards (BHAP), programa que premia pesquisas sobre a hemofilia, segundo comunicado da empresa.
Os ganhadores deste ano foram escolhidos por um comitê de médicos especialistas em hemofilia e foram anunciados na última segunda-feira durante o congresso da Federação Mundial da Hemofilia (WFH), que acontece até esta quarta, 14, em Buenos Aires.
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Seg, 12 de julho 2010
Valor Econômico
A J&J global tem sofrido com os diversos recalls de medicamentos OTC (sem receita médica) promovidos desde janeiro. Os chamados são uma resposta a reclamações de consumidores sobre um odor de mofo ou bolor nos medicamentos, que tem sido associado a uma possível contaminação das embalagens por uma substância química que pode causar danos à saúde. Na semana passada, em mais um episódio, a divisão de medicamentos da McNeil Consumer Healthcare anunciou o recall de 21 lotes de remédios OTC, vendidos nos EUA, em Fiji, Guatemala, República Dominicana, Porto Rico, Trinidad & Tobago e Jamaica. O recall inclui o Tylenol, o Benadryl e o Motrin. "O risco de eventos médicos graves é remoto", afirmou a empresa em nota. As ações da companhia estão sendo analisadas pela Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador do setor farmacêutico nos EUA. Os recalls não têm efeitos nas operações da companhia no Brasil.
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J&J regionaliza comando no Brasil e foca no varejo de pequeno porte. |
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Seg, 12 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Vanessa Dezem
Com um faturamento em alta de 9% em 2009, a divisão de produtos de consumo da Johnson & Johnson já colhe resultados da nova estrutura de vendas implantada há um ano no Brasil. O modelo regionalizou o comando da companhia, deu autonomia aos executivos em cada área e fortaleceu presença no varejo de pequeno porte.
O desempenho da divisão brasileira ficou muito acima da média da J&J Produtos de Consumo Global, cujas vendas encolheram 1,6% em 2009. "E neste ano, devemos crescer dois dígitos robustos", diz o diretor de vendas da divisão de consumo da J&J do Brasil, Carlos Siqueira. Em entrevista ao Valor, o ele afirmou que a operação brasileira hoje ocupa a 2ª posição no ranking global da divisão de consumo da multinacional, superando a Inglaterra e atrás apenas da sede da J&J, nos Estados Unidos.
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Merck faz reestruturação e vai desativar uma de suas fábricas no Brasil. |
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Sex, 09 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Francine De Lorenzo
O grupo Merck Sharp & Dome (MSD), que reúne as farmacêuticas Merck e Schering-Plough, informou que a reestruturação mundial do grupo, que prevê o fechamento de 16 unidades e a demissão de 15 mil pessoas, deverá atingir uma fábrica no Brasil.
Em nota enviada ao Valor, a MSD disse que pretende vender ou fechar sua unidade de Santo Amaro, na zona sul da capital paulista, onde trabalham 270 pessoas. A previsão é que o encerramento das atividades ocorra após 2012.
Em contrapartida, a companhia fará investimentos na fábrica no distrito de Sousas, em Campinas (SP), para aumentar a produtividade e transformá-la em um polo exportador para a América Latina. A fábrica de Barueri (SP) continuará fazendo parte da rede global de suprimentos químicos da MSD.
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Cientistas perdem espaço no comando das farmacêuticas |
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Sex, 09 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Andrew Jack
"Procura-se executivo-chefe para companhia farmacêutica que coloque medicamentos novos e lucrativos no mercado. Cientistas não serão aceitos."
Esta situação, cada vez mais comum, pode ser uma boa notícia para os headhunters, mas para um setor que tradicionalmente obtém suas receitas com pesquisas e desenvolvimento, vai frustrar as esperanças de cientistas ambiciosos.
Em muitas das maiores companhias farmacêuticas, onde a norma era pesquisadores migrarem dos laboratórios para os cargos executivos, ter experiência de negócios, marketing e comercial está se tornando a nova norma. Na década de 1980, por exemplo, a Merck era comandada por Roy Vagelos, um químico e médico que desenvolveu potentes medicamentos de controle do colesterol. Agora, o chefe é Dick Clark, que tem uma formação comercial. Em fevereiro, Joe Jimenez, que trabalhou grande parte de sua vida no setor de gêneros alimentícios, recebeu de Daniel Vasella, um médico capacitado, o cargo de executivo-chefe da Novartis.
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Sex, 09 de julho de 2010
Valor Econômico
A Merck Sharp & Dohme anunciou que vai fechar ou vender fábricas no México, Brasil, Argentina e outros países, de acoro com seu plano de cortar US$ 3,5 bilhões em custos com a aquisição da Schering-Plough. Serão fechadas as fábricas da farmacêutica americana no bairro de Santo Amaro, São Paulo, em Azcapotzalco e Coyoacán, México, enquanto a de Mirador, Argentina, deve ser vendida.
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Bovespa negociará Avon, Apple, Pfizer e Google |
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Qui, 08 de julho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: TONI SCIARRETTA
Pequeno investidor poderá negociar papéis em agosto por meio de fundos
Novo Mercado da Bolsa terá regras mais duras de transparência e de proteção ao acionista minoritário em 2010
O brasileiro poderá investir, a partir de agosto, em algumas das empresas mais populares do planeta.
No pregão da Bolsa devem estrear os papéis de Avon, McDonald's, Pfizer (farmacêutica), Walmart, bancos Goldman Sachs e Bank of America, além da petrolífera Exxon Mobil e das gigantes tecnológicas Apple e Google.
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Merck anuncia plano de reestruturação global |
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Qui, 08 de julho de 2010
Correio Braziliense
Através de nota divulgada nesta quinta-feira (8/7), a empresa Merck (MSD) anunciou detalhes de seu plano de reestruturação global para integrar suas operações na área de pesquisa e desenvolvimento, manufatura e outros negócios globalmente. As medidas fazem parte dos esforços globais de integração em andamento, e em consequência da fusão com Schering-Plough.
Como parte do realinhamento global de manufatura, decidiu-se que, no Brasil, o site de Santo Amaro, que conta 270 funcionários, não fará mais parte das operações globais da MSD. Todo o esforço para vender o site será feito, mas se essa não for uma opção viável, ele será fechado. O fechamento não acontecerá antes de 2012.
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Sanofi-Aventis cria plataforma virtual de relacionamento |
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Qua, 07 de julho de 2010
Mundo do Marketing Jornalista: Sylvia de Sá
Conexão com Você foca o varejo farmacêutico e traz conteúdo desenvolvido com a FGV
A Sanofi-Aventis criou o “Conexão com Você” para estreitar o relacionamento com os clientes do varejo farmacêutico. A ferramenta é uma plataforma de produtos e serviços do Conexão SA, um programa de relacionamento e de comercialização entre a empresa e as farmácias. O canal está disponível no portal www.conexaosa.com.br e traz conteúdo e cursos desenvolvidos em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para ajudar a otimizar a gestão dos negócios do varejo farmacêutico.
Ao acessar o site, os participantes encontram notícias, cursos sobre Marketing, finanças, recursos humanos e assuntos regulatórios, webmeetings com profissionais, palestras motivacionais e de negócios, técnicas de exposição de merchandising, entre outros. A Zicard é a responsável pela nova identidade do portal e pela divulgação da ferramenta junto ao mercado.
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Qua, 07 de julho de 2010
Valor Econômico
Uma parceria firmada entre os laboratórios Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca coloca no mercado o medicamento Onglyza, para tratamento da diabetes tipo 2. Aprovado em 2009 pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), Food and Drug Administration (FDA) e agência europeia, a Emea, a nova droga que combate a doença, a saxagliptina, é um medicamento para terapia de uso oral.
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Lilly corre contra relógio para compensar perda de patentes |
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Qua , 07 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Peter Loftus
O presidente da Eli Lilly & Co., John Lechleiter, está diante do pesadelo de qualquer farmacêutica.
A partir deste ano, ele vai perder a proteção de patente nos Estados Unidos para oito drogas num período de oito anos, o que abrirá o caminho para que concorrentes genéricos corroam as vendas da Eli Lilly. Os remédios geram atualmente cerca de três quartos da receita anual da farmacêutica.
Lechleiter, um veterano da Lilly que foi promovido à presidência em 2008, promete amortecer o impacto com a perda das patentes concentrando-se mais intensamente no desenvolvimento de remédios para doenças difíceis de tratar. Entre elas, mal de Alzheimer, câncer e diabetes.
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Genérico do Viagra ainda não convence São Paulo |
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Qua, 07 de julho de 2010
Portal Estadão
Preço mais atrativo do comprimido ainda não atrai usuários do medicamento contra impotência
SÃO PAULO - O preço mais atrativo do genérico do Viagra, que custa em média R$ 10 cada comprimido, ainda não convenceu usuários do medicamento contra impotência sexual na hora da compra.
Segundo as farmácias visitadas pelo Jornal da Tarde, os clientes preferem pagar mais caro pela marca que já é conhecida. "É questão de confiança. As pessoas já usam o Viagra e não querem arriscar em um produto novo", afirma Luis Carlos Cardoso, gerente da Droga Verde, do bairro da Casa Verde, na zona norte da capital paulista.
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Nova resolução da Anvisa pode ser uma oportunidade para farmácias faturarem mais |
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Ter, 06 de julho de 2010
Portal Fator Brasil
Serviços como medição de pressão e administração de medicamentos são algumas das oportunidades também para fidelizar os clientes. Resolução 44/09 foi tema de discussão em fórum realizado na 8ª Econofarma, considerada a maior feira brasileira do setor farmacêutico. Evento teve recorde de público ao receber quase 10 mil empresários do setor, além de movimentar cerca de R$ 30 milhões em negócios.
A resolução RDC 44/09, da Anvisa, tem gerado muita polêmica desde que entrou em vigor, em fevereiro deste ano, já que para muitos donos de farmácias (“farmacistas”) isso implica em mudanças consideráveis na ambientação dos estabelecimentos, além da aparente diminuição nos lucros. Entre as várias determinações da resolução, a regra que tem sido alvo de muita discussão é a que obriga os estabelecimentos a manter os medicamentos, inclusive os isentos de prescrição médica, longe do alcance dos usuários em farmácias e drogarias. O objetivo, segundo a Anvisa, é que ao adquirir o produto o consumidor o receba com a orientação necessária.
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Devaney Baccari, presidente da farmacêutica Astellas |
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Seg, 05 de junho 2010
Folha de S.Paulo Colunista: MARIA CRISTINA FRIAS
Quando assumiu a presidência da farmacêutica japonesa Astellas no Brasil, Devaney Baccari decidiu ter aulas de etiqueta e cultura para "evitar ao menos as grandes gafes", diz. Na "classe", sentaram-se toda a diretoria e até a secretária. Logo buscou aulas do idioma, "apenas para entender o básico, como letreiros no aeroporto", lembra. Mas, agora, partiu para o aprendizado da escrita (hiragana). Por enquanto, nas lições que começam antes do expediente, Baccari exercita apenas letras, na sequência: primeiro, os traços horizontais, depois os verticais. "Ainda não sei palavras." O executivo planeja estudar por dois anos e diz que não chegará à fluência, como no inglês e no espanhol. "Mas serei capaz de fazer saudações."
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Glaxo pensa pequeno para estimular inovação em P&D |
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Sex, 02 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Jeanne Whalen
Kevin Lee, um neurocientista britânico que trabalha para reformular a pesquisa farmacêutica da GlaxoSmithKline, usa um casaco de lã com a logomarca de uma pequena concorrente no setor: a EpiNova.
Mas a EpiNova não é uma rival da Glaxo. É o nome de uma unidade com 60 pessoas que Lee comanda dentro da enorme equipe de pesquisa da gigante farmacêutica britânica.
Durante os últimos anos, a Glaxo dividiu o seu grupo de pesquisa em dezenas de pequenas unidades. O objetivo: transformar a apática e burocrática equipe de pesquisa e desenvolvimento numa constelação de times especializados e capazes de descobrir drogas de ponta - da maneira que as empresas de biotecnologia trabalham.
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Sex, 02 de julho de 2010
Folha de S.Paulo Colunista: MARIA CRISTINA FRIAS
A farmacêutica americana Eli Lilly se prepara para direcionar seu foco aos mercados emergentes. No Brasil, o interesse está nas classes C e D, onde a empresa criou uma área de Alianças Estratégicas para a América Latina, que começou a funcionar ontem, sob a direção de Allan Finkel. O objetivo é buscar novas parcerias e modelos de negócios, o que pode incluir, no futuro, aquisições pontuais. "Primeiro, vamos buscar acordos com empresas que queiram desenvolver produtos aproveitando nossa expertise", afirma. A companhia também estuda novas estratégias de preços.
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Laboratórios vão divulgar pagamento a médicos em site |
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Sex, 02 de julho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI
Iniciativa de tornar mais transparente a remuneração de profissionais pela indústria segue exemplo das matrizes americanas
Laboratórios farmacêuticos brasileiros vão tornar públicos em seus sites os pagamentos feitos a médicos e outros profissionais da saúde que prestam serviços, tais como palestras em eventos, consultorias e pesquisas.
A iniciativa, voluntária, é adotada hoje por pelo menos cinco laboratórios nos EUA e foi tomada após o Senado apresentar projeto de lei visando tornar mais transparente o relacionamento entre os médicos e a indústria.
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Medicamentos maduros viram “novo” filão dos laboratórios |
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Sex, 02 de julho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Pfizer cria divisão para revitalizar remédios 'antigos' e quer faturar R$ 1 bilhão
As indústrias farmacêuticas estão revitalizando "velhas fórmulas" para manter em evidência seus medicamentos maduros - aqueles que já não são mais protegidos por patentes ou nunca chegaram a ser, mas mesmo assim têm grande apelo de marca e ainda são prescritos pela classe médica. Com cada vez menos produtos no "pipeline" (lançamento de inovação), esses laboratórios buscam ampliar o ciclo de vida de seus remédios que já foram considerados os grandes "blockbusters" (campeões de venda) do mercado no passado.
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Qui, 01 de julho de 2010
Valor Econômico
A AstraZeneca poderá manter a patente do remédio anticolesterol Crestor até 2016, determinou um juiz americano, que negou o pedido de fabricantes de genéricos para quebrar a patente do campeão de vendas da farmacêutica britânica, fonte de um faturamento de US$ 4,5 só no ano passado.
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Laboratórios dizem que só pagam viagens com objetivos científicos |
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Qui, 01 de julho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: CLÁUDIA COLLUCCI
Para indústria, é hora de revisar condutas e relações com médicos
Laboratórios farmacêuticos afirmam que já seguem à risca seus códigos internos de conduta e que o único objetivo das viagens que patrocinam a médicos é o da atualização científica.
Ontem, o setor evitou comentar a proposta do CFM (Conselho Federal de Medicina), revelada pela Folha, que limitará as viagens de médicos a congressos. Só profissionais que darão palestras ou cursos poderão aceitar patrocínio da indústria farmacêutica.
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Índice europeu tem pior trimestre em mais de 1 ano |
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Qua, 30 de junho de 2010
O Globo (on line) Jornalista: Blaise Robinson
PARIS, 30 de junho (Reuters) - As bolsas de valores européias fecharam no menor nível em três semanas nesta quarta-feira, registrando o pior desempenho trimestral em mais de um ano, com dados ruins sobre o emprego nos Estados Unidos alimentando temores sobre o ritmo da recuperação econômica.
O FTSEurofirst 300, que acompanha as principais ações da Europa, fechou em queda de 0,23 por cento, a 993 pontos.
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Ter, 29 de junho de 2010
Valor Econômico
A esperança da Roche de levar ao mercado o remédio para diabetes taspoglutide, um potencial campeão de vendas, perdeu força, segundo analistas, depois de a farmacêutica suíça divulgar resultados de testes avançados que indicam que os efeitos colaterais podem reduzir as chances de aprovação da droga.
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Remédio de diabetes aumenta perigo para o coração |
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Ter, 29 de junho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: IARA BIDERMAN
Duas pesquisas divulgadas ontem confirmam que o medicamento Avandia eleva risco de infarto e de insuficiência cardíaca
Dois estudos trazem novas e fortes evidências sobre os riscos cardíacos associados ao uso de Avandia, um remédio bastante popular no tratamento do diabetes.
A segurança do medicamento, aprovado em 1999 pela FDA (agência que regula alimentos e medicamentos nos EUA), é questionada desde 2007, quando foi publicada a primeira grande pesquisa mostrando que o Avandia aumentava o risco de infarto e insuficiência cardíaca.
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Estudos associam droga para pressão ao risco de câncer |
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Ter, 29 de junho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: RONI CARYN RABIN
Um remédio contra pressão alta usado por dezenas de milhões de pacientes está sendo associado a um leve, mas significativo aumento na incidência de câncer.
Uma análise de estudos envolvendo 60 mil pacientes constatou aumento de 11% no câncer em geral, e 25% no câncer de pulmão entre os que tomavam as drogas, chamadas bloqueadores de receptores da angiotensina.
Significa um caso adicional de câncer para cada 105 pessoas que tomam as drogas por quatro anos.
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Seg, 28 de junho de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica Merck & Co. foi condenada, por um juri de Nova York, a pagar uma indenização de US$ 8 milhões em um processo movido por uma consumidora americana do medicamento Fosamax, usado no tratamento contra a osteoporose
Shirley Boles, de Fort Walton, na Flórida, disse que utilizou o Fosamax por cerca de 10 anos e que isso teria destruído o osso do maxilar e provocado dores. A Merck diz que o veredito do juri não coincide com as provas apresentada e por isso vai recorrer da decisão.
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Medicamentos terão R$ 3 bi de investimentos: laboratórios farmacêuticos entram na corrida pelo consumidor brasileiro e esperam crescer 8% só este ano |
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Seg, 28 de junho de 2010
O Globo Jornalista: Aguinaldo Novo
SÃO PAULO - A francesa Sanofi-Aventis prevê investir quase R$ 300 milhões na ampliação de duas fábricas e na construção de uma quarta no Brasil. Em outra frente, a Eurofarma, de controle brasileiro, vai concluir neste ano um pacote de R$ 400 milhões em desembolsos para triplicar a capacidade de produção de sua unidade em Itapevi, na região metropolitana de São Paulo. A Sanofi-Aventis e a Eurofarma são dois exemplos do atual movimento dos laboratórios farmacêuticos no país. Com a perspectiva de forte expansão dos negócios nos próximos anos, grupos nacionais e estrangeiros se lançaram numa corrida para assegurar uma fatia maior do mercado brasileiro de medicamentos. Como resultado, especialistas calculam em mais de R$ 3 bilhões o volume de investimentos só neste ano, metade disso voltado apenas para aquisições.
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Sanofi-aventis pode duplicar vendas na diabetes |
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Sex, 25 de junho de 2010
Portal RCM Pharma
A sanofi-aventis está “no caminho certo” para cumprir o seu objectivo de duplicar as vendas de medicamentos contra a diabetes entre 2008 e 2013, revelou em entrevista à agência Bloomberg Pierre Chancel, que chefia a divisão de diabetes da maior farmacêutica francesa, avança o jornal económico OJE.
Neste quadro, a sanofi espera que o seu produto mais vendido, o tratamento para a diabetes Lantus®, mantenha a liderança num segmento de mercado que movimenta 24 mil milhões de dólares (19,5 mil milhões de euros) por ano, apesar do aumento da concorrência de produtos mais recentes.
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FDA aprova fármaco combinado da MSD para tratar asma |
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Sex, 25 de junho de 2010
Portal RCM Pharma
A MSD anunciou quinta-feira que recebeu aprovação da FDA, entidade que regula o medicamento nos EUA, para o seu fármaco combinado Dulera® (mometasona/formoterol) para o tratamento da asma em doentes com 12 anos ou mais. A farmacêutica disse que o produto estará disponível no mercado norte-americano até o final de Julho, avança o site FirstWord.
A companhia salientou que a aprovação do medicamento, que combina um corticosteróide inalado e um agonista beta de acção prolongada (LABA), foi parcialmente baseado em dois estudos randomizados de fase final que envolveram um total de 1509 doentes com idades entre 12 anos e mais com a asma persistente não controlada por meio de corticóides ou com doses elevadas. Os resultados na semana 12 revelaram que, em ambos os estudos, os doentes que receberam Dulera® "experimentaram melhorias significativas da função pulmonar desde o início", em comparação com aqueles que receberam placebo e mometasona, avançou a MSD.
O Dulera® foi desenvolvido pela Schering-Plough, que a MSD adquiriu no ano passado.
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Sex, 25 de junho de 2010
Valor Econômico
A GlaxoSmithKline está em adiantadas conversações com um distribuidor para lançar sua bebida energética líder de vendas Lucozade nos Estados Unidos, informou ontem a Reuters. O diretor da divisão de produtos para bem estar, John Clarke, disse que o laboratório está globalizando a marca Lucozade, que teve vendas de US$ 561 milhões em 2009 no Reino Unido e Irlanda. Segundo ele, o energético também poderá ser lançado em mercados emergentes como Brasil, México e Índia.
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Sex, 25 de junho de 2010
Valor Econômico
A Merck, farmacêutica americana conhecida no Brasil como MSD, anunciou uma parceria com a sul-africana Adcock Ingram para promover e distribuir produtos na África do Sul. Os mercados emergentes são foco de crescimento para a empresa
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Brasil é eleito a base de expansão da Shire |
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Qui, 24 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Grupo escolhe o país como sede para América Latina e trará produto para déficit de atenção
Angus Russel, CEO da companhia, disse que Brasil deverá ser o terceiro mercado até 2012, atrás dos EUA e da Europa
A farmacêutica Shire, a terceira maior empresa de biotecnologia da Inglaterra, escolheu o Brasil para ser sua sede na América Latina. "O Brasil tem uma posição estratégica na região. O potencial desse mercado sozinho é importante para a Shire, comparado com outros países", disse ao Valor Angus Russel, CEO global da companhia.
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J & J faz acordo com farmacêutica sueca para droga contra diabetes |
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Ter, 22 de junho de 2010
Valor Econômico
RARITAN - Uma unidade da Johnson & Johnson firmou parceria com uma farmacêutica nórdica para desenvolver um tratamento potencial para o diabetes tipo 1, segundo informou a companhia nesta segunda-feira.
A sueca Diamyd Medical AB está conduzindo testes clínicos em estágios adiantados da droga, os quais são designados a prevenir a destruição das células pancreáticas, retardar ou prevenir a progressão da doença e outras complicações a ela relacionadas.
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Ter, 22 de junho de 2010
Valor Econômico
Um remédio feito com cannabis estreou no mercado ontem, no Reino Unido, como tratamento para esclerose múltipla. O Sativex, que é feito com plantas cultivadas em locais secretos na Inglaterra pela GW Pharmaceuticals, será vendida no Reino Unido pela alemã Bayer.
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Sanofi tem plano ambicioso para Brasil |
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Ter, 22 de junho de 2010
Valor Online
SÃO PAULO - Seguindo a compra do laboratório nacional Medley, em abril de 2009, a francesa Sanofi-Aventis está investindo cerca de US$ 100 milhões na ampliação de duas de suas três fábricas e vai erguer ainda sua quarta unidade, em um aporte de US$ 45 milhões.
O presidente da farmacêutica no país, Heraldo Marchezini, conta os planos para o Brasil, classificados como ambiciosos. Assista a entrevista na página de vídeos do Valor.
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Anvisa autoriza 2ª empresa a produzir cópias do Viagra |
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Ter, 22 de junho de 2010
Portal R7
Sandoz se junta à EMS na lista de concorrentes do laboratório Pfizer
O laboratório Sandoz, ligado ao grupo suíço Novartis, recebeu autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para produzir cópias do Viagra, remédio para problemas de ereção fabricado pela Pfizer e que perdeu a patente no último domingo (20). Trata-se da segunda companhia a receber a licença no país – a EMS deve lançar seu produto para disfunção erétil até o fim do mês.
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Sanofi nega que medicamento para diabetes aumente risco de câncer |
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Sex, 18 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Vanessa Dezem
SÃO PAULO - A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis negou que haja quaisquer evidências de que seu medicamento para diabetes Lantus tem ligação com o aumento dos riscos de câncer.
A negativa foi uma resposta a um novo estudo, realizado por pesquisadores italianos, que sugeriu que o Lantus eleva o risco de câncer nos pacientes, quando se compara com outros tipos de insulina.
A notícia divulgada no pequeno jornal "Diabetes Care", fez com que as ações da Sanofi-Aventis perdessem mais de 4% neste pregão em Paris.
Em resposta, a empresa francesa afirmou que o risco de câncer em indivíduos com diabetes tem sido matéria de um debate científico extenso por décadas. "As evidências disponíveis permanecem inconclusivas", afirmou a companhia em nota.
No ano passado, um outro jornal, "Diabetologia", já havia sugerido a possível ligação entre o Lantus e o aumento de risco de câncer.
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Sanofi afina estratégia para Medley |
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Seg, 21 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Grupo investe US$ 145 milhões para ampliar duas fábricas e construir outra
O presidente da Sanofi-Aventis no Brasil, Heraldo Marchezini, diz que o Brasil deverá se tornar o quinto mercado para o grupo francês até o fim de 2011
A companhia francesa Sanofi-Aventis não quer ficar em uma zona de conforto. Líder em medicamentos de prescrição médica, no varejo farmacêutico (OTC) e em genéricos no Brasil, a partir da compra do laboratório nacional Medley, feita em abril de 2009, a companhia está investindo cerca de US$ 100 milhões na ampliação de duas de suas três fábricas, instaladas em Suzano, Grande São Paulo, e Campinas (SP), e vai erguer sua quarta unidade no país, em um aporte de US$ 45 milhões.
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Agência dos EUA manda Pfizer recolher droga contra leucemia |
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Seg, 21 de junho de 2010
Portal G1
FDA, a ‘Anvisa americana’, fez testes clínicos com o Mylotarg.
Há 'preocupação com segurança' de produto que é usado há uma década.
A farmacêutica Pfizer está retirando do mercado americano uma droga empregada em tratamentos de leucemia depois que um estudo oficial detectou alta de risco de morte e “nenhum benefício” para os pacientes.
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"Eu me agarrei a todas as possibilidades de cura" |
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Dom, 20 de junho 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: FERNANDA BASSETTE
Argentino radicado no Brasil há mais de quatro décadas, o aposentado Marcos Stisn, 76, descobriu que tem um linfoma há pouco mais de um ano e meio.
Como de praxe, fez seis sessões de quimioterapia para barrar o avanço da doença, já que o linfoma é um tipo de câncer que não tem como ser tratado com cirurgia.
Em agosto do ano passado, após o término da quimioterapia, o médico que o acompanha sugeriu que ele participasse como voluntário de um estudo clínico internacional, coordenado pelo laboratório Eli Lilly, para testar um novo medicamento.
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Patente do Viagra termina neste domingo |
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Sab, 19 de junho de 2010
Diário de S. Paulo Jornalista: CAROLINA PIMENTEL
Termina neste domingo (20) a vigência da patente que dava ao laboratório Pfizer o direito exclusivo de vender o Viagra no Brasil – remédio usado para combater a disfunção erétil. O fim da patente permite a fabricação e comércio do genérico do Viagra no país.
Até o momento, a empresa farmacêutica nacional EMS conseguiu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vender o genérico (com o mesmo princípio ativo do Viagra - o Citrato de Sildenafila) e um similar (com marca). De acordo com o laboratório, o genérico começa a ser produzido segunda-feira (21) e deverá ser 35% mais barato que o original.
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Gigantes da indústria farmacêutica participam da 8° Econofarma São Paulo |
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Sab, 19 de junho de 2010
Portal Fator Brasil
Bayer Schering, Medley, Pfizer, União Química, Distribuidora Santa Cruz, Hypermarcas e Mantecorp, entre outras, participam com estande na feira . Além de lançamentos de produtos e inovações em serviços, evento tem na programação palestra de Steven Dubner e show da dupla Rionegro e Solimões. A Econofarma São Paulo reúne mais de 100 expositores, desde fabricantes de medicamentos e cosméticos até empresas prestadoras de serviços .
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Novartis fecha acordo de venda com governo federal |
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Sex, 18 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Contrato vai até 2012 e gera economia de R$ 400 milhões
Guimarães, secretário de C&T do ministério, diz que acordo começa segunda
Depois de cinco meses de intensas negociações, o Ministério da Saúde fechou um acordo importante com a farmacêutica suíça Novartis para centralizar a compra do medicamento Glivec, destinado a pacientes com leucemia mieloide crônica (LMC) - o câncer no sangue -, e com tumor estroma gastrointestinal (TEG). O contrato entra em vigor na segunda-feira e vai até 2012.
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BSP apresenta novo diretor para área de Medicina Geral |
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Qui, 17 de junho de 2010
DCI
SÃO PAULO - A Bayer Schering Pharma (BSP), divisão da Bayer Healthcare, anuncia Nelson Ambrogio como novo diretor da Unidade de Negócios de Medicina Geral, que reúne as áreas de Saúde Masculina, Anti-infectivos, Trombose e Cardiovascular.
Com experiência de 13 anos na indústria farmacêutica, Nelson Ambrogio vem da Bayer AG, na Alemanha, onde atuava desde 2007 como assessor do board global da companhia nas áreas de estratégia de negócios e recursos humanos. Antes, trabalhou em diversas áreas da Bayer Schering Pharma ao redor do mundo, sempre ocupando posições nas áreas de Marketing, Vendas e Estratégia de Negócios. Ambrogio é uruguaio, formado em Gerenciamento de Marketing Internacional e tem bacharelado em Administração de Negócios pela Universidade do Vale do México.
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Viagra a R$ 10. Este mês, nas farmácias |
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Qui, 17 de junho de 2010
Jornal da Tarde Jornalista: Marici Capitelli
O genérico do Viagra deve começar a ser vendido nas farmácias de todo o País até o final deste mês. Quem informa é a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pro Genéricos). Vai custar, no mínimo, 35% menos que o original.
Este, por sua vez, já teve o preço reduzido em 50% há dez dias pela Pfizer, uma medida por causa da entrada de novos concorrentes no mercado. Hoje, o preço médio de cada comprimido do Viagra é de R$ 15. O genérico, portanto, deve ficar na faixa dos R$ 10.
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Ter, 15 de junho 2010
Revista IstoÉ Jornalista: Bruna Cavalcanti
Um pequeno passo para a indústria farmacêutica, um grande passo para a sociedade – e felicidade – em geral. Na terça-feira 8 o laboratório Pfizer, fabricante do Viagra (medicamento contra a impotência), anunciou uma redução de 50% no preço do produto. A decisão foi tomada 12 dias antes de vencer o prazo da patente e os genéricos poderem chegar às farmácias – o Brasil é único país em que a Pfi zer perde a patente. Como compôs e cantou o genial Cole Porter (versão brasileira de Carlos Rennó), “Façamos (Vamos Amar)”. Um comprimido de 50 mg passará agora a custar cerca de R$ 15.
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Americana Genzyme avalia ter fábrica própria no Brasil |
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Ter, 15 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Companhia já desenvolve diversas pesquisas clínicas no país
Rogério Vivaldi, que foi promovido a um dos quatro presidentes mundiais da Genzyme, diz que Brasil terá mais pesquisas
A farmacêutica americana Genzyme deverá definir nos próximos meses se terá no Brasil uma fábrica própria. O martelo deverá ser batido até o fim do ano, afirmou ao Valor Rogério Vivaldi, presidente global da companhia para a divisão renal e de endocrinologia. Vivaldi, que ocupava a diretoria-geral do grupo para a América Latina, foi promovido a um dos quatro presidentes mundiais da Genzyme este mês.
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Teuto paga indenização por uso de marca da Glaxo |
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Sex, 11 de junho de 2010
DCI
BRASÍLIA - A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que obriga o laboratório Teuto Brasileiro a indenização por lucros cessantes e danos emergentes, em valores que ultrapassam R$ 8 milhões, à GlaxoSmithKline Brasil Ltda., pelo uso indevido da marca Kwell, de propriedade da Glaxo.
Segundo o STJ, a Glaxo foi à Justiça e, em liminar, requereu que fosse determinada ao laboratório a abstenção do uso da marca, além do pagamento de indenização por danos emergentes e lucros cessantes.
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Pfizer é advertida por não informar efeitos colaterais |
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Sex, 11 de junho de 2010
O Estado de S.Paulo
Agência de Alimentação e Medicamentos dos EUA diz que demora do laboratório em relatar problemas é crescente
A Agência de Alimentação e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) advertiu o laboratório Pfizer por não ter informado imediatamente os possíveis efeitos prejudiciais de seus remédios no mercado. Em carta ao diretor executivo da Pfizer, Jeffrey Kindler, a FDA citou numerosos exemplos de problemas referentes às marcas mais conhecidas da companhia, como o Viagra.
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Sanofi-aventis e Nichi-Iko criam joint venture no Japão para desenvolver genéricos |
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Sex, 11 de junho de 2010
Brasil Econômico
A Sanofi-aventis deterá 51% do controle nesta nova joint venture e a Nichi-Iko, 49%. Adicionalmente, a Sanofi-aventis adquirirá 1.524.500 ações da Nichi-Iko, por meio da compra de ações de terceiros, passando, assim, a deter 4,66% do capital da japonesa. A Nichi-Iko é líder em genéricos no Japão, com o mais rápido crescimento, registrando, em 2009, vendas de 54,8 bilhões de ienes - cerca de € 460 milhões.
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Sex, 11 de junho de 2010
Valor Econômico
A GlaxoSmithKline, farmacêutica britânica, anunciou um acordo para comprar a fabricante argentina de remédios genéricos Laboratorios Phoenix, por US$ 253 milhões.
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Nova droga pode diminuir tumores em não fumantes |
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Sex, 11 de junho de 2010
Folha de S.Paulo
DE SÃO PAULO - Uma nova terapia para tratar um tipo raro de câncer de pulmão, que atinge não fumantes, foi apresentada no congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, realizado de 4 a 8 de junho, em Chicago.
Os resultados do estudo mostram que a crizotinib, uma droga experimental desenvolvida pela Pfizer, é capaz de estabilizar a doença em 87% dos pacientes e diminuir o tamanho do tumor em 57% deles.
Os tratamentos atualmente disponíveis mostram efeito em apenas 10% dos casos.
Os resultados permaneceram por mais de 15 meses. Os participantes da pesquisa tomaram o remédio por 25 semanas, em média.
Os efeitos colaterais mais frequentes foram náusea e vômitos. Segundo os pesquisadores, a margem de segurança do tratamento é grande.
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GSK escolhe o Brasil para reduzir preço de remédios |
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Qui, 10 de Junho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: Mônica Scaramuzzo e Ivo Ribeiro
Farmacêutica: Grupo vai adotar a estratégia em outros emergentes
Cesar Rengifo, presidente da GSK para o Brasil, diz que a estratégia de redução de preços é passo importante para acessar novas classes de consumidores Em uma estratégia considerada um tanto arriscada, a inglesa GlaxoSmithKline (GSK) decidiu reduzir de 20% a 50% os preços de seis importantes medicamentos da companhia no Brasil. A aposta da farmacêutica é impulsionar as vendas, promovendo maior acesso a esses produtos. Essa tática também será adotada em outros países emergentes, disse ao Valor Cesar Rengifo, presidente do laboratório no país.
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Reino Unido desaconselha compra de droga contra câncer de mama |
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Qui, 10 de junho de 2010
Folha Online
A vigilância de saúde do Reino Unido desaconselhou pacientes com câncer de mama em estágio avançado a comprar um medicamento contra a doença, nesta quarta-feira.
Em um comunicado, o Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica disse que o lapatinib, vendido como Tyverb pela GlaxoSmithKline, não é rentável. O medicamento custa cerca de 1.600 libras (US$ 2.300) por tratamento no Reino Unido.
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GlaxoSmithKline anuncia corte de até 50% no preço de seis medicamentos |
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Qui, 10 de junho de 2010
O Globo
RIO - A empresa farmacêutica GlaxoSmithKline anunciou, nesta quinta-feira, que reduziu os preços de seis medicamentos para aumentar o consumo da marca no Brasil.
A redução de até 50% no valor atinge o Cervarix?, vacina contra HPVs oncogênicos, e Seretide®, para tratamento crônico de asma, além de antibióticos como Amoxil BD® e Clavulin BD®, o antiepilético Lamictal®, e o Imigran®, contra enxaqueca.
O laboratório divulgou a medida em um comunicado, a exemplo da Pfizer, que decidiu, na última terça-feira, reduzir em 50% o preço de uma de suas drogas mais populares, o Viagra.
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Qua, 09 de junho de 2010
Valor Econômico
A americana Pfizer reafirmou ontem a disposição de demitir 6 mil funcionários de suas operações globais, como parte de um plano de reestruturação e integração com a Wyeth, adquirida pelo grupo em outubro de 2009.
A multinacional, que comercializa os medicamentos Viagra e Lipitor, emprega 33 mil funcionários no mundo e tem 78 fábricas. A companhia informou que até o fim de 2015 fechará oito unidades, em países como Irlanda, EUA e Porto Rico, e reduzirá a produção em outras seis fábricas, no Reino Unido, na Alemanha, na Irlanda, em Porto Rico e nos EUA.
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Preço do Viagra cai 50% a partir de hoje, anuncia fabricante |
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Qua, 09 de junho de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: MARIANA PASTORE
Para competir com genéricos, droga contra disfunção erétil será vendida por unidade
A fabricante do Viagra divulgou ontem que vai reduzir o preço do remédio para disfunção erétil pela metade.
O anúncio da Pfizer acontece pouco mais de um mês após a decisão da Justiça que antecipou o vencimento da patente do medicamento.
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Preço do Viagra vai cair 50% e ficar mais barato que genérico, diz Pfizer |
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Qua, 09 de junho de 2010 Portal Estadão
Medida valerá a partir desta quarta-feira; valor médio de cada comprimido será de R$ 15
SÃO PAULO - A partir desta quarta-feira, 9, o preço do Viagra (citrato de sildenafila), medicamento indicado para o tratamento da disfunção erétil produzido pela Pfizer, será 50% menor do que o praticado até agora em todas as suas apresentações.
Com essa redução de preço pela metade, o Viagra será mais barato do que sua versão genérica, uma vez que o valor médio de cada comprimido será de aproximadamente R$ 15. Além disso, a companhia lançará apresentação em embalagem com um único comprimido de 50 mg.
O objetivo dessas medidas é, sobretudo, competir no mercado. "O Viagra mudou a forma com que a sociedade lida com a sexualidade. Diferentemente do que acontece quando um produto perde patente, a empresa não pretende deixar de investir no medicamento", comenta o presidente da Pfizer Brasil, Victor Mezei.
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Nova droga contra o câncer tem resultado “impressionante”, diz Sanofi-Aventis |
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Ter, 08 de junho de 2010
Brasil Econômico
O novo tratamento, BSI-201, é voltado aos cânceres de mama e pulmão, e está na terceira e última fase de testes geralmente exigida para liberação nos Estados Unidos. “Vimos algumas coisas muito impressionantes, que nos dão muitas razões para otimismo”, disse o principal executivo do laboratório, Chris Viehbacher. A companhia somou 18 projetos ligados ao câncer à sua linha de pesquisa no último ano, com aquisições e parcerias.
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Ter, 08 de junho de 2010
Valor Econômico
A Eli Lilly, farmacêutica americana, informou que pretende dobrar o faturamento nos mercados emergentes nos próximos cinco anos com mais propaganda e aquisições estratégicas. O faturamento anual da Eli Lilly nesses mercados é de cerca de US$ 2 bilhões anuais, ou 10% do seu total.
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Pfizer e Eurofarma estudam parceria |
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Ter, 08 de junho de 2010
Valor Online Jornalista: Mônica Scaramuzzo
SÃO PAULO - A multinacional Pfizer avalia parceria com a brasileira Eurofarma, uma das maiores do país, para a versão genérica do Lipitor (combate ao colesterol elevado).
O acordo de comercialização entre as duas empresas ainda está em análise, afirmou ao Valor Adilson Montaneira, diretor da unidade de Negócios de Cuidados Primários da Pfizer Brasil.
O Lipitor é o remédio mais vendido no mundo, em receita, com vendas de US$ 13 bilhões ao ano. A patente vence em dezembro de 2010 no Brasil.
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Mesmo com preço menor do Viagra, genérico custará menos, diz entidade |
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Ter, 08 de junho de 2010
Portal Estadão Jornalista: Marília Juste
Detentora da marca reduziu preços pela metade.
Comercialização do genérico começa a partir de 20 de junho.
Os genéricos do remédio contra disfunção erétil Viagra devem ficar mais baratos que o medicamento de marca mesmo após a redução de 50% no preço divulgada nesta terça-feira (08) pela farmacêutica Pfizer, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos).
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Qua, 02 de junho de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica suíça Roche, uma das líderes mundiais em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos inovadores para o câncer, vai realizar, no dia 8, reunião com investidores em Chicago, durante o 46º Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO). A empresa vai apresentar as expectativas para o mercado de oncologia para os próximos anos, com base nos medicamentos já existentes e em fase de pesquisa, usados em 30 tipos de câncer.
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Glaxo adota abordagem Linux para remédios |
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Ter, 01 de junho de 2010
Valor Econômico Jornalista: Robert A. Guth
Dez anos atrás, o sistema operacional Linux contribuiu para iniciar uma revolução na forma como software é desenvolvido. Agora, uma iniciativa da GlaxoSmithKline PLC pode servir para testar como o princípio do código aberto se encaixaria na pesquisa de novos remédios.
A farmacêutica britânica abriu ao público, há duas semanas, os modelos de 13.500 componentes químicos que, segundo ela, seriam capazes de inibir o parasita que causa a malária.
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Negócio da Pfizer ilustra influência chinesa em fusões |
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Seg, 31 de maio de 2010
Valor Econômico Jornalista: James T. Areddy e Dinny McMahon
A venda de um ativo de US$ 50 milhões não deveria significar muito para uma fusão mundial de US$ 68 bilhões. Mas, no caso da venda de alguns negócios chineses da americana Pfizer Inc., ela ressalta a influência crescente do governo chinês sobre as fusões e aquisições de empresas dos países ricos.
A Pfizer vendeu semana passada sua filial chinesa de vacinas para suínos a uma subsidiária da Harbin Pharmaceutical Group Co., sediada no nordeste da China.
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Instituto afirma que fabricará vacinas em 2011 |
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Sex, 28 de maio de 2010
Folha de S.Paulo
O Instituto Butantan diz que obterá ainda neste ano todos as certificações necessárias a sua fábrica de vacina contra a gripe comum e que responderá por todas as doses da campanha nacional de vacinação de abril de 2011.
O Butantan justificou a demora para colocar a iniciar a fabricação afirmando que "o processo de validação e certificação de uma unidade produtiva é sempre complexo".
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Após 3 anos, Butantan não faz vacina |
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Sex, 28 de maio de 2010
Folha de S.Paulo Jornalista: RICARDO WESTIN
Fábrica que custou R$ 70 milhões ainda não produziu nenhuma dose do medicamento contra a gripe comum
Em 2007, governo do Estado e Ministério da Saúde prometeram que a vacina começaria a ser produzida em 2008
Inaugurada três anos atrás, a fábrica de vacina contra a gripe comum do Instituto Butantan, em São Paulo, até hoje não produziu nenhuma dose.
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Qui, 27 de maio de 2010
Valor Econômico
A Bayer sofreu um revés no Reino Unido, onde a agência de eficiência de custos de saúde confirmou que o sistema estatal de saúde não deve pagar pelo Nexavar, remédio da farmacêutica alemã para câncer, "porque o alto custo [da droga] não é justificado por seu benefício marginal".
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Abbott e a Biogen iniciam Fase III de ensaio de fármaco para esclerose múltipla |
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Qua, 26 de maio de 2010
Portal RCM Pharma
A Abbott e Biogen Idec anunciaram segunda-feira que inscreveram o primeiro paciente para um ensaio de Fase III que vai comparar o fármaco experimental desenvolvido pelas companhias, o daclizumab, com o Avonex® (interferão beta-1a), em doentes com esclerose múltipla remitente-recorrente, avança o site FirstWord.
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Astellas prolonga acordo com Boehringer Ingelheim no Japão |
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Qua, 26 de maio de 2010
Portal RCM Pharma
A Astellas anunciou esta segunda-feira que prolongou o acordo de co-promoção no Japão do seu fármaco Micardis® (telmisartan) com a Boehringer Ingelheim por mais quatro anos, avança o site FirstWord.
Sob o acordo alterado, que estava previsto expirar em Dezembro de 2012, a Astellas irá comercializar o medicamento contra a hipertensão no país até Dezembro de 2016. O acordo abrange o Micardis®, um tratamento combinado com hidroclorotiazida chamado Micombi® e uma combinação de dose fixa com amlodipina que está sob revisão da entidade reguladora no Japão.
No ano fiscal terminado a 31 de Março, a farmacêutica japonesa registou 71,7 mil milhões de ienes (791 milhões de dólares) com as vendas do Micardis®.
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Astellas quer crescer 17% até 2015 com China |
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Qua, 26 de maio de 2010
Portal RCM Pharma
A Astellas Pharma, segunda maior farmacêutica japonesa, anunciou terça-feira que quer aumentar a receita em 17% nos próximos cinco anos e apostar no mercado chinês onde pretende duplicar as vendas, avança o jornal económico OJE.
Em comunicado, a empresa refere que vai atingir um receita global de 1,1 biliões de ienes, cerca de 10 mil milhões de euros, em 2015 contra os 940 mil milhões de ienes deste ano, com uma contribuição decisiva do mercado chinês onde contratou uma nova equipa de 300 comerciais para aumentar a sua presença no país.
A farmacêutica espera receber autorização por parte das autoridades japonesas para um uso menos restrito do Prograf, medicamento usado para diminuir a rejeição de órgãos em transplantes, e que representa 19% das vendas totais.
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S&P alerta para comportamento de manada entre gestores europeus |
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Ter, 25 de maio de 2010
Valor Econômico Jornalista: Brian Gorman
O comportamento de "manada" entre os gestores de fundos europeus, que estão perseguindo um número muito pequeno de ações, está tornando os preços desses papéis vulneráveis a uma queda súbita, afirma o diretor de análises de fundos da agência de classificação de risco Standard & Poor ' s (S&P), Peter Fuller.
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Governo dos EUA estuda a aprovação do "Viagra feminino" |
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Ter, 25 de maio de 2010
O Estado de S.Paulo Jornalista: Indefinido
Especialistas estão divididos sobre eficácia de pílula que estimularia libido das mulheres
Uma comissão instituída pelo Food and Drug Administration (FDA), órgão controlador de remédios e alimentos nos Estados Unidos, reúne-se no próximo mês para discutir a aprovação para venda da primeira pílula concebida para fazer para as mulheres o mesmo que o Viagra fez para os homens: estimular sua vida sexual.
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Casados, mas em casas separadas |
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Seg, 24 de maio de 2010
O Estado de S.Paulo Colunista: CLAYTON NETZ
A compra do laboratório Medley pelo francês Sanofi-Aventis, aprovada na semana passada pelo Cade, deu lugar ao maior grupo farmacêutico em atividade no País, com 11,3% de participação no mercado nacional de medicamentos, no valor de US$ 15,4 bilhões no ano passado. O grupo, no entanto, vai manter as duas empresas separadas, com marcas, fábricas, pessoal e direção próprias. No caso do Medley, por sinal, haverá a mudança no primeiro escalão: o lugar de diretor-geral será assumido por Décio de Caro, um brasileiro que até recentemente dirigia as operações espanholas da Sandoz. De Caro se reportará a Heraldo Marchetti, presidente da Sanofi-Aventis no Brasil, que passa a sediar a maior operação do grupo fora da França.
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Laboratório Abbott compra divisão de genéricos da indiana Piramal por US$ 3,7 bi |
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Seg, 24 de maio de 2010
Brasil Econômico
O anúncio foi feito pela companhia farmacêutica americana na sexta-feira. Com a aquisição, a Abbott assume a liderança do mercado indiano. Do valor total do negócio, US$ 2,1 bilhões serão pagos à vista.
O restante, será dividido em quatro parcelas anuais de US$ 400 milhões.
Sediada emMumbai, a divisão de genéricos da Piramal emprega mais de 5 mil pessoas na Índia. A Abbott tem no país 2,5 mil funcionários.
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Novo modelo de saúde reduz lucro de laboratórios nos EUA |
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Seg, 24 de maio de 2010
Valor Econômico Jornalista: Andrew Jack
As companhias farmacêuticas dos países desenvolvidos estão preocupadas com a reforma do sistema de saúde dos Estados Unidos, que elas acreditam que poderá causar perda de US$ 2 bilhões em vendas este ano. Ao mesmo tempo, elas estão adotando pontos de vista bastante divergentes sobre a eventual necessidade de um ajuste de suas diretrizes financeiras e o grau em que isso deverá ocorrer.
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São Paulo e ABC contarão com exames e orientação gratuita sobre distúrbios da tireoide |
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Qua, 19 de maio de 2010
Diário de S. Paulo
Endocrinologistas atenderão a população no Shopping ABC, em Santo André, e na Estação Sé do Metrô, na capital paulista
A Merck Serono, uma Divisão da Merck, com o apoio da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), promove uma campanha de esclarecimento gratuito à população sobre os principais sinais e sintomas das doenças da tireóide. As atividades acontecerão no dia 26/05 no Shopping ABC, em Santo André, e no dia 28/05 na Estação Sé do Metrô, em São Paulo. A iniciativa faz parte das ações previstas para a Semana Internacional da Tireoide, celebrada de 24 a 30 de maio, com eventos em 65 países.
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Cade aprova compra da Medley pela Sanofi |
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Qui, 20 de maio de 2010
O Estado de S.Paulo Célia Froufe - BRASÍLIA
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem a compra da maior empresa de medicamentos genéricos pela maior companhia de remédios de marca do País. O "sim" para o negócio firmado em abril do ano passado pelo grupo francês Sanofi-Aventis e a Medley, no entanto, foi acompanhado de uma condição: que as empresas vendessem três medicamentos específicos a outras companhias para evitar a alta concentração em seus segmentos.
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ABBOTT RECONHECIDA ENTRE AS MELHORES COMPANHIAS EM CIDADANIA CORPORATIVA NO BRASIL |
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Qua, 19 de maio de 2010
SnifBrasil
A Abbott é uma das 100 Melhores Empresas em Cidadania Corporativa no Brasil, segundo lista preparada pela revista Gestão & RH. A empresa também recebeu um certificado de reconhecimento especial como uma das três melhores empresas em Ética e Relacionamento com Stakeholders, que reflete a forma responsável com que a Abbott conduz seus negócios no País. A lista pode ser conhecida em www.gestaoerh.com.br
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ANVISA APROVA AVASTIN PARA CÂNCER DE MAMA |
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Qua, 19 de maio de 2010
SnifBrasil
A Anvisa aprovou uma nova droga para o tratamento do câncer de mama, doença que mais mata mulheres no Brasil e no mundo e que registra cerca de 49,5 mil novos casos no País por ano. O Avastin® (bevacizumabe), da Roche, agora também pode ser utilizado como 1ª linha no tratamento de pacientes com câncer de mama em estágio avançado (metastático).
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SEROQUEL XRO RECEBE RECOMENDAÇÃO PARA REGISTRO NA UNIÃO EUROPEIA PARA DEPRESSÃO MAIOR |
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Qua, 19 de maio 2010
SnifBrasil
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) concluiu que o perfil de benefícios do uso de Seroquel XRO (fumarato de quetiapina) uma vez ao dia foi positivo como medicação adjuvante para episódios depressivos em pacientes com transtorno depressivo maior que apresentaram uma resposta menor que a desejada ao tratamento com outros antidepressivos. A EMA irá agora encaminhar o parecer para a Comissão Europeia para sua decisão final. No Brasil, o medicamento ainda não tem essa indicação.
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DIA INTERNACIONAL DA HEPATITE CAMPANHA: RECICLE SEU CONHECIMENTO |
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Qua, 19 de maio de 2010
SnifBrasil
Campanha Mundial da Hepatite será realizada no dia 19 de maio em quatro capitais brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Manaus
Assim como a natureza se ressente quando o lixo é simplesmente jogado no meio ambiente, causando sua degradação, o mesmo acontece com o corpo humano quando é infectado pelos vírus da hepatite. Como a doença, na maior parte dos casos, é assintomática, o portador corre o risco de ter seu organismo seriamente comprometido pela infecção ao longo dos anos caso a hepatite não seja diagnosticada.
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Cade julga hoje megafusão entre Sanofi-Aventis e Medley |
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Qua, 19 de maio de 2010
DCI
SÃO PAULO - Depois da medida cautelar que suspendeu, em junho do ano passado, a fusão entre a francesa Sanofi-Aventis e a fabricante de medicamentos genéricos Medley, chega hoje à pauta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), cujo presidente é Arthur Badin, a análise do caso envolvendo a primeira em mercado de marca com a primeira no mercado de genéricos. Se aprovada, a união dessas empresas deve resultar na criação de uma megafarmacêutica. Em alguns medicamentos, a concentração na venda de remédios pode chegar a 90%.
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Qua, 19 de maio de 2010
Valor Econômico
A divisão da farmacêutica Novartis nos EUA deverá pagar uma indenização entre US$ 190 milhões e US$ 285 milhões, totalizando cerca de US$ 3,4 bilhões, para uma dúzia de mulheres que processaram a companhia por discriminação e danos morais, segundo informações da Bloomberg. A Novartis informou que pretende recorrer da decisão.
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Qua, 19 de maio de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica americana Pfizer anunciou, ontem, a demissão de 6 mil funcionários de suas operações globais, como parte de um plano de reestruturação e integração com a Wyeth, adquirida pelo grupo em outubro de 2009. A multinacional, que comercializa os medicamentos Viagra e Lipitor, emprega 33 mil funcionários no mundo e tem 78 fábricas. A companhia informou que até o fim de 2015 fechará oito unidades, em países como Irlanda, EUA e Porto Rico, e reduzirá a produção em outras seis fábricas, no Reino Unido, na Alemanha, na Irlanda, em Porto Rico e nos EUA.
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Unifesp muda centros de especialidades |
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Ter, 18 de maio de 2010
Jornal da Tarde
Jornalista: LUIZ GUILHERME GERBELLI
Transferência integra projeto de reurbanização iniciado em parceria com a Prefeitura em 2006
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) vai transferir os seus centros de atendimentos espalhados por toda a Vila Clementino, zona sul, para os quarteirões vizinhos ao Hospital São Paulo, no mesmo bairro. Atualmente, são cerca de 250 casas na região que oferecem algum tipo de atendimento médico. A alteração faz parte do projeto Bairro Universitário, fruto de uma parceria entre a Prefeitura e a Unifesp
Segundo o professor Paulo Pontes, responsável da Unifesp pela implementação do programa, haverá um redesenho na região. A Prefeitura deverá ceder alguns terrenos e haverá desapropriação de outros. Por conta do novo projeto, as árvores do bairro também serão remanejadas. “Com essas modificações, os pacientes vão ter um acesso mais fácil. Tudo vai ficar próximo do Hospital São Paulo”, disse Pontes.
A alteração será realizada graças a um convênio entre a Unifesp, Prefeitura e Hospital São Paulo. O acordo será assinado hoje. A cerimônia terá a presença do prefeito Gilberto Kassab, que aproveitará para fazer um balanço sobre as ações já realizadas.
Projeto de 2006
O primeiro acordo entre o executivo e a Unifesp foi firmado em 2006. Apenas parte da proposta inicial foi cumprida, como a adaptação e ampliação das calçadas.
A região também dispõe de estacionamento Zona Azul destinado para idosos e pessoas com mobilidade reduzida próximo aos centros médicos. Por outro lado, a intenção de instalar câmeras, semáforos inteligentes e uma rede ampliada de wireless ainda não saiu do papel.
“Quando o Kassab assumiu (em 2006), ele reformou as calçadas. Depois, não percebi mais nada”, disse a comerciante Elide Terra, de 53 anos, que há 13 trabalha na região.
Para a deficiente visual e controladora de paginação Andrea Queiroz, de 31 anos, as guias rebaixadas auxiliam a sua locomoção, entretanto, a falta de avisos sonoros nos faróis de pedestre é um fator que dificulta a sua mobilidade. “Às vezes, os carros parados sob a calçada também me prejudicam”, completou.
Segundo Paulo Pontes, todas as propostas acertadas na parceria serão concluídas.
Na avaliação do professor Luiz de Castro, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, é correta a decisão da Prefeitura de apoiar o investimento na mobilidade nos locais apropriados, como na Vila Clementino.
O bairro, além dos centros da Unifesp e dos consultórios, também conta com unidades da Apae, AACD e Graac. “Acho que estrategicamente alguns pontos devem ser adotados como prioritários”, afirmou.
Segundo Castro, é importante que a Prefeitura destine bem o recurso para a mobilidade nas áreas em que realmente existam uma demanda. Caso contrário, ele avalia que os equipamentos ficarão ociosos. O professor do Mackenzie diz que a preocupação com o deslocamento dos deficientes físicos é recente.
“Em São Paulo, temos muitas carências. Mesmo em termos de percursos de pedestres, as calçadas não têm muitas condições de uso. Estão esburacadas”, disse.
Recorte e cobre Várias mudanças estão previstas
Na Vila Clementino, o acordo entre a Unifesp e Prefeitura promete a instalação de câmeras, semáforos inteligentes e rede de wireless na região. Os centros de atendimento médico serão remanejados para o entorno do Hospital São Paulo
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Alliance Boots planeja entrar na América Latina |
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Ter, 18 de maio de 2010
Valor Econômico
Jornalista: Andrea Felsted
A Alliance Boots, maior rede de farmácias da Europa, anunciou ontem que busca parcerias e aquisições para expandir sua presença mundial, depois de seu lucro comercial - que exclui amortização e custos ou ganhos excepcionais - ter superado a marca de 1 bilhão de libras esterlinas (US$ 1,4 bilhão).
O presidente do conselho da empresa, Stefano Pessina, que fechou o capital do grupo há três anos com a Kohlberg Kravis Roberts (KKR), em um acordo de 12,4 bilhões de libras, disse estar particularmente interessado em entrar na América Latina.
A Alliance Boots, que já possui presença na China e Rússia, esteve perto de acertar um acordo no Brasil, afirmou, mas a transação acabou naufragando depois do processo de investigação das contas ter revelado problemas na empresa-alvo. Ainda assim, o país, ao lado do México, continua sendo uma meta, segundo Pessina.
"Estamos pensando sobre muitas oportunidades diferentes, estamos explorando muitas parcerias potenciais e, devo dizer, algumas aquisições", disse Pessina, acrescentando que há mais probabilidade que as compras sejam no mercado atacadista farmacêutico do que no varejo.
A Alliance Boots investiu 1 bilhão de libras (US$ 1,4 bilhão) desde o fechamento do capital, principalmente na remodelação de suas lojas. Esse investimento está quase concluído e Pessina espera que o grupo tenha um fluxo de caixa "próspero" para financiar sua expansão.
Pessina também procura desenvolver marcas próprias e recentemente acertou acordo com a americana Procter & Gamble, maior fabricante mundial de bens de consumo, para comercializar e distribuir a linha Alliance Boots de produtos para cuidados com a pele em farmácias na Itália.
As declarações foram feitas após a Alliance Boots anunciar aumento no lucro comercial para 1,07 bilhão de libras no ano fiscal encerrado em 31 de março. No exercício anterior, a rede havia lucrado 953 milhões de libras. As vendas subiram 9,6%, para 22,5 bilhões de libras (US$ 32, 5 bilhões).
O endividamento líquido diminuiu em 645 milhões de libras, para 8,39 bilhões de libras, uma vez que a empresa aproveitou a situação do mercado para recomprar dívidas com fortes descontos de vendedores com problemas financeiros.
A Alliance Boots, no entanto, mostra-se cautelosa quanto ao panorama econômico, preocupada com as ações dos governos europeus para cortar dívidas e com a redução do consumo de produtos farmacêuticos.
"De fato, acreditamos que a demanda ficará bastante desanimada", afirmou Andy Hornby, ex-executivo-chefe da HBOS, que foi recrutado como executivo-chefe da Alliance Boots no ano passado. "A dura realidade é que os governos, não apenas no Reino Unido, mas em nossos principais países na Europa, vão ter de tomar algumas decisões extremamente duras nos próximos dois anos."
Hornby recusou-se a comentar se os resultados da Alliance Boots haviam ajudado a recuperar sua reputação, depois do HBOS ter ficado à beira da quebra em 2008. "Espero ser julgado com o tempo", afirmou. (Tradução de Sabino Ahumada)
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Estée Lauder adquire Smashbox, com foco em mulheres de 18 a 35 |
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Ter, 18 de maio de 2010
Valor Econômico
Jornalista: Matt Townsend
A Estée Lauder, fabricante dos cosméticos Clinique e Bobbi Brown, vai adquirir a Smashbox Beaty Cosmetics para aumentar as vendas entre mulheres com idades entre 18 e 35 anos, que compram seus produtos em lojas como a Sephora.
A transação pode aumentar os seus lucros no exercício que se inicia em julho, quando o negócio deverá ser concluído, segundo informou ontem o grupo em um comunicado. Os termos do negócio não foram revelados.
A Smashbox, uma companhia com sede em Los Angeles, vende produtos de maquiagem em 60 países e obtém cerca de 85% de suas receitas na América do Norte, segundo seu co-fundador Dean Factor. A companhia gera US$ 300 milhões em vendas anuais. Os produtos da Smashbox são vendidos em lojas como a Sephora, varejista da LVMH Moët Hennesy Louis Vuitton.
A Estée Lauder reduziu seus custos ao longo do último ano para se tornar mais lucrativa e gerar caixa, disse ontem o executivo principal da companhia, Fabrizio Freda. A empresa pretende usar esse caixa para reinvestir em suas atividades e aumentar as vendas. "Estamos fazendo o melhor possível para usar nosso caixa, acrescentando ao nosso portfólio uma grande marca em crescimento", disse Freda.
A Smashbox vai ajudar a Estée Lauder a comercializar produtos usando uma variedade de mídias que incluem telefones celulares e anúncios na estação de TV administrada pela QVC Inc., segundo informou John Dempsey, presidente do grupo Lauder. "Esta marca vem mostrando uma combinação vencedora, sendo muito bem sucedida nas novas maneiras como as pessoas estão fazendo compras, seja via internet, o varejo especializado ou a TV", disse.
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Ter, 18 de maio de 2010
Valor Econômico
A Lincx, plano de saúde voltado para o público de alta renda, encerrou o primeiro quadrimestre com uma receita de R$ 62,5 milhões, o que representa um crescimento de 20% quando comparado ao mesmo período de 2009.
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Ter, 18 de maio de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica japonesa Astellas anunciou que assinou acordo definitivo de fusão com a companhia OSI, especializada em oncologia, por US$ 4 bilhões, de acordo com a Bloomberg, elevando o preço da oferta inicial em mais de 10%. Os conselhos de administração das duas empresas aprovaram por unanimidade a aquisição.
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Ter, 18 de maio de 2010
Valor Econômico
A farmacêutica suíça Novartis deverá pagar uma indenização a uma dúzia de mulheres por discriminação e danos morais, segundo a Bloomberg. Um júri do tribunal federal de Manhattan julgou a favor dessas funcionárias, representantes de venda da unidade da Novartis nos Estados Unidos. Em comunicado, a Novartis disse que pretende recorrer da decisão.
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Firjan promove campanha para prevenir pressão alta |
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Seg, 17 de maio de 2010
Panorama Brasil
A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro promove nesta segunda-feira (17), durante todo o dia, mais uma campanha de conscientização sobre os riscos do aumento da pressão arterial. As atividades fazem parte das comemorações do Dia Mundial de Combate à Hipertensão Arterial. A doença atinge 24% das população brasileira.
A hipertensão é uma doença que passa despercebida por não apresentar sintomas – por isso, é chamada de “morte silenciosa”. Ela é a causa de 40% das mortes por derrame cerebral e 25% das mortes por infarto do miocárdio. Como é uma doença crônica, ou seja, não tem cura, a prevenção é a melhor forma de combate.
Pequenas mudanças de hábito podem evitar a hipertensão, como o consumo de alimentos naturais, prática de atividade física e controle do peso e do sódio na comida. De acordo com a nutricionista da Firjan, Rosita Amaral, 2,4 gramas é o limite de ingestão diária de sódio.
“Para prevenir a hipertensão é fundamental a redução do sal para preparar os alimentos e substituí-lo por ervas. Os alimentos industrializados tem uma grande quantidade de sódio, então temos que olhar o rótulo até dos biscoitos doces, porque eles também contêm sódio.”
Para identificar a hipertensão, o médico Joaquim de Oliveira, da Firjan, é didático. “Deve-se verificar a pressão e ir ao médico ao menos uma vez ao ano. O nível de pressão considerado normal é até 14 por 9. Essa é uma doença que atinge qualquer faixa etária, mas é mais visível na fase adulta.”
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Qua, 12 de maio de 2010
Folha de S.Paulo Colunista: MARIA CRISTINA FRIAS
Segundo Stefan Oschmann, presidente da MSD para mercados emergentes, esses países, "com suas necessidades médicas não atendidas e seu crescimento econômico, comandarão o crescimento global da indústria e da MSD na próxima década". "Quase 90% do crescimento farmacêutico virá dos mercados emergentes."
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Qua, 12 de maio 2010
Folha de S.Paulo Colunista: MARIA CRISTINA FRIAS
Sem citar o volume de investimentos que pretende fazer no Brasil, a farmacêutica MSD (nome da Merck no Brasil) colocou o país entre as prioridades no caminho para ser líder global no setor. Ontem, em apresentação de seu plano de negócios, em Nova Jersey, nos EUA, a empresa anunciou que os mercados emergentes representarão, até 2013, mais de 25% de sua receita com medicamentos e vacinas.
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Seg, 11 de maio de 2010
Valor Econômico
Melhor classificada no setor farmacêutico, o laboratório Abbott entrou na lista dos dez "Melhores Lugares para Trabalhar na Indústria", publicada anualmente pela revista americana The Scientist. Segundo o Abbott, é a sétima vez que ele entra na lista desde que a revista começou a classificar as empresas, em 2003.
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Abbott inaugura centro de pesquisa em nutrição voltado para asiáticos |
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Seg, 10 de maio de 2010
Brasil Econômico
A Abbott, empresa global da área de saúde, anunciou a inauguração do Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Nutrição da Abbott Ásia-Pacífico, e Cingapura. O centro é a maior instalação de P&D em nutrição da empresa fora dos Estados Unidos e o primeiro de Cingapura dedicado a desenvolver produtos nutricionais para bebês, crianças e adultos. Os produtos serão destinados à região Ásia-Pacífico.
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Seg, 10 de maio de 2010
DCI
A farmacêutica AstraZeneca fechou o 1º trimestre de 2010 com o faturamento bruto R$ 197,1 milhões, cresecendo 23,7% em realção ao mesmo períodod de 2009, segundo o IMS Health. O crescimento do mercado foi de 21,8%.
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Rogério Vivaldi vai comandar áreas globais da Genzyme |
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Seg, 10 de maio de 2010
Canal Executivo
A Genzyme, companhia do segmento de biotecnologia, anuncia a transferência de seu atual presidente da América Latina, Rogério Vivaldi, para a posição de presidente mundial das Unidades de Negócio Renal e Endócrino, na matriz, em Boston, EUA.
Com 46 anos, Rogério é médico endocrinologista pela UNIRIO (Universidade do Rio de Janeiro), com MBA pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Sua carreira se confunde com a existência da Genzyme no Brasil. Desde Em 1992, está envolvido com a empresa e, em 2005, assumiu o comando na região.
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GE Healthcare terá primeira fábrica no Brasil em julho |
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Qui, 06 de maio de 2010
Brasil Econômico Autor: Cláudia Goulart
A GE Healthcare esclarece que, diferentemente do que foi publicado na edição de ontem do jornal, a empresa somente iniciará a operação de sua fábrica no Brasil após receber a autorização de uncionamento da Anvisa. A GE Healthcare é uma empresa multinacional que atua em mais de cem países e, em todos eles, cumpre os seus compromissos com o governo, órgãos reguladores, comunidade e clientes. E é exatamente esse mesmo comprometimento que tem pautado as atividades no Brasil desde o início de sua atuação no país. E não será diferente com a fábrica construída em Contagem. Reforçamos que nenhuma unidade da empresa jamais operou ou irá operar sem as devidas autorizações e licenças exigidas pela regulamentação brasileira. Cláudia Goulart Presidente e CEO da GE Healthcare para América Latina São Paulo (SP)
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Daiichi-Sankyo firma aliança com Enzymotec |
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Qua, 05 de maio de 2010
Valor Econômico
A Daiichi-Sankyo Brasil anuncia hoje uma aliança estratégica com a farmacêutica israelense Enzymotec para o lançamento de um produto inovador que auxilia na manutenção de níveis saudáveis de triglicerídeos e na redução da absorção de colesterol.
O lançamento desse produto está estimado para início de 2011 no país. Com foco maior na área de cardiologia, a Daiichi-Sankyo Brasil é uma das líderes no tratamento da hipertensão.
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Pfizer e Merck têm lucro no 1o trimestre acima das estimativas |
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Qua, 05 de maio de 2010
Portal Estadão
Jornalista: RANSDELL PIERSON E LEWIS KRAUSKO
As farmacêuticas norte-americanas Pfizer e Merck apresentaram nesta terça-feira lucros e receitas melhores que o esperado no primeiro trimestre, embora a Merck tenha divulgado uma meta de ganhos para 2010 um pouco abaixo das estimativas de Wall Street.
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Bristol-Myers reforça suas marcas no Nordeste |
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Qua, 05 de maio de 2010
Brasil Econômico
Jornalista: Domingos Zaparolli
Bristol-Myers reforçamarcas no Nordeste Empresa farmacêutica direciona 20%do investimento em marketing para popularizar no mercado nordestino produtos já consagrados em outras regiões do país. Entre as principais armas da estratégia estão o antigases Luftal e o antigripal Naldecon. ?P28
Bristol também descobre o Nordeste Laboratório tenta popularizar na região alguns de seus medicamentos, como o Luftal. “Os resultados podem ser interessantes”, diz Paulo Pinton, gerente de OTC. ?
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Pfizer e Merck registram lucro e receita acima das estimativas no primeiro trimestre |
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Qua, 05 de maio de 2010
Brasil Econômico
FARMACÊUTICAS 2
A Merck teve lucro de US$ 299 milhões, ou US$ 0,09 por ação, afetada por uma série de encargos e despesas recorrentes da reforma no sistema de saúde americano. No mesmo trimestre de 2009, o lucro da empresa foi de US$ 1,43 bilhão, ou US$ 0,67 por ação. Já a Pfizer teve um lucro de US$ 2,03 bilhões, ou US$ 0,25 por ação, no primeiro trimestre, ante ganho de US$ 2,73 bilhões, ou US$ 0,40 por ação, um ano antes.
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GE Healthcare terá primeira fábrica no Brasil em julho |
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Qua, 05 de maio de 2010
Brasil Econômico
Jornalista: Françoise Terzian
Planos da GE Healthcare no Brasil vãomuito além do raio X
Com investimentos de US$ 50 milhões, a primeira fábrica da companhia começará a operar antes mesmo do registro da Anvisa — previsto para setembro —, com a produção voltada para a exportação na América Latina. Omar Ishrak, CEO da GE Healthcare Systems, diz que o mercado brasileiro é “estimulante”, apesar da mão de obra cara, e cita a intenção de produzir todas as modalidades de equipamentos localmente.
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2º Prêmio Inovação Medical Services - Novos Caminhos em Saúde Pública |
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Qui, 29 de abril de 2010
Portal da sanofi-aventis na Internet vai premiar projetos e ações de profissionais de saúde brasileiros
Com o objetivo de incentivar ações que promovam avanços efetivos na área da Saúde, a sanofi-aventis lançou o 2º Prêmio Inovação Medical Services - Novos Caminhos em Saúde Pública. A premiação é uma iniciativa do Medical Services*, portal da sanofi-aventis dirigido à classe médica e aos profissionais de saúde. Serão selecionados trabalhos clínicos, projetos e ações inovadoras em Saúde Pública, nas áreas de gestão, prevenção de saúde e formação profissional. Em 2009, a primeira edição do prêmio recebeu cerca de 150 trabalhos de todo o Brasil. "Com a receptividade que tivemos no ano passado, esperamos que o prêmio venha a se consolidar rapidamente como um reconhecido instrumento de valorização do profissional de saúde brasileiro", explica Dr. Jaderson Lima, diretor Médico da sanofi-aventis. Podem participar médicos e profissionais da área de Saúde graduados e com registro nos respectivos Conselhos Regionais, que exerçam sua atividade em instituições públicas ou privadas. Graduandos também podem inscrever seus trabalhos, com o acompanhamento formal de seus professores e/ou orientadores. A inscrição para a segunda edição do prêmio deverá ser feita diretamente no site até o dia 24 de maio. Mais informações sobre o regulamento e a premiação podem ser obtidas no endereço www.medicalservices.com.br. *O portal Medical Services tem acesso restrito a profissionais de saúde Visite: www.sanofi-aventis.com.br
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Nintendo e Bayer lançam acessório de jogo para diabéticos |
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Ter, 27 de abril de 2010 Portal Terra Colunista: Jacqueline Lafloufa
Chegou ao mercado recentemente o Didget, acessório para a plataforma de jogos eletrônicos Dual Screen (DS), da Nintendo, produzido em parceria pela companhia farmacêutica Bayer e Nintendo. O aparelho permite medir os níveis de açúcar no sangue e gratifica os usuários com pontos em jogos para DS, o que pode auxiliar diabéticos a terem uma melhor qualidade de vida.
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Nycomed ingressa no ramo hospitalar |
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Qui, 22 de abril de 2010
Valor Econômico Jornalista: Daniel Rittner (De Buenos Aires)
É adaptando o lema de Juscelino Kubitschek e inspirado pelo cinquentenário de Brasília que o presidente do laboratório Nycomed no Brasil, Luiz Eduardo Violland, descreve os planos da empresa: "Vamos crescer 55 anos em cinco". Trata-se de uma menção ao longo período, desde 1954, que a Altana Pharma levou para dobrar de tamanho.
Em 2009, já comprado pela companhia europeia Nycomed, de origem dinamarquesa, o laboratório multinacional traçou a meta de crescer pelo menos 15% ao ano e duplicar o faturamento até 2014. A estratégia para alcançar esse objetivo passa por aquisições e licenciamentos de marcas de terceiros, mas sobretudo pela entrada - anunciada nesta semana, durante o congresso da Associação Internacional de Cirurgia Hepato-Pancreática, em Buenos Aires - no cobiçado ramo hospitalar.
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Ter, 20 de abril de 2010
Jornal Valor Econômico
Jornalista: Indefinido
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a Prevenar 13, vacina pneumocócica conjugada 13-valente, desenvolvida pela americana Pfizer, e que oferece mais cobertura na imunização de crianças contra doenças pneumocócicas. A Prevenar 13 é indicada a lactentes e crianças entre 6 semanas e 6 anos de idade (incompletos), na prevenção de doença pneumocócica invasiva. No país, a Pfizer já comercializa a Prevenar 7.
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Sanofi-aventis Brasil firma parceria com a Fundação Biominas para identificar projetos inovadores de pesquisa |
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Seg, 19 de abril de 2010
Instituições públicas ou privadas brasileiras com projetos inovadores em oncologia, doenças tropicais e diabetes podem submeter suas propostas até 21 de maio
O Programa Prospecta, uma parceria entre a sanofi-aventis Brasil e a Fundação Biominas, vai identificar e selecionar projetos inovadores de pesquisa desenvolvidos por universidades, institutos de pesquisa ou empresas privadas brasileiras nas áreas de oncologia, diabetes e doenças tropicais.
A iniciativa tem por objetivo promover avanços nas áreas de conhecimento científico, contribuir para a excelência e o fortalecimento da pesquisa no país e, principalmente, viabilizar projetos de inovação com potencial de atender as demandas dos pacientes nas três áreas definidas. O benefício terapêutico para os pacientes e o grau de inovação são alguns dos principais critérios de avaliação. Os projetos mais promissores seguirão para uma análise mais aprofundada, para posterior formalização em função das características e do estágio de desenvolvimento.
A Fundação Biominas é uma instituição privada, sem fins lucrativos, dedicada à criação e desenvolvimento de bionegócios no Brasil.
Para participar, pesquisadores de todo o Brasil podem acessar o edital e preencher o formulário eletrônico até 21 de maio, disponível no site www.biominas.org.br/prospecta.
Acesse:
www.sanofi-aventis.com.br www.biominas.org.br
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Bayer lança contraceptivo |
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Seg, 19 de abril de 2010
Folha de SP Colunista: Maria Cristina Frias
Um contraceptivo de última geração, de estrogênio natural, chega ao mercado em setembro. Com ele, a Bayer pretende comemorar os 50 anos do lançamento mundial da pílula. Ainda no segundo semestre, sai um novo produto para monitorar diabetes. A Bayer do Brasil tem ainda 35 projetos em andamento na área de oncologia, para câncer de próstata, de saúde da mulher e de diagnósticos por imagem. A unidade brasileira exporta contraceptivos para 31 países é uma das quatro da companhia que tem um setor de farmacovigilância para monitorar a segurança dos medicamentos da empresa em nível global. Juntos, os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) representam 14% das vendas mundiais. O Brasil está em sétimo lugar em volume financeiro global para a empresa. E tem previsão de melhora, segundo o presidente do Grupo Bayer no Brasil, Horstfried Läepple. Pré-sal e eventos esportivos têm reflexo na agricultura, no consumo de poliuretano, e impulsionam crescimento em todas as áreas, diz. Indagado sobre a consolidação do setor, Läepple lembra que "a Bayer é muito ativa em aquisições", ao citar, dentre outras, a compra da Roche (vitaminas), em 2004. Se o mercado da indústria farmacêutica está caro no Brasil? "É um setor tradicionalmente caro, mas estamos vendo oportunidades."
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Zambon cresce 10% em 2009 e investe em aquisições |
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Sex, 16 de abril de 2010
LCH7 Comunicação Estratégica
O Zambon Laboratórios Farmacêuticos atingiu o faturamento de R$ 151,5 milhões em 2009, valor 10% acima do que o ano anterior. As informações são do IMS Health. A empresa tem a intenção de adquirir uma empresa ou produtos em 2010, para o complemento de seu portfólio. Os principais medicamentos da companhia também apresentaram aumento sobre 2008. Os destaques foram o Spidufen® (38%), Ursacol® (31%), Monuril® (30%) e o Glucoreumin® (25%).
Sobre o Zambon do Brasil Com mais de 200 colaboradores, a unidade brasileira do Zambon, localizada em São Paulo, é a quarta maior do grupo e referência para as demais subsidiárias. As três principais áreas de atuação do laboratório são: saúde feminina, dor e inflamação e respiratória. Em seu portfólio, o Zambon do Brasil possui uma linha de produtos com mais de 30 apresentações, entre eles medicamentos como Fluimucil®, Monuril® e Spidufen®.
Mais informações: LCH7 Comunicação Estratégica Tel. (11) 3097-8795 Caio Giampa –
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Sandra Miyashiro –
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Roche reforça posição no combate a diabetes |
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Qui, 14 de Abril de 2010
Valor Econômico Monica Scaramuzzo
A companhia suíça Roche Diagnóstica anunciou, na terça-feira, a compra da empresa israelense Medingo, controlada pela Elron. Com essa aquisição, a empresa reforça sua posição na área de sistema de infusão de insulinas, segmento no qual o grupo é líder no mercado internacional.
A aquisição está avaliada em US$ 160 milhões, além de um valor correspondente a até 25% do pagamento inicial referente a etapas relacionadas ao desempenho.
Com essa incorporação, a Roche reforça seu portfólio no combate a diabetes. A Medingo deverá colocar no mercado em 2012 um modelo aprimorado do sistema de infusão de insulina. Trata-se de um adesivo de infusão contínua semidescartável e um controle remoto, que permite a infusão personalizada do medicamento e dispensa o cateter, explica Ana Carolina Gomiero, gerente de produtos da Roche Diabetes Care.
Líder em sistemas e serviços de gerenciamento do diabetes, a Roche também lança no Brasil a partir de setembro um sistema de infusão mais eficiente, com monitoramento de glicemia por meio da tecnologia sem fio Bluetooth. Esse novo sistema será apresentado amanhã pela Roche para um grupo de médicos brasileiros. "Isso faz parte da filosofia da Roche, de avançar em medicina personalizada", afirma Paulo Barbosa, diretor da Roche Diabetes Care.
A diabete atinge cerca de 285 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, apenas 10,4% dos pacientes com diabete tipo 1 (dependente de insulina) e 26,8% com o tipo 2 estão controlados, segundo estimativas. Segundo Barbosa, o mercado de monitoramento de glicemia/sistema de infusão de insulina movimenta R$ 270 milhões no Brasil e R$ 6 bilhões no mundo. "A Roche tem participação de mercado de 68% no país e 32% no mundo."
O avanço da doença preocupa. Dados da Federação Internacional de Diabetes (IDF, em inglês), divulgados no ano passado, mostram que um em cada 14 adultos terão diabetes até 2025. Nos próximos 20 anos, o número de pacientes com diabetes crescerá 54% no mundo. "Cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil sofre de diabetes, mas apenas metade sabe", diz Barbosa.
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Grupo lança medicamentos inovadores e pretende promover produtos maduros |
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Qui, 08 de abril de 2010
Valor Econômico Jornalista: Indefinido
Uma das maiores companhias farmacêuticas do mundo, a Merck Sharp & Dohme (MSD), com receita global estimado em US$ 46 bilhões, deverá lançar no Brasil este ano medicamentos inovadores no segmento cardiovascular. "Vamos começar a comercializar o Cordaptive, que aumenta o fator HDL (fração boa do colesterol)", afirmou José Octavio Costa Filho, diretor médico da companhia.
Segundo Costa Filho, esse medicamento, que já foi aprovado pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), ameniza os efeitos colaterais provocados pelo ácido nicotínico presente nesses tipos de drogas. |
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Merck avalia fechar uma das fábricas que opera no Brasil |
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Qui, 08 de abril de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
Farmacêutica: Ao fundir-se com a Schering-Plough, passou a ter seis unidades, mas planeja crescer no país
José Octavio Costa Filho, diretor médico da Merck: portfólio está completo
A farmacêutica americana Merck Sharp & Dohme (MSD) deverá definir nos próximos meses o fechamento de uma de suas seis fábricas instaladas no Brasil. Em pleno processo de unificação de seus ativos, por conta da fusão com o grupo Schering-Plough realizada no ano passado, a companhia vai analisar quais as unidades das duas empresas que atuam de forma duplicada no país.
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Bayer prevê fazer aportes de R$ 180 milhões em 2010 |
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Qui, 07 de abril de 2010
Valor Econômico Jornalista: Indefinido
A multinacional alemã Bayer vai investir R$ 180 milhões no Brasil este ano, crescimento de 12,5% sobre os aportes efetuados no ano passado. Todas as divisões da companhia, que atua nas áreas de saúde humana e animal, além de química, deverão ser expandidas, com a ampliação dos laboratórios instalados, da sede do grupo no país e também a criação de uma nova divisão de negócios, a Bayer Technology Services.
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Bayer aumenta investimentos no Brasil para R$ 180 milhões |
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Qui, 07 de abril de 2010
DCI Jornalista: Ernani Fagundes
SÃO PAULO - A Bayer está aumentando os investimentos no Brasil em 2010. "Ampliamos os investimentos de R$ 160 milhões no ano passado para R$ 180 milhões no presente ano", declarou o presidente do Grupo Bayer no Brasil, Horsfried Laepple, durante entrevista coletiva realizada ontem em São Paulo. O presidente da divisão de MaterialScience (Materiais Inovadores), Ulrich Ostertag, informou ao DCI a expectativa para os negócios da empresa no Brasil. "Trabalhamos com uma perspectiva de crescer acima do PIB brasileiro. O ano vai ser muito bom, por isso parte dos investimentos anunciados será na modernização das duas unidades produtivas de Belford Roxo [RJ], são novos equipamentos e máquinas nas fábricas de MDI e Anilina que aumentaram nossa competitividade e a qualidade dos nossos processos", explicou Ostertag. O presidente Horstfried Laepple destacou os investimentos em P&D. "Iremos construir dois novos laboratórios, um da divisão HealthCare [Saúde] e outro de CropSciense [Ciências Agrícolas], e duplicar o laboratório de Material Science [Materiais Inovadores], dentro da nossa estratégia de inovação e desenvolvimento de novas aplicações de produtos", confirmou citando as contratações de 70 cientistas no ano passado e de outros 12 profissionais da área científica no atual exercício.
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Ferring lança linha de remédios para triplicar receita no Brasil |
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Qui, 01 de abril de 2010
Brasil Econômico Jornalista: Domingos Zaparolli
Subsidiária brasileira de laboratório da Suécia espera licença da Anvisa para levar ao mercado brasileiro o regulador intestinal BioGaia em abril
A farmacêutica de origem sueca Ferring precisa apenas do sinal verde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que está previsto para ocorrer em abril, para lançar no Brasil a linha de probióticos BioGaia, que agem como regulador intestinal. O produto é o primeiro de uma série de 12 lançamentos programados para serem realizados até 2015 e que marcam umposicionamento mais agressivo da Ferring no país. “Queremos triplicar nosso faturamento em cinco anos”, diz Roberto Alvarenga, presidente da subsidiária brasileira.
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Sanofi-Aventis entra com processo para patente |
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Qui, 01 de abril de 2010
Portal Exame Jornalista: Indefinido
Paris - A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis solicitou judicialmente a patente do medicamento para tratamento de câncer Eloxatin, bloqueando as vendas de versões genéricas de diversas outras fabricantes entre junho e agosto de 2012.
A decisão, anunciada nesta quinta-feira, solucionaria parcialmente a questão judicial que envolve Teva, Fresenius Kabi e Sandoz, da Novartis, após o lançamento de uma versão mais barata do medicamento no ano passado, o que derrubou as vendas do Eloxatin.
A Sanofi-Aventis disse, em comunicado, que as fabricantes de genéricos lançariam em 2012 uma versão licenciada oficialmente do Eloxatin injetável, cujo nome genérico é oxaliplatin.
Segundo a farmacêutica, as demais provisões do processo são confidenciais. A decisão ainda depende da aprovação da Comissão Federal de Comércio e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
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Sanofi-Aventis fecha parceria para investir em pesquisa |
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Qui, 25 de Março de 2010
Valor Econômico
O laboratório francês Sanofi-Aventis, gigante de medicamentos, anunciou ontem parceria com a Fundação Biominas para identificar e selecionar projetos inovadores de pesquisa, conforme antecipou o Valor.
O programa Prospecta, criado pela farmacêutica, vai focar as áreas de oncologia, diabetes e doenças tropicais. A Fundação Biominas vai buscar as melhores propostas em empresas, institutos de pesquisas e universidades. O objetivo é selecionar esses projetos para financiá-los.
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Pfizer quer patente do Viagra até 2011 |
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Qua, 24 de Março de 2010
O Estado de S.Paulo
Enquanto laboratórios nacionais se preparam para produzir genéricos do Viagra, a multinacional Pfizer luta na Justiça para manter por mais um ano a exclusividade de comercialização do medicamento para disfunção erétil. Para o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), a fórmula e o processo de fabricação do Viagra caem em domínio público no Brasil no próximo dia 20 de junho, mas a companhia americana conseguiu na Justiça o direito de manter a patente até 7 de junho de 2011. O julgamento do recurso do INPI para declarar extinta a patente este ano está marcado para hoje, no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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Sex, 19 de março de 2010
Valor Econômico Fonte: Wall Street Journal Americas
A Roche pretende lançar pelo menos seis novos produtos até o fim de 2014 e está tentando reforçar sua posição em áreas fora da oncologia, na qual já é líder, afirmou a farmacêutica suíça.
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Qui, 18 de março de 2010
O Globo
A Actelion Pharmaceuticals do Brasil comunica que nunca comercializou o medicamento Tracleer com preço superior ao valor autorizado pelo governo.
A empresa avalia as medidas a serem tomadas em resposta à multa aplicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), referente a Processo Administrativo de 2006, divulgada à imprensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), visto que não houve prática de comercialização indevida.
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Pfizer deve fazer oferta pela Ratiopharm nesta quarta |
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Qui, 18 de Março de 2010
O Globo Online
A Pfizer deve apresentar nesta quarta-feira uma última oferta pela produtora alemã de medicamentos genéricos Ratiopharm, disse à Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.
As candidatas à compra da Ratiopharm, que também incluem a israelense Teva e a islandesa Actavis, deveriam apresentar ofertas finais até quinta-feira, segundo outras fontes anteciparam.
Representantes da Pfizer não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
Até o momento, a oferta da Actavis foi a mais alta, de cerca de 3 bilhões de euros (4,1 bilhões de dólares), incluindo as dívidas da companhia, segundo fontes.
Isso resultaria na maior aquisição no segmento de genéricos desde a compra da americana Barr pela rival Teva, por 7,5 bilhões de dólares, em julho de 2008.
O herdeiro da Ratiopharm, Ludwig Merckle, colocou a empresa à venda como parte das concessões feitas a credores por seu pai, Adolf Merckle, que cometeu suicídio em janeiro de 2009, após ceder o controle dos negócios a financiadores durante a crise econômica.
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Sanofi-Aventis busca projetos de inovação no Brasil |
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Qui, 18 de março de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
O laboratório francês Sanofi-Aventis fechou parceria com a Fundação Biominas para identificar projetos na área de saúde no Brasil com foco em diabetes, doenças tropicais, como malária, febre amarela e dengue, e câncer. Criada há 20 anos, a fundação mineira trabalha na prospecção de projetos com potencial de inovação.
No ano passado, a Fundação Biominas, entidade privada sem fins lucrativos, apoiou cerca de 25 projetos com esse objetivo. É a primeira vez que uma empresa do porte da farmacêutica francesa elege o Brasil para buscar novos produtos, com foco em inovação, segundo uma fonte do setor.
Identificados esses projetos pela Fundação Biominas, a companhia poderá incrementar os estudos para colocar os produtos no mercado. "Esses estudos serão o braço de inovação da Sanofi aqui no Brasil", afirmou a mesma fonte ao Valor.
A Fundação Biominas, que tem um vasto banco de dados, busca projetos em empresas pequenas e médias e também universidades, com forte potencial para produto inovador. O objetivo é fomentar novas tecnologias que podem virar negócio.
Em 2008, a Fundação Biominas realizou trabalho semelhante com o laboratório suíço Roche. A entidade foi contratada para buscar projetos de inovação, com foco em pesquisas de moléculas e tecnologias realizadas no Brasil. O trabalho da fundação foi buscar potenciais parceiros para que a companhia suíça consiga lançar medicamentos fabricados no Brasil. Neste ano, a Roche Diagnóstica, outra divisão do grupo suíço, começa a fazer pesquisas para identificar os diversos vírus da região da Amazônia para fabricar futuras vacinas. Os estudos serão feitos em parceria com o Instituto Evandro Chagas (IEC), do Pará, e a Universidade de Columbia, nos EUA.
Farmacêuticas que investem em biotecnologia, como a Roche, e outras gigantes farmacêuticas, buscam firmar parcerias para incrementar suas pesquisas em inovação.
No ano passado, a Sanofi-Aventis adquiriu por R$ 1,5 bilhão o laboratório nacional Medley. A compra permitiu que a francesa avançasse no segmento de genéricos, tornando-se a líder no país e na América Latina. Quarta maior companhia farmacêutica do mundo, a empresa tem reforçado sua liderança também nos países emergentes.
Em 2009, a Sanofi-Aventis registrou faturamento global de € 29,3 bilhões. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ficaram em € 4,58 bilhões no mesmo ano, com recuo de 1,4% sobre 2008. A redução dos gastos com P&D com produtos farmacêuticos, que teve como reflexo a paralisação de alguns projetos, foram compensados com aumento de 14,5% em despesas em pesquisas para vacinas.
Embora o mercado de genéricos avance no Brasil e no mercado internacional, os grandes laboratórios farmacêuticos têm como foco principal fazer investimentos pesados em inovação de medicamentos. Os países emergentes, contudo, ainda são alvos de apostas de muitas companhias para aportes no segmento de remédios genéricos. "Investimentos em inovação ainda são raros em mercados emergentes, mas aos poucos, essa filosofia poderá mudar", afirmou uma fonte.
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Qua, 17 de março de 2010
Valor Econômico Jornalista: Indefinido A AstraZeneca, farmacêutica sediada em Londres, planeja uma grande expansão em mercados emergentes, entre eles o Brasil, para aproveitar o forte crescimento de vendas nesses países, mas afirmou que não vai vender genéricos de baixa margem que possam prejudicar seus lucros.
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AstraZeneca fecha acordo de licenciamento e com a Torrent Pharmaceuticals |
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Seg, 15 de março de 2010
Brasil Econômico Jornalista: Indefinido
A Torrent fornecerá à AstraZeneca uma carteira de medicamentos para os quais a Torrent possui registro em diversos países. Com isso, a AstraZeneca pretende colocar sua marca e comercializar esses produtos em muitos de seus mercados emergentes, onde possui uma base comercial forte. De acordo com o contrato, a AstraZeneca deverá inicialmente adquirir da Torrent as licenças e os registros de 18 produtos em nove países.
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Empresas do bem: Merck na prevenção |
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Sab, 13 de março de 2010
IstoÉ Dinheiro
Jornalista: Rosenildo Gomes Ferreira
Mantido pela Fundação Merck, o International Grants vai apoiar iniciativas brasileiras destinadas à prevenção da saúde de crianças e adolescentes. Os projetos são tocados por entidades como i Inmed e o Rotary Club e têm como foco as áreas de HIV/AIDS e doenças cardiovasculares. O laboratório americano também firmou convênio com a Amcham para conscientizar os estudantes sobre os prejuízos causados pela aquisição de produtos piratas.
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Empresas do bem: Merck na prevenção |
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Sab, 13 de março de 2010
Isto É Dinheiro Jornalista: Rosenildo Gomes Ferreira Mantido pela Fundação Merck, o International Grants vai apoiar iniciativas brasileiras destinadas à prevenção da saúde de crianças e adolescentes. Os projetos são tocados por entidades como i Inmed e o Rotary Club e têm como foco as áreas de HIV/AIDS e doenças cardiovasculares. O laboratório americano também firmou convênio com a Amcham para conscientizar os estudantes sobre os prejuízos causados pela aquisição de produtos piratas.
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Sex, 12 de março de 2010
Valor Econômico Jornalista: Indefinido
A AstraZeneca anunciou que aumentará o investimento nos mercados emergentes por meio de um acordo de distribuição com a indiana Torrent Pharmaceuticals, que tem licença para 18 genéricos em nove países. Não foram revelados valores, mas a farmacêutica britânica prometeu mais detalhes terça-feira.
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Qui, 04 de março de 2010
Valor Econômico Fonte: Wall Street Journal Americas
A Pfizer, fabricante americana de remédios, vai oferecer até US$ 4,1 bilhões pelo laboratório alemão de genéricos Ratiopharm amanhã, disseram pessoas a par do assunto. A israelense Teva também quer a Ratiopharm.
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Merck paga US$ 7,2 bi pela americana Mellipore |
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Qua, 03 de março de 2010
Valor Econômico Jornalista: Andrew Jack, do Financial Times
O plano da Merck de assumir o controle da Millipore dos Estados Unidos por US$ 7,2 bilhões, anunciado esta semana, é a mais recente de uma série de aquisições da companhia farmacêutica, que estão se intensificando, e têm como objetivo fortalecer e diversificar seus negócios - mas com um toque alemão especial. Desde que assumiu em 2006 o comando da Merck, sediada em Darmstadt, Karl-Ludwig Klee deixou claro que sua companhia estava entrando em uma fase de crescimento, montada ao redor da expansão geográfica, via aquisições inclusive, ao mesmo tempo em que ela manteria seus pilares operacionais gêmeos históricos: os produtos farmacêuticos e os produtos químicos.
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Ter, 02 de março de 2010
Valor Econômico Fonte: Wall Street Journal Americas
A farmacêutica Astellas, do Japão, lançou uma oferta não negociada de US$ 3,5 bilhões para comprar a americana OSI, numa nova tentativa de firmar o pé no lucrativo mercado americano de remédios sob receita médica. A Astellas afirmou ter tentado durante 13 meses negociar com a OSI, sem sucesso. Esta informou, num comunicado, que o conselho rejeitou a oferta porque a achou baixa.
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Seg, 01 de março de 2010
Valor Econômico
Fonte: Wall Street Journal Americas
A Daiichi Sankyo, farmacêutica japonesa, anunciou que vai criar uma subsidiária para produzir e comercializar remédios genéricos no Japão. Com isso, poderá concorrer melhor contra a Pfizer e a Teva, líderes do mercado local de genéricos. O segmento está em rápida expansão devido a incentivos governamentais.
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Schering investe US$ 3 mi no Ceará |
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Qui, 25 de fevereiro de 2010
Diário do Nordeste – Fortaleza Jornalista: Indefinido
Líder na produção de medicamentos veterinários no Brasil, a Intervet/Schering-Plough investirá, neste ano, US$ 3 milhões (cerca de R$ 5,4 milhões, considerando o dólar a R$ 1,80) na sua unidade localizada em Fortaleza, onde produz vacinas contra a febre aftosa. O valor é mais do que o dobro do investido na fábrica no ano passado, quando foram alocados R$ 2 milhões. Os recursos, segundo o diretor-presidente da empresa, Vilson Antonio Simon, serão destinados à melhoria de processos e expansão da produção. |
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Ferring muda estratégia e vai investir no Brasil |
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Sex, 15 de Janeiro de 2010
Valor Econômico Jornalista: Mônica Scaramuzzo
O laboratório Ferring Pharmaceuticals, com sede na Suíça, vai investir entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões no Brasil, como parte da estratégia de expansão do grupo em países emergentes. "O Brasil foi o terceiro mercado de maior crescimento em faturamento para a Ferring em 2009", afirmou Roberto Alvarenga, presidente da companhia no país.
A maior importância do mercado brasileiro para a Ferring levou os altos executivos da companhia na Suíça a direcionar pesados investimentos para o Brasil entre 2010 e 2011. "Avaliamos fazer aquisições de laboratórios, produto (medicamentos) e até parcerias no país, com empresas locais ou estrangeiras", disse Alvarenga. O grupo também planeja ter uma fábrica própria no país e decidiu criar um centro de pesquisa e desenvolvimento. Neste momento, o grupo prospecta parcerias com universidades para incrementar sua área de pesquisa e desenvolvimento de produtos.
Segundo Alvarenga, a empresa já deu início a conversações com algumas companhias e deverá bater o martelo sobre os investimentos no país nos próximos meses. "O Brasil é o único país do Bric (que também inclui a Rússia, Índia e China) que ainda não tem investimento direto da Ferring." Países como Turquia e Coreia do Sul, que também aumentaram o faturamento, deverão receber aportes do grupo.
Presente em 45 países, a Ferring está voltando suas atenções para países emergentes, cujas vendas têm crescido expressivamente em relação aos mercados já consolidados.
A decisão de investir no Brasil tem sido discutida pelos executivos da matriz há pelo menos seis meses, disse Alvarenga. Nos próximos três a cinco anos, o grupo pretende triplicar o faturamento no Brasil. Com receita global de € 1 bilhão (a empresa não divulga receita por país), a Ferring, que foi fundada originalmente na Suécia pela família Paulsen, tem como foco as áreas de reprodução humana (tratamento em infertilidade e maternidade), urologia, gastroenterologia e oncologia. Desde 1995 no Brasil, a Ferring importa os medicamentos e vende em hospitais, para o governo e consultórios.
No país, a Ferring é vice-líder em vendas de medicamentos para infertilidade - a primeira nesse segmento é a Merck Serono. Na Europa, o grupo detém a liderança. A expectativa da companhia é comercializar no Brasil o medicamento Degarelix (hormônio para câncer da próstata), que está sob análise da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e que deve ser liberado para comercialização entre o fim de 2010 e início de 2011. Não está nos planos da companhia entrar no segmento de medicamentos genéricos.
"Queremos iniciar no país estudo de produtos clínicos de fase 3", disse o executivo. As multinacionais não costumam fazer esse tipo de procedimento no Brasil, uma vez que o processo de liberação na Anvisa é demorado, entre 8 meses e 1 ano, comparado ao período de três meses na Europa e nos Estados Unidos. "O Brasil tem ótimos cientistas e potencial de crescimento (da economia). Os investimentos esbarram na demora da Anvisa para a autorização de estudo clínico", afirmou. Os custos desses estudos no país são em torno de 30% mais baratos que os mercados europeu e americano. "Na Europa e nos EUA, a competição é muito grande", afirmou.
Ao desenvolver um medicamento, os laboratórios submetem o produto a fases de experimentos. A primeira etapa reflete testes em animais. Na segunda, os testes são feitos em humanos, mas em número restrito. Na terceira etapa, o produto é submetido a um número maior de pessoas. Todos os testes são realizados em pacientes doentes.
Para Alvarenga, que consolidou sua carreira no setor farmacêutico, com passagens pelos laboratórios Abbot, Novartis e Eli Lilly, o movimento de concentração nesse segmento deverá se acelerar nos próximos anos. Desde outubro de 2008 à frente da companhia no país, Alvarenga chegou na Ferring com a missão de preparar a empresa para receber investimentos no país.
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Sex, 15 de Janeiro de 2010
A Notícia (SC)
O Laboratório Roche do Brasil vai instalar centro de importação e distribuição de produtos médicos e de equipamentos em Itajaí. O presidente da multinacional no Brasil, Pedro Gonçalves (na foto, à direita, ao lado do governador Luiz Henrique da Silveira), confirmou que a empresa vai se transferir de Goiás para Santa Catarina. Em SC, há melhores condições de logística. A Roche faz o negócio em parceria com a Bomi Luft e a Multilog. O laboratório movimentará aproximadamente R$ 300 milhões por ano em mercadorias. Os empreendedores e o governo do Estado querem atrair outras companhias do mesmo ramo.
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